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Início

A tarefa de definir adicção tem desafiado médicos, juízes, padres, adictos, suas famílias e as pessoas em geral, por toda a história. Existem tantas definições potenciais quanto existem grupos com interesses em definir adicção. A questão, inclusive, começa logo ao se nominar a doença: dependência(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio, funcionamento ou sobrevivência. Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a neces­sidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psico­ativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoo­lismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “depen­dência” em substituição a adicção e hábito10. O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (depen­dência de drogas, dependência química, dependência do uso de subs­tância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide). Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicá­veis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a depen­dência fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orien­tação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de absti­nência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tole­rância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomato­logia física (neuroadaptação). química ou adicção, dependentes químicos ou adictos. Não importa, a verdade é que essas definições enfatizam coisas tais como dependência fisiológica, dependência psicológica, dinâmica familiar, problemas comportamentais e moralidade. Esta lista poderia ser bastante incrementada, e qualquer um poderia chegar com sua própria definição e acrescentá-la à lista. Ainda assim, definir adicção para mim é sem dúvida importante para o processo de recuperaçãoA manutenção de qualquer forma de abstinência de álcool e/ou de drogas. O termo é particularmente associado com os grupos de ajuda mútua; entre os Alcóolicos Anônimos (AA) e outros grupos dos doze passos refere-se ao processo de atingir e manter a sobrie­dade. Posto que a recuperação é vista como um processo que dura toda a vida, um membro do AA é sempre visto internamente como um alcoólico “em recuperação”, embora o termo alcoólico “recuperado” possa ser usado fora do grupo.. Afinal de contas, no Primeiro Passo admiti impotência perante ela. Esta admissão é a fundação sobre a qual minha recuperação é construída. Então a pergunta "O que é Adicção?" é, de fato, relevante.

Neste questionário, vou tentar responder a esta e a outras perguntas relativasà adicção.

Existem pelo menos três tipos de usuários de drogas:

O usuário leve

. O usuário leve é alguém que usa drogasDrogas apenas por brincadeira, influência de " amigos", protesto contra alguma situação familiar etc. Ele não se deixa levar pelo ambiente da droga. Trabalha e/ou estuda normalmente, cria raízes, implanta família. Quando chega o momento de assumir suas responsabilidades diante do contexto social, simplesmente abandona as drogas.

O dependente psicológico

. O dependente psicológico tem efetivamente alguma dependência. Mas consegue abandonar o uso com relativa facilidade depois de uma terapia médica e uma desintoxicaçãoO processo pelo qual um indivíduo é afastado dos efeitos de uma substância psicoativa.Como um procedimento clínico, é o processo de afastamento da substância realizado de maneira segura e efetiva, de tal forma que os sintomas da abstinência são minimizados. O serviço no qual esse processo se dá é denominado de unidade ou centro de desintoxi­cação.Tipicamente, o indivíduo está clinicamente intoxicado ou já em abstinência no início da desintoxicação. A desintoxicação pode ou não envolver o uso de medicamentos. Quando os usa, o medicamento em geral é uma droga que apresenta tolerância cruzada e dependência cruzada em relação à(s) substância(s) usada(s) pelo paciente. A dose é calculada para aliviar a síndrome de abstinência sem induzir intoxicação e é gradualmente diminuída à medida que o paciente se recupera.A desintoxicação como um procedimento clínico implica que o indivíduo seja supervisionado até recuperar-se completamente da into­xicação ou da síndrome de abstinência física. O termo “autodesintoxi­cação” é usado algumas vezes para denotar a recuperação não assis­tida de um episódio de intoxicação ou de sintomas da abstinência.. Muitos fazem esse desligamento através da entrega de sua vida ao Senhor.

O dependente químico (adicto)

. Quanto ao dependente químico, ou adicto (denominação preferida pela instituição Narcóticos AnônimosVeja grupo de ajuda mútua.), a situação se complica. É portador de uma doença chamada dependência química, progressiva, incurável e fatal, conhecida também como adicção: tem obsessão para usar a primeira dose e, quando o faz, passa a sofrer de compulsãoQuando aplicado ao uso de substâncias psicoativas, o termo se refere a uma necessidade poderosa de consumir a substância (ou substâncias) em questão, necessidade esta atribuída mais a senti­mentos internos do que a influências externas. O usuário da substância pode identificar a necessidade como prejudicial ao seu bem-estar e pode ter uma intenção consciente de se refrear. Esses sentimentos são menos característicos da dependência do álcool e de drogas do que do transtorno obsessivo-compulsivo.Veja também:controle prejudicado; craving; necessidade impe­riosa. (não consegue mais parar). Deixa a droga influir em sua vida, coleciona fracassos, tem depressão, tenta o suicídio, envolve-se em crimes e falcatruas. É com ele que nos preocupamos. Mas antes de chegar ao ponto principal, achamos conveniente fazer alguns esclarecimentos:

1. Quais são as instituições envolvidas com a programação dos 12 Passos?

a. a primeira e mais antiga é a dos Alcoólicos Anônimos (AA)Veja grupos de ajuda mútua; grupo dos doze passos. Destinado especificamente ao dependente químico, ou adicto, que teve envolvimento com a droga lícitaUma droga que está legalmente disponível por receita médica em determinada jurisdição ou, por vezes, uma droga legalmente dispo­nível sem receita médica.Veja também:droga ilícita. - álcoolNa terminologia química, os álcoois constituem um nume­roso grupo de compostos orgânicos derivados de hidrocarbonetos que contém um ou mais grupos hidroxila (-OH). O etanol (ou álcool etílico, C2H5OH) é um dos membros dessa classe de compostos, e é o principal ingrediente psicoativo das bebidas alcoólicas. Por extensão, o termo “álcool” também é usado para referir-se a bebidas alcoólicas.O etanol resulta da fermentação de açúcar produzida por lêvedos. Em condições normais, as bebidas produzidas por fermentação têm uma concentração de álcool que não ultrapassa 14%. Na produção de álcoois por destilação, ferve-se uma mistura fermentada e o etanol que se evapora é recolhido como um condensado quase puro. Além do seu uso para consumo humano, o etanol é também usado como combustível, como solvente e na manufatura química (veja álcool impróprio para o consumo humano).O álcool absoluto (etanol anidro) é o etanol contendo não mais do que 1% de água por massa. Nas estatísticas sobre produção ou consumo de álcool, o álcool absoluto refere-se ao conteúdo de álcool (como 100% de etanol) das bebidas alcoólicas.Do ponto de vista químico, o metanol (CH3OH), também conhecido como álcool metílico e álcool de madeira (ou de amido), é o mais simples dos álcoois. É usado como um solvente industrial e também como um adulterador para desnaturar o etanol e torná-lo impróprio para o consumo (bebidas metiladas). O metanol é altamente tóxico; dependendo da quantidade consu­mida, pode produzir turvação da visão, cegueira, coma e morte.Outros álcoois impróprios para o consumo, com efeitos poten­cialmente nocivos, são consumidos ocasionalmente, como, p.ex., o isopropanol (álcool isopropílico, freqüente em desinfetantes) e etilenoglicol (usado como anticongelante em automóveis).O álcool é um sedativo/hipnótico com efeitos semelhantes aos dos barbitúricos. Além dos efeitos sociais do uso, a intoxi­cação pelo álcool pode resultar em envenenamento e até morte; o uso excessivo e prolongado pode resultar em dependência ou numa ampla variedade de transtornos mentais orgânicos e físicos.Os transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de álcool (F10) são classificados como transtornos decor­rentes do uso de substância psicoativa na CID-10 (F10-F19).Veja também:cardiopatia alcoólica; cirrose alcoólica; dano cerebral associado ao álcool; delirium; encefalopatia de Wernicke; escorbuto; fígado gorduroso alcólico; gastrite alcoólica; hepatite alcoólica; miopatia relacionada com álcool ou drogas; neuro­patia periférica; pancreatite alcoólica; pelagra; pseudo-síndrome de Cushing; síndrome amnésica induzida por álcool ou droga; síndrome de deficiência de tiamina; síndrome fetal alcoólica..

b. a segunda é o Al-AnonVeja grupo de ajuda mútua; grupo dos 12 passos. . Existe para cuidar dos familiares do dependente químico de álcool.

c. uma terceira chama-se Narcóticos Anônimos (NA), com o objetivo de ajudar os dependentes químicos ou adictos que usem abusivamente qualquer tipo de droga.

d. a quarta chama-se Nar-Anon e destina-se aos familiares (ou co-dependentes, num linguajar mais técnico) de quem usa abusivamente qualquer tipo de droga.

2. Qual a diferença entre AA e NA?

O AA reconhece a existência apenas de uma doença presumivelmente chamada de alcoolismo. Para a irmandade, tratar do alcoolismo é o bastante. Já o NA reconhece a existência de uma doença chamada DEPENDÊNCIA QUÍMICA, que, entre outros sintomas

, apresenta o do USO ABUSIVO DE DROGAS - aí incluída a droga lícita (álcool) e as ilícitas (maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva., cocaínaUm alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa. Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack. Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14)., etc). Importante frisar que NA considera droga até o tranquilizante - desde que sob uso abusivo e sem motivação médica comprovada. Para o NA, a dependência química tem outros sintomas - o mais comprovado é o desvio de caráter.

3. o que é a dependência química (adicção)?

É uma doença com raízes mentalSaúde mental é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognição ou emoção ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição"oficial"de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjectivos, e teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a"saúde mental"é definida. http://www.who.int/whr/2001/chapter1/en/index.html, World Health Organization, 2001 (obsessão) e física (compulsão). Atua em todas as áreas (física, mental e espiritual) do indivíduo. A dependência química/adicção é progressiva, incurável e de determinação fatal. Progride mesmo quando o dependente químico/adicto não está "na ativa"- ou seja, quando não está usando drogas. O dependente químico/adicto em recuperação consegue apenas estacionar a doença, nunca curá-la. E a doença mata degradando - acidentes de carro, suicídios, assassinatos. Quem não morre tem como outros destinos a prisões ou o hospício.

4. A dependência química/adicção é adquirida ou hereditária?

Nenhum estudo conseguiu comprovar a origem da doença. Há pouco tempo, um pregador brasileiro declarou sua satisfação de ter recebido uma educação evangélica - que, segundo ele, evitou seu envolvimento com drogas. É um grave equívoco, nos centros de recuperação existem dezenas de filhos e filhas de pastores que, apesar da educação severa, envolveram-se com drogas por causa da doença. Assim como existem milhares de lares desajustados onde, apesar de todo o sofrimento, não existem dependentes químicos/adictos.

5. como explicar o modus operandi de um dependente químico/adicto?

Há uma mulher muito bonita numa praia. Sozinha. O homem normal olha para a mulher, sente desejo por ela, pensa em assediá-la. Mas raciocina, lembra que ela pode ter namorado, noivo, marido. Acha melhor ir embora pra não se envolver em confusão (Reflexão e ação).
O dependente químico/adicto olha pra mulher, sente a obsessão e parte para o assédio, impulsivamente. Só depois é que vai pensar na conseqüência de seus atos (Ação sem reflexão).

6. o que são os 12 Passos?

As quatro irmandades paralelas aplicam uma terapia chamada de Programação dos 12 Passos. O dependente/adicto pratica cada um dos passos, um por um ou paralelamente, conseguindo ficar limpo (sem usar drogas) um dia de cada vez. Na Programação de 12 Passos, o dependente químico/adicto assume consigo mesmo o compromisso de ficar sem drogas apenas 24 horas de cada vez. Não existe passado ou futuro. Só o hoje. Um dos slogans mais conhecidos é "só por hoje nunca mais".

7. Todos são obrigados a praticar esses 12 passos?

Na programação ninguém é obrigado a nada. Tudo é apenas sugerido. Ninguém tem que dar satisfações a ninguém. Só a si mesmo. Se alguém entrar na programação para agradar ao pai, mãe, mulher, marido, a quem quer que seja, muito provavelmente recairá. Só consegue ficar limpo quem tem compromisso com si mesmo. Só por hoje.

8. Quem dirige AA e NA?

Ninguém. São as únicas organizações com estrutura administrativa baseada no anarquismo político que realmente deram certo. Não há chefes, nem diretores, nem gerentes. Quem manda é a consciência coletiva - um colegiado com todos os membros - e, acima dela, Deus. Para ser membro de AA ou Na basta querer parar de usar. Não precisa dar nome, endereço, nada. Não existem fichas ou cadastros. Ninguém fala em nome das irmandades. Qualquer posição é pessoal.

9. Qual a religião de AA e NA?

Não existe. As irmandades são espirituais, mas não religiosas. Os 12 passos falam de um Deus, mas "da forma como o adicto o compreende". Para evitar debates teológicos ou até mesmo fundamentalistas, as irmandades chamam Deus de "Poder Superior". Mas o segundo, o terceiro e o quarto passos recomendam uma aproximação maior com Deus. A programação deixa claro que sem Deus não existe recuperação.

10. Todo mundo que usa droga é dependente químico?

Não. Embora a programação limite-se a cuidar de quem é dependente químico/adicto, a experiência mostra que existem três formas de convívio com a droga:

- nenhum convívio. A pessoa nunca experimenta a droga ou, depois de experimentar, prefere outros caminhos.

- convívio por vício. O indivíduo tem uma dependência física ou emocional, que consegue deixar depois de um tratamento terapêutico ou mesmo porque resolveu mudar de vida.

- convívio por dependência química/adicção. O dependente/adicto não consegue deixar a droga, precisa de uma terapia específica - normalmente, só a programação de 12 Passos consegue estacionar a doença dele.

11. Como saber se alguém é dependente químico?

Embora existam sinais claros, AA e NA preferem que o próprio dependente reconheça esse fato. Admitir que tem a doença é o Primeiro Passo de um adicto. Eu não posso dizer que alguém é adicto. Só posso dizer que eu sou...

12. Como levar alguém para NA ou AA?

Preferencialmente, de forma alguma. O próprio dependente químico/adicto deve reconhecer sua necessidade de procurar uma irmandade. Só se dá ajuda a quem pede ajuda. Se eu não quiser ajuda, ninguém poderá fazer nada.

13. Al-Anon e Nar-Anon ajudam a cuidar de um adicto?

A doença é contagiante. Um familiar acaba adquirindo hábitos e comportamento de um dependente químico/adicto. As duas irmandades ensinam o familiar a cuidar de si próprio para não sofrer tanto com o adicto. Agora, claro que, frequentando uma irmandade, o familiar acaba descobrindo a existência da doença, como se manifesta e, assim, acaba também por agir de forma diferente junto ao dependente. E no final influi na decisão de o dependente procurar ajuda também.


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Era um usuário de Crack diariamente;

Já era usuário quando tinha 16 anos com maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva. e 18 com cocaínaUm alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa. Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack. Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14).,mas controladamente e fiquei quatro anos sem usar dorgas químicas com 23 anos comecei a usar com mais frequencia cocaína, mas tinha controle do uso da drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos., nunca dei problemas e sempre mantive em ordem as mihas coisas, trabalho e estudo etc.. Mas com uns 27 anos experimentei o tal do CrackVeja cocaína., sempre tive medo de usar esta droga, eu achava que não era droga para mim, que era para pessoas com problemas realmente sérios, mas um dia que estava na casa de praia de uma amigo que usava onde eu estava em um relacionamento conturbado e eu sempre triste por causa deste relacionamento, e peguei e usei,mas não curti na primeira vez que usei, mas com um tempo fiquei obsecado,parei de usar maconha e cocaína e só passei à usar crack, passei a usar sem parar me escapei de morrer de infarto várias vezes pela quantidade de vezes que usava durante o dia, e todos o dias se parar larguei amigos e tudo só andava com quem usava crack, usava mais do que água e comida, até um dia maravilhoso minha namorada achou no meu carro um ferramenta de uso da droga, e me desmascarou, ela me levou para o N.A. onde aprendi a utilizar os passos principalmente o 1º que é admitir a impotência pela droga, e utilizar alguns princípios, que é evitar lugares amigos e hábitos da minha vida passada ativa com a droga, e querer para de usar e acreditar no meu poder superior que é o meu Deus porém nunca precisei ficar enternado só quis realmente para de usar mesmo,mudei de cidade larguei emprego amigos e comecei tudo de novo,pensei assim melhor começar de novo do que perder a minha vida, pois terei mais pelo menos 50 anos só por hoje, e dois anos não fariam diferença na minha vida, e sim melhorou e salvou miha vida esta minha atitude, estou há 1 ano e 11 meses e 19 dias limpo está quase na hora de eu ganhar a minha ficha de 2 anos limpo e sereno só por hoje com os meus pés no no chão e com muita humildade para falar isso,ou seja sem usar drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. cigarro e bebidas alcólicas, onde comecei a viver mesmo.Hoje estou muito feliz, tenho um bom emprego, estou casado com uma mulher maravilhosa, estou fazendo pós-graduação na minha áera de trabalho, o N.A. me fez encontrar a minha vida, só pr hoje eu vivo N.A. e vou as reuniões todos os dias que posso ir durante a semana mas não fico sem ir no máximo durante uma semana lá é a minha segunda casa a minha segunda família eu adoro ir para as reuniões agora meus amigos estão lá, e terei gratidão pelo resto da minha vida, (só por hoje). Espero que esta partilha possa ajudar algumas pessoas que estão querendo relamente viver melhor sem drogasDrogas, espero que estás pessoas que estão precisando de ajuda, que deixem Deus tocarem seus corações que que vão buscar ajuda, que o N.A. funciona, experimente esta nova e maravilhosa maneira de viver, seja feliz, só por hoje. Obrigado. Que todos tenham um dia com muita sobriedade(1) Abstinência continuada do uso de álcool e de drogas psicoativas (veja recuperação).(2) No uso corrente dos Alcoólicos Anônimos e de outro grupos de ajuda-mútua, refere-se à aquisição e manutenção do controle sobre a vida e seu equilíbrio, em geral. “Limpo” , “seco” e “direito” são alguns sinônimos de sóbrio, principalmente em relação a drogas.(3) Menos freqüente atualmente, a moderação ou padrões habituais de ingestão moderada, próximo do sentido inicial de tempe­rança.,serenidade e muitas 24 horas sem drogas, bons momentos.

era um cronico do crack...

Hoje estou em recuperaçãoA manutenção de qualquer forma de abstinência de álcool e/ou de drogas. O termo é particularmente associado com os grupos de ajuda mútua; entre os Alcóolicos Anônimos (AA) e outros grupos dos doze passos refere-se ao processo de atingir e manter a sobrie­dade. Posto que a recuperação é vista como um processo que dura toda a vida, um membro do AA é sempre visto internamente como um alcoólico “em recuperação”, embora o termo alcoólico “recuperado” possa ser usado fora do grupo. a um ano e cinco meses,com a graça de Deus e minha pequena força de vontade.Quando cheguei na clinica descrente com vontade de morrer e cada dez pensamentos nove e meio me despertava a vontade forte de usar o crackVeja cocaína.,minha família não tinha mas esperança em mim e nem eu,sonhava com drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. toda noite,tomava quatro remédios por dia era muito ansioso,obsessivo pela droga, pois na verdade eu gostava de sentir a sensação gostosa que o crack me causava,mas quando percebi as consequências que ela causou na minha vida percebi então que essa era a arma para enganar a minha obsessão e parar de falar da ativa (passado) e comecei a pensar coisas construtivas como começar a ler livros como do padre Fabio de Melo(Quando o sofrimento bater em minha porta), li vários livros,e orei muito mas muito para DEUS,cheguei a fazer promessas e cumpri-las e Deus cumpriu com a dele e descobri que só através de muita renuncia e oração dentro dos doze passos que hoje tenho muita vontade de viver, hoje tenho esperança não tenho medo do futuro,pois eu vivo o agora e só por agora eu admito,acredito e entrego minhas vontades e minha vida aos cuidados de Deus então eu vivo só por agora. Todas as noites antes de deitar agradeço ao meu poder superior por ter conseguido só por hoje estar limpo. Fiz o curso do FEBRACT(Federação Brasileira de Comunidade TerapêuticaUm ambiente estruturado no qual indivíduos com transtornos por uso de substância psicoativa residem para alcançar a reabi­litação. Tais comunidades são em geral especificamente destinadas a pessoas dependentes de drogas; elas operam sob normas estritas, são dirigidas principalmente por pessoas que se recuperaram de uma dependência, e são em geral isoladas geograficamente. As comuni­dades terapêuticas são caracterizadas por uma combinação de “teste de realidade” (através da confrontação do problema relacionado ao uso de droga do indivíduo) e de apoio dos funcionários e de co-residentes para a recuperação. Elas têm geralmente uma linha muito similar à dos grupos de ajuda mútua tais como Narcóticos Anônimos.Veja também:pensão protegida.) e o curso do DENARC,hoje sou monitor da comunidade que salvou minha vida,tenho uma namorada que sabe de tudo da minha vida,me da maior força na minha recuperação que é diária, ela é psicologa, trabalhamos juntos na mesma comunidade. Deus devolveu tudo o que a droga tirou de mim em pouco tempo, então tenho muita gratidão a Deus por tudo isso. Espero que o meu depoimento ajude a salvar vidas. PS:se alguém precisar de internação, palestras e ou orientação para as famílias, meu e-mail é jcvluzavida@hotmail.com

Infelizmente ...histórias iguais

Ola !! Li quase todas as histórias aqui escritas, e me vi em quase todas as situações. Fui companheira de um adicto a mais de 10 anos, e vejo que adicção é a pior doença que o ser humano pode ter. Vivi de momentos....e por muito tempo achei que podia ser pra sempre. Poderia acreditar que ele ficaria limpo , e que pra sempre seriamos felizes...mas não é assim ...vai e volta ... Se você ama alguém com essa doença, tem que ter conciencia do que vai enfrentar. Estou escrevendo no anomimato e mesmo assim meço as palavras para escrever. Já apanhei, já fui roubada, humilhada, injustiçada, amada, adorada e enganada. Tenho muitas angutias, coisas que não dá pra esquecer. Se pudesse voltar atras, nunca nesta vida teria ficado um dia se quer com este homem. Quem ainda tem opção de escolha, "antes so do que mal acompanhada" é perfeita essa frase . Viver com um adicto e tentar se matar , não conseguir, escolher sofrer a dor da morte de um grande amor diariamente .. Enfim ...Hoje consegui ficar sozinha, mas perdi coisas que não tenho como recuperar. Desejo sorte a todos ..infelizmente não sou hipocreta ..so isso .. S.D.M.G

Quem dirige NA

Frequento NA há 16 anos. Estou limpo há 9 anos e três meses (Só por Hoje). Quero parabenizar o autor do site pelo conteúdo apresentado e pela intenção de ajudar o adicto que ainda sofre, inclusive disponibizando links para o acesso a grupos da irmandade, mas gostaria de fazer algumas sugestões quanto ao texto. Alguns fragmentos não condizem com a nossa literatura. Dizer que a estrutura de serviços da irmandade é "baseada" no anarquismo político fere o nosso preâmbulo, que diz que "NA não está ligado a nenhuma seita ou religião, nenhum partido político, nenhuma organização ou instituição; não deseja entrar em qualquer controvérsia; não apóia nem combate quaisquer causas. Nosso propósito primordial é mantermo-nos limpos e ajudar o adicto que ainda sofre". Diante disso, talvez o mais apropriado (faço apenas uma sugestão) seria explicar que: "NA não tem chefes, uma vez que não é ligado a nenhum partido politico, a nenhuma religião ou qualquer outro movimento ou institutuição. Apesar dessa desvinculação com qualquer influência externa, tem uma estrutura de funcionamento que parece lembrar o anarquismo clássico, baseadoUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva. na utopia política de um estado ideal sem chefes, sem Estado e sem governo". Gostaria de fazer uma observação também quanto a trechos nos quais há informações sobre três tipos de usuários que apresentariam graus variados de dependência(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio, funcionamento ou sobrevivência. Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a neces­sidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psico­ativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoo­lismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “depen­dência” em substituição a adicção e hábito10. O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (depen­dência de drogas, dependência química, dependência do uso de subs­tância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide). Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicá­veis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a depen­dência fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orien­tação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de absti­nência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tole­rância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomato­logia física (neuroadaptação)., alguns usando drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. apenas por diversão e curiosidade, que abandonam o uso na medida em que vão amadurecendo e assumindo as responsabilidades da vida; outros dependentes psicológicos, que deixam as drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. após tratamento especializado, e uma terceira espécie de adicto que seria o que muitos se autodefinem nos grupos de NA de doentaço que só conseguiu parar de usar depois de uma derrota completa, de inúmeras perdas, desmoralização e fracasso (grifo meu). Concordo com tudo isso que está dito no site, mas faço apenas uma ressalva, não há nada sobre isso na literatura de NA. NA não distingue adictos pelas drogasDrogas que usou ou pelo seu passado; não há membros ou possíveis membros da irmandade mais ou menos adictos do que outros; o que interessa é o desejo de parar de usar. Pelo visto, trata-se de opinião do autor do texto (que, percebe-se, conhece realmente a fundo a adicção, talvez até seja companheiro), mas sugiro que, para não dar a entender que tais afirmativas expressam a opiniao de NA, fique explicitado no texto que trata-se de uma visão da instituição Cada Dia a respeito do perfil do adicto. Há também um trecho do texto em que se alude que o adicto mais complicado chega a um fundo de poço no qual "tenta suicídio" e comete outras formas de violência explicitadas de forma generalizada. Talvez o apropriado seja não generalizar. Muitos realmente tentaram suicídio, outros assaltaram, outros foram presos, mas nem todos fizeram isso (acredito até que a maioria não o fez, pois chegou na sala antes de se expor a esse tipo de risco). Por isso sugiro que seja incluído algo mais ou menos assim: o adicto que continua a usar "pode" tentar suicídio, pode ser preso, pode praticar assaltos e outros formas de desonestidades na tentativa de conseguir recursos para continuar usando". Gostaria de sugerir também que o texto seja melhor organizado, pois em muitos fragmentos fica dúbio se determinadas citações foram extraídas da literatura de NA ou se se tratam de opiniões do redator do conteúdo. Sugiro que toda referência a Narcóticos AnônimosVeja grupo de ajuda mútua. sobre adicção seja sustentada por algum trecho de nossa literatura, isentando a irmandade de possíveis interpretações equivocadas. Um grande abraço a todos.

O MEU NAMORADO USA DROGAS

BEM QUANDO COMEÇEI A NAMORAR ELE ELE NÃO USAVA MAS ANTES DE NAMORAR ELE USAVA,AGORA NO FINAL ELE ME CONTO QUE TAVA USANDO E QUE PRECISAVA DE AJUDA ELE É VETERINÁRIO NÃO DEIXOU DE TRABALHAR E NEM ROUBOU,ELE ESTA INTERNADO EM UMA CLINICA DE DEPENDENTES MAS SINTO QUE O VERDADEIRO PROBLEMA DELE É PSICOLÓGICO,E POSSÍVEL ELE NUNCA MAIS USAR QUANDO SAIR?ELE É USAVA COCAÍNAUm alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa. Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack. Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14).,FICO PENSANDO TO MUITO ANGUSTIADA DE QUE QUANDO ELE SAIR ELE NÃO QUERER MAIS FICAR COMIGO TENHO MUITO MEDO POIS AMO MUITO ELE,ALGUEM PODE ME AJUDAR

NAO ACHO QUE TODO DEPENDENTE

NAO ACHO QUE TODO DEPENDENTE QUIMICO E CASO PERDIDO ALIAS NINGUEM E SOU UM ADCTO TAMBEM E HOJE COM FORÇA DE VONTADE SAI DESSA LIMPO NAO FICO FEDENDO TOMO BANHO TODOS OS DIAS SOU UM CARA BONITO NAO PASSO FOME NAO DOU TRABALHO AO S MEUS PAIS E NEM MAL EXEMPLO A MEUS FILHOS EU ACREDITO EM MIM E NINGUEM MATA MINHA VONTADE DE VIVER E VENCER

adicção

sou adicto e só por hoje tenho 3 anos 2 meses e 16 dias limpo quero dizer que aa e na funcionam mesmo.eu fui internado e na clinica eu conheci o programa de na e tenho feito e vivido os 12 passos.minha vida mudou por completo.alem de não usar mais drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. nenhuma,aprendi a me controlar em outras areas de minha vida.viva na.

To Limpa

Oi sempre bebi mas com minha separação me aprofundei na bebida usei cocaina durante 1 ano entrei pra igreja evangelica lutei muito mais hj to limpa a 8 meses... to tentando permanecer... mas a impressão q tenho é q posso cair a qualquer hora... as circunstancias ti levão a querer voltar pra traz... Queria saber se sempre vai ser assim se eu sempre vou ter q lutar contra isso... nossa doi tanto vc ver uma bebida e ñ beberIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica. vc quer cheirar e ñ poder...as vezes por dentro o sangue parece ferver a minha garganta pedi o alcool o meu nariz arde como se eu tivesse cheirado e isso me endoida pq ñ quero sentir isso... e tbm depois q eu parei de cherar tudo q é produto quimico candida, sabão em po etc mi irrita de mais e corroi o meu nariz como se eu tivesse cheirado... Queria saber se vai ser assim pra sempre... Se pra sempre terei de conviver com isso... Obrigada... L

Em recuperação!!!

Olá, tenho 21 anos e 9 de adicção ativa. De muito sofrimento. Cheguei a perder minha familia, meu filho tinha medo de mim, começei a roubar, a me prostituir, a manipular, mentir, enganar, perdi meu respeito, minha dignidade, meu amor próprio, minhas amizades, minhas qualidades já haviam sido enterradas e só sobravam meu defeitos de caráter. Minhas vontades e minhas melhores idéias tinham me levado pra biqueira. Fui usuaria de todas as drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. ilicitas (bebidas, maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva., cocaínaUm alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa. Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack. Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14)., crackVeja cocaína...), até medicamentos me tornei dependente. Não conseguia dar pro outro aquilo que não dava pra mim mesma. Fui internada 3 vezes e já havia tentado vários suicidios que refletiam meu desespero, pois não achava que havia mais esperança. Na minha 3º internação conheci a programação de 12 passos e foi o que me salvou. Relutei mesmo dentro do centro de tratamento e quando caí em conciência que minha familia sempre estava ao meu lado parei de lutar e me rendi. Aceitei. Começei a fazer o sugerido e até os medicamentos de tarja preta abandonei. Depois de várias abstinências (que até hoje tenho) consegui a reapreender a lidar com meus sentimentos e comportamentos e aprendo até hoje! Estou a 7 meses limpa e estou fazendo meu curso de conselheira na clinica que acabo exercendo no meu dia-a-dia. Volto pra casa a cada 15 dias e sou super bem recebida pelos meus pais e meu filho. Hoje tenho minhas crenças, minha religião, e estou aprendendo a me amar todos os dias. Todos o choros, as abstinências e as brigas que tive dentro da clinica valeram a pena por SPH eu me sentir de novo adequada a uma familia de verdade! Vale á Pena. e é possivel. Basta ter o desejo sincero de parar de usar e muita boa vontade, mente aberta e honestidade. Ficar limpa Dói!!! Obrigada boas 24hrs pra vcs...

socorro

quero ajudar meu namorado tem 38 anos ja foi enternado,preso,tenho vontade de ajuda-lo como faço?? Pois confia em mim,faz uso tdos os dias de maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva.,e as vezes mistura o crackVeja cocaína. no meio da maconha.Não sou usuaria nao conheço nem sei como fazer.Tenho 42 anos mas nesse aspecto sou somente compreensiva sem brigas e converso muito falando sobre DEUS.espero resposta.

tenha fé

AMIGA CONTINUE LUTANDO,NÃO DESISTA DELE,POIS PARA DEUS NADA É IMPOSSIVEL,E QUANDO DEUS AJE ELE TRANSFORMA ATÉ OS PIORES,FORÇA FICA COM DEUS..........

Sugestão a uma pergunta.

Cara Socorro, sugiro que pra ajudar seu namorado, você vá a um grupo de apoio à família e/ou amigos de adictos (por exemplo: Nar-Anon - Grupo de Apoio aos familiares de Narcóticos AnônimosVeja grupo de ajuda mútua.). Lá você poderá encontrar as respostas para ajudar a si mesma e ao ente querido. Abraço, Márcia.

dependencia Química

Tenho 41 anos fui casada por 9 anos, meu marido nunca se considerou viciado, dizia que a drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. não o controlava, há três anos desisti do casamento, tenho duas filhas e percebi que estávamos sofrendo e adoecendo com ele, fiz de tudo para ajudá-lo, tudo mesmo, mas foi em vão, pois o só o viciado pode decidir se afastar das drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos., por mais que a gente queira a decisão é dele. Hoje ele admite ser um adicto, mas continua recusando tratamento. Tenho esperanças de que um dia ele tome consciência e procure ajuda, pois eu não conseguia ajudá-lo. Meu conselho para você é: afaste-se dele, pois esta doença dele vai te levar junto com ele para o sofrimento e só ele mais ninguem pode se ajudar!!!

AJUDA

SE SOUBER DE ALGO ME FALE TAMBEM TENHO ESSE PROBLEMA PRECISO DE AJUDA

Recuperação

Olá! tenho um irmão que hoje está com 42 anos e é um adicto em recuperaçãoA manutenção de qualquer forma de abstinência de álcool e/ou de drogas. O termo é particularmente associado com os grupos de ajuda mútua; entre os Alcóolicos Anônimos (AA) e outros grupos dos doze passos refere-se ao processo de atingir e manter a sobrie­dade. Posto que a recuperação é vista como um processo que dura toda a vida, um membro do AA é sempre visto internamente como um alcoólico “em recuperação”, embora o termo alcoólico “recuperado” possa ser usado fora do grupo.. O local ao qual ele está internado, não aplica os doze passos mas, ele foi indicado por pessoas maravilhosas que Deus colocou em nossos caminhos. Este meu irmão chegou no fundo do poço. Quando estive na casa dela para leva-lo para o tratamento, fiquei em estado de choque, pois como não o via a muito tempo, sua aparência estava assustadora. Muito magro, envelhecido, sofrido, alucinado e realmente destruíodo pelas drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.. A situação ficou tão complicada que, ele vendeu tudo que tinha dentro de casa, mais tudo mesmo, desde televisão, geladeira, sofá a toalha de banho, pratos, talheres e até um relógio de cabiceira. A casa dela não tem absolutamente nada! nem um garrafão de água, tudo foi tracado pelo maldito crackVeja cocaína.. Estou tão chocada com a situação de meu irmão que, estou precisando muito saber o que fazer para ajudar outras pessoas que precisam sair deste vicío. Preciso de ajuda para implantar nesta comunidade (Jardim Paulista) PE, alguma tipo de apoio para familiares e usuarios de drogasDrogas. Sinto-me muito impotente diante do ocorrido com o meu irmão. Como eu era muito jovem quando ele começou a usar maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva., até achava que não tinha nada demais... ERRO! está droga só abriu as portas para outras mais pesadas e por não saber como agir, meus pais o colocaram para fora de casa. Isso só piorou a situação... Ele foi morar com sua namorada que, é uma guerreira... Aguentou durante todos esses anos (16 a 42), todas as crises e tudo que meu irmão fazia. Enquanto nossa família, achava que já tinha feito tudo que podia... achavamos, que era safadeza... Não sabiamos que estavamos tratando de uma doença... Isso porque viamos o forma que ele tratava nossa mãe, usando palavras feias e tendo atitudes piores... Hoje entendo que poderiamos ter feito algo antes que ele chagasse ao final do poço. A ignorancia nos fez desistir quando não deveriamos ter desistido... Mas, como tudo só acontece na hora determinada por Deus, tivemos que passar todos esses anos para entendermos e para que ele tivesse conciência e pedisse ajuda. Hoje, estamos orando a Deus para que ele saia desta reabilitaçãoNo campo relacionado ao uso de substâncias psicoativas, o processo através do qual um indivíduo com um transtorno por uso de uma dessas substâncias atinge seu máximo possível estado satisfa­tório de saúde, de funcionamento psicológico e bem-estar social [A Organização Mundial da Saúde define a reabilitação psicossocial como “um processo que facilita aos indivíduos deficientes, incapacitados ou inválidos a oportunidade de atingirem seu nível máximo de funcionamento independente em suas comunidades. Isso implica tanto a melhoria das capacidades individuais como a introdução de modificações ambientais a fim de proporcionar a melhor qualidade de vida possível aos indivíduo que tenham sofrido de uma doença mental, ou que tenham alguma deficiência de suas capacidades mentais que resulta em qualquer grau de incapacidade.” (WHO. Psychosocial rehabilitation: a consensus statement.Doc.: WHO/MNH/MND/96.2, Geneva, WHO, 1996)].A reabilitação segue uma fase inicial de tratamento (que pode implicar desintoxicação e tratamentos médicos e psiquiátricos). Compreende uma ampla variedade de abordagens, que incluem terapia de grupo, terapias comportamentais específicas para prevenir a recaída, partici­pação em grupos de ajuda mútua , residência em uma comunidade terapêutica ou em uma pensão protegida, treinamento vocacional e emprego protegido. A expectativa é a de uma reintegração social na comunidade em geral. pronto para ajudar outroas pessoas e ajudar-se para que cada dia seja uma novo dia. Com fé em Deus vamos conseguir! Micheli Marques

Preciso de orientação...

Olá, boa noite a todos! Comecei a namorar um moço e na mesma semana em que começamos a namorar, ele me disse que havia usado cocaínaUm alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa. Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack. Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14). por 1 ano, depois de aproximadamente 1 ano sem usar foi a uma festa, bebeu muito e depois cheirou muito a ponto de passar mal e desmaiar varias vezes e ir ao hospital. Desde então ele nao usou mais e afirma que nunca mais quer isso para ele. Isso já faz 9 meses...a principio eu achei que ele realmente não iria usar mais, mas me disseram que se usar uma vez a pessoa pode ter recaidas a qualquer momento mesmo que se passe muito tempo sem usar. Apesar de eu acreditar que ele não use mais mesmo, estou preocupada, será que ele vai mesmo ter uma recaídaO retorno ao uso de bebida ou de outra droga após um período de abstinência, freqüentemente acompanhado pela reinstalação de sintomas de dependência. Alguns autores fazem distinção entre recaída e deslize, este último denotando uma ocasião isolada do uso de álcool ou droga.? Será que o fato dele decidir que não vai mais usar já basta, ou ainda assim ele pode recair? Ele precisa de tratamento? Eu o amo muito e estamos pensando em nos casar, mas estou muito preocupada que esse problema prejudique nossa vida futuramente e por isso estou pedindo ajuda, não sei o que fazer, estou com medo...obrigada!

orientação

Tudo o que vc está relatando aconteceu e vem acontecendo comigo e meu marido. Moral da minha história, cada dia que passa ele está pior, não mudou em nada, somente são promessas, hoje já estou casada e com filho, e nada mudou, já ficou internado, já fez desintoxicaçãoO processo pelo qual um indivíduo é afastado dos efeitos de uma substância psicoativa.Como um procedimento clínico, é o processo de afastamento da substância realizado de maneira segura e efetiva, de tal forma que os sintomas da abstinência são minimizados. O serviço no qual esse processo se dá é denominado de unidade ou centro de desintoxi­cação.Tipicamente, o indivíduo está clinicamente intoxicado ou já em abstinência no início da desintoxicação. A desintoxicação pode ou não envolver o uso de medicamentos. Quando os usa, o medicamento em geral é uma droga que apresenta tolerância cruzada e dependência cruzada em relação à(s) substância(s) usada(s) pelo paciente. A dose é calculada para aliviar a síndrome de abstinência sem induzir intoxicação e é gradualmente diminuída à medida que o paciente se recupera.A desintoxicação como um procedimento clínico implica que o indivíduo seja supervisionado até recuperar-se completamente da into­xicação ou da síndrome de abstinência física. O termo “autodesintoxi­cação” é usado algumas vezes para denotar a recuperação não assis­tida de um episódio de intoxicação ou de sintomas da abstinência. diversas vezes, e nada. Também acha que se nos casassemos tudo seria diferente, mas ficou foi pior, todos os finais de semana durmo sozinha, eu e meu filhinho. Pule fora enquanto é tempo. Nunca tive ninguém para me falar isso, é uma pena, hoje estamos casados a 9 anos, me arrependo amargamente. Hoje já até abri mão, antes não dormia preocupada, quando chegava quinta-feira, já ficava pensando no final de semana.....hoje já nem ligo mais. pule fora amiga, bjos torço por vc

olá boa tarde !!! deixei um

olá boa tarde !!! deixei um desabafo hje pela manhã e quero pedir desculpas por nao ter dito bom dia antes de começar escrever.Então tô passando me desculpar com tds.sou A.C.O.S

duvida

conheci um rpz ano passado e começamos namorar ,com tres meses juntos e achando o comportamento dele estranho, pois, ele é uma pessoa trabalhadora mesmo mas nunca tinha dinheiro ai ele resolveu me contar que usava cocaina de vez em quando só que quando começava nao queria mais parar.eu nunca usei nda nem maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva. nem cocaina , aliás só bebo uma cerveja de vez em quando.fiquei sem saber o que fazer mas me dispus a ajuda-lo sair dessa ele me pediu ajuda, mas todas as vezes ki marquei p ele ir cetad ele n foi.Em agosto agora ele se separou de mim e ai piorou td começou a usar td final de semana agora voltou e disse que n quer mais essa vida marquei de novo p o dia 16/11/11ele tá bm interessado.eu já disse p ele que n vou aguentar mais . por favor me digam como devo agir se deixo e saiu fora ou fico até o final?eu gosto dele e digo isso n é vida p ele ou p ninguem me oriente por favor.como agir com ele jogo duro ou o apoio de qualquer jeito A.C.O.S

Experiencia própria

Querida amiga, a sua história é a minha. E hoje no intuito de ajudar,e com o passar dos anos, me casei, tive um filho de 09 anos com meu marido,fora da bebida, ele é um marido que qualquer mulher pediu a Deus. Já ficou internado, já pediu diversas vezes ajuda, teve diversas recaídas. E com o passar dos anos, tudo continua na mesma, ou até pior, pois ele bebe e some, vem chegar em casa raiando o dia. Já chegou diversas vezes ficar até 3 dias fora de casa. E meu filho me pergunta, e eu não sei o que falar, em relação a atitude de seu pai. Nem ele tendo um filho "que dizia ser seu sonho", não o mudou em nada. Conselho : Caia fora, antes que ele acabe com sua felicidade, e vc acaba se tornando refén, pois terá medo dos finais de semana, de ir a um aniversário,um casamento, ou a qualquer tipo de lugar que tenha bebida, pois a porta de entrada das drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. é a bebida......caia fora enquanto é tempo.

DUVIDA

Amiguinha, primeiro devo esclarecer a você que o seu namorado tem uma doença incurável, essa doença é crônica e progressiva pois ele tem sempre a necessidade de usar mais e mais.Seu namorado é compusivo e obsessivo, compulsivo porque sente vontade enorme em usar as drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. e obsecado, porque so pensa nelas, dispensa passeios, nao tem vida social, nao se cuida e até por veze nao tem interesse sexualA saúde sexual refere-se às áreas da medicina envolvidas com a reprodução humana e comportamento sexual, as doenças sexualmente transmissíveis, os métodos contraceptivos, anticoncepcionais, entre outros...geralmente o dependente quimico tem personalidade arrogante, sao mentirosos, fazem mil promessas que nao podem cumprir, nao tem amor e nem consideraçao a nada e a ninguem, é um escravo do prazer que a droga faz.Nao ficam no emprego por muito tempo, e nao suportam a rotina, quem convive com um dependente tem sempre que ficar renovando, confesso ´que é muito cansativo...Amiguinha pra cuidar e viver com um dependente tem que ser madre tereza de calcutá,, temos que ter paciencia com a arrogancia deles e a irritaçao que é uma constante neles enquanto sem droga eles estiverem.Nao adianta falar, nem implorar, quando eles tem vontade de pegar uma carreira nem seu pranto ou suplica dá jeito.Entao depois dessa pequena explanaçao, veja bem se vc realmente quer isso pra voce, porque ele pode passa a ser a sua droga...Se vc optar por ficar com ele e ajudá-lo, prepare entao a sua agenda de atividades: hipnose, Reik, psicologos, terapeutas,homeopatiaHomeopatia (da Língua grega ὅμοιος + πάθος Transliteração hómoios- + páthos ="semelhante"+"doença") é um termo criado por Hahnemann (1755-1843) para designar um método terapêutico cujo princípio está baseado na similia similibus curantur ("os semelhantes curam-se pelos semelhantes"). Confunde-se-a com a fitoterapia, por conta dos produtos usados em suas formulações, embora ambas tenham corpo ideológico e metodologia essencialmente distintos. De fato, o tratamento homeopático consiste em fornecer a um paciente sintomático doses extremamente pequenas dos agentes que produzem os mesmos sintomas em pessoas saudáveis, quando expostas a quantidades maiores. A droga homeopática é preparada em um processo que consiste em diluição sucessiva da substância, sucussão e"dinamização"(ou"potencialização"), em uma série de passos. Homeopatia não se acha pacificamente inserida como especialidade médica em todos os países. Mesmo aqueles que lhe conferem alguma aceitação oferecem-lhe certas restrições, ou de natureza institucional (as comunidades científico-médicas, os conselhos médicos, as ordens médicas etc.) ou de cunho legal (as disposições normativas pertinentes na ordem jurídico-política de cada país). Consideram-se questionáveis, sob a ótica da metodologia científica vigente, tanto o princípio como as técnicas, que deveriam ser provados e aprovados segundo os cânones do método científico moderno. Em particular, citam-se: (1) os altos níveis de diluição (variando de acordo com o medicamento), que conduziriam a eventual ineficácia por inexistência de princípio ativo; (2) a falta de estudos acadêmico-científicos que comprovem a eficácia de tal método (sobretudo estudos de duplo-cego); e (3) o grande número de estudos científicos com resultados negativos — que comprovam a ineficácia da homeopatia., oraçoes,etc etc... Todavia essas terapias so poderão ajuda-lo SE ELE QUISER, mas como eles tem pouca força de vontade, e nao tem muita "queiraça" (SIC) prepare-se para muitas recaidas e ressacas morais que ele terá...Pense bem, no que vc quer pra vc...noites insones, preocupaçao quanto às saidas dele, bem voce terá um filho pra cuidar, ele deixará de seu seu homem e passará a ser seu filho.. Essa doença é forte demais uma vez que entrou por essa porta nao tem mais volta, pode apenas parar e ter controle. Boa sorte, e um grande abraçoi.

Gratidão

Ola...sou adicta em recuperaçãoA manutenção de qualquer forma de abstinência de álcool e/ou de drogas. O termo é particularmente associado com os grupos de ajuda mútua; entre os Alcóolicos Anônimos (AA) e outros grupos dos doze passos refere-se ao processo de atingir e manter a sobrie­dade. Posto que a recuperação é vista como um processo que dura toda a vida, um membro do AA é sempre visto internamente como um alcoólico “em recuperação”, embora o termo alcoólico “recuperado” possa ser usado fora do grupo. e estou limpa a 4 anos e 10 meses...so por hoje...Queria expressar minha gratidão a NA ...como um todo...Graças a Deus da maneira que eu compreendo,aos companheiros...minha vida tem sido abençoada...Não me drogo,sou mãe,consigo trabalhar...sou um membro produtivo da sociedade...Queria dizer aos familiares que não deixem seus adictos...Mas que cuidem de si...Porque o adicto só vai parar...quando ele quiser parar...Não adianta...bater,trancar,ameaçar,rezar por ele...Ele não vai parar ate que queira...Acredito que cada um tem sua hora...e ela chega no momento certo...Oro por vcs familiares e por todos os companheiros que ainda não chegaram...Meu carinho e respeito a todos....

Indicação de uma clínica que aplica os 12 passos.

Tenho um sobrinho que tinha problemas com drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. e estava deixando toda família preocupada. A mãe e o Pai dele não sabiam mais o que fazer. Antes das drogasDrogas ele era uma pessoa normal, responsável, trabalhador, etc. Depois que virou dependente praticava pequenos delitos para manter o vício. Agora ele foi internado em uma clínicaClínica médica, no Brasil, também conhecida como Medicina Interna e Clínica geral, é a especialidade médica que trata de pacientes adultos, atuando principalmente em ambiente hospitalar. Inclui o estudo das doenças de adultos, não cirúrgicas, não obstétricas e não ginecológicas, sendo a especialidade médica a partir da qual se diferenciaram todas as outras como Cardiologia e Pneumologia.No Brasil, o especialista em Clínica médica deve cumprir, além do curso de Medicina, dois anos de Residência médica.Em Portugal, trata-se de um termo actualmente a cair em desuso. Em sua substituição, surgiu a Especialidade de Medicina Geral e Familiar, mais abrangente e de natureza diferente.
  1. Clínica
  2. Angiologia
  3. Cardiologia
  4. Dermatologia
  5. Endocrinologia
  6. Gastroenterologia
  7. Geriatria
  8. Hematologia
  9. Infectologia
  10. Nefrologia
  11. Neurologia
  12. Pediatria
  13. Pneumologia
  14. Psiquiatria
  15. Reumatologia
que aplica os 12 passos. Ele está tendo resultados muito bons. A família realmente acredita que ele está melhorando. A clinica está precisando de pacientes continuar o trabalho. Ela fica em um sítio em matozinhos e é muito bem estruturada tem de tudo para ajudar os dependentes ou adictos a se tratarem. O site da clínica é www.ctnewwayoflife.com.br e o telefone é 31-9657-9449.

Crack

Meu marido é dependente quimico de maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva., cocaínaUm alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa. Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack. Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14)., alcool há mais de 15 anos. Há aproximadamente um ano se tornou dependente também do MESCLADO. Desde entao nossa vida se tornou um inferno. Ele se tornou muito violento, não para em trabalho algum pois falta demais, gasta todo dinheiro em drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos., já chegou a vender coisas de casa e nos últimos meses a situação se tornou insustentável. Não ficava mais de 2 dias sem o mesclado. Temos uma filha de 3 anos e ele chegou ao ponto de ficar dias fora de casa e voltar transtornado, e eu ficava trancada no quarto com minha filha. Há um mês falei para ele se decidir, ou iria para uma clínicaClínica médica, no Brasil, também conhecida como Medicina Interna e Clínica geral, é a especialidade médica que trata de pacientes adultos, atuando principalmente em ambiente hospitalar. Inclui o estudo das doenças de adultos, não cirúrgicas, não obstétricas e não ginecológicas, sendo a especialidade médica a partir da qual se diferenciaram todas as outras como Cardiologia e Pneumologia.No Brasil, o especialista em Clínica médica deve cumprir, além do curso de Medicina, dois anos de Residência médica.Em Portugal, trata-se de um termo actualmente a cair em desuso. Em sua substituição, surgiu a Especialidade de Medicina Geral e Familiar, mais abrangente e de natureza diferente.
  1. Clínica
  2. Angiologia
  3. Cardiologia
  4. Dermatologia
  5. Endocrinologia
  6. Gastroenterologia
  7. Geriatria
  8. Hematologia
  9. Infectologia
  10. Nefrologia
  11. Neurologia
  12. Pediatria
  13. Pneumologia
  14. Psiquiatria
  15. Reumatologia
ou sairia de casa. Ele não aceitou e foi para casa de uma ex namorada com quem também tem um filha. Não conversamos nem nos vimos mais. Pedi para ele me dar paz e ele tem seguido a risca!! Mas estou muito magoada, pois tentei de tudo para ajuda-lo e quando nao tive mais forças ele não quis ajuda e foi embora, agora as noticias que tenho é que ele esta usando somente a maconha e se reestruturando. Como é possível??? Isso significa que eu era a causa da dependencia dele??? Doi muito....

não ache q vc era a culpada

não ache q vc era a culpada da dependencia dele. Ninguem é culpado pelas escolhas do outro...sinceramente, acho q sua atitude firme de não ceder entre ele ter q se tratar ou sair de casa é que promoveu a tentativa de mudança nele. Nós nao conseguimos nada diferente fazendo as mesmas coisa...aprendi isso numa sala de amor-exigente...procure uma perto da sua casa e começe a frequentar..vai ajuda-la a entende melhor a doença do seu marido e tb a cuidar melhor de vc. Sei pelo que vc esta passando, meu companheiro tb é um adicto e as salas de amor-exigente me ajudam muito...e tb é oq esta ajudando meu companheiro... entre no site deles e ache uma sala perto de vc... força!!!

Dependencia Quimicia

Estava casada com um dependente quimico e tenho uma filha de 3 anos. Há um mês coloquei ele para fora de casa pois a situação ficou insustentável. Ele saia as 6af a noite e voltava só no domingo, saia com o carro e me deixava trancada em casa com minha filha. Gastava todo o seu pagamento em drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos., e nasVeja teor alcoólico no sangue. ultimas semanas nem ia mais trabalhar, passava o dia dormindo e saindo a noite para se drogar. Chegou até a vender objetos de casa em troca de droga. Além de ter se tornado muito violento. Tenho certeza que tomei a melhor decisao, mas me sinto muito triste pois ele voltou para casa de uma ex namorada da qual também tem um filha. E aparentemente esta se controlando muito bem quanto a droga, esta usando somente a maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva.. Me sinto mal pois parece que ele usava comigo de proposito para me magoar e agora esta vivendo muito bem sem a droga. Isso é possível??

cracke

quem usa cracke é possível ficar limpo um mês e meio?

:)

Sim é possivel :) para mim como adicto é uma vitória passar um dia sem usar qualquer tipo de substânciaVeja droga psicoativa. e isso é possivel através das ferramentas que NA me deu sem me pedir nada em troca :) se para mim funciona funciona tambem para qualquer adicto que queira para de usar e encontrar um novo modo de ViDa ;) OBRIGADO +24

Crack

Olá, quando estive em uma instituição fiquei limpa 5 meses e aqui na rua já estou limpa há 2 meses depois de 3 recaídas, é possível sim mas com ajuda de bastante medicamentos, senão a pessoa não aguenta a fissura não!! Vá à igreja, às reuniões de NA, ao psiquiatra, pratique terapias, trabalhe e cuide do seu visual, enfim, preencha todos os espaços vazios da vida para não ter espaço para a drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.!!

Meu marido n bebe a 16 anos,desconfio q teve recaida pois ...

MEU MARIDO E EU NAO ESTAMOS MAIS NOS ENTENDENDENDO PECO P ELE IR AO AA E ELE SE OFENDE E SE IRRITA,PARECE NEGAR QUE TEVE PROBLEMAS DE ALCOOLISMO!!ELE TEM AGIDO MUITO DEFERENTE DE UNS MESES PRA CA ...ELE JA TOMOU CERVEJA S ALCOOL.TOMOU +- 6 VEZEZ DURANTE OS ULTIMOS ANOS,SO QUE ELE PARECE Q NEGA Q TEM PROBLEMAS, E QUANDO PECO PARA VOLTARMOS A FAZER O TRATAMENTO ELE SE IRRITA E FOGE DO ASSUNTO,ELE N ADMITI MAIS Q E ALCOOLATRA...ESTAMOS NA IGREJA BATISTA A 9 ANOS E DESDE ENTAO ELE ABANDONOU A TERAPIA NO AA,MAS ESTA TENDO UMAS ATITUDES  QUE SINTO QUE OS DEFEITOS DE CARATER DELE ESTAO PIORES E ELE NAO PERCEBE,PARTECE CADA DIA MAIS FRIO E SE ACHA O MAXIMO...NAO DA P EXPLICAR MAS ESTAMOS NUMA CRISE E SINTO Q E POR ESSE MOTIVO POIS ELE FICOU HUMILDE E MELHOR QUANDO IA AO AA E AGORA ESTA SE TORNANDO UMA PESSOA EGOCENTRICA,PARECE TER PRAZER EM ME DEIXAR P BAIXO E SINTO Q ELE MELHORA QUANDO FAZ ISSO!!sERA Q O ALCOOLISMO DELE VOLTOU,A PESSOA QUE PARA DE BEBERIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica. A 16 ANOS PODE VOLTAR A TER OS MESMOS PROBLEMAS SE NAO SE TRATA...NAO SEI MAIS OQ FAZER ESTOU PENSANDO EM VOLTAR A FREQUENTAR O AA MAS TENHO MEDO POIS ELE FICA AGRESSIVO E NAO QUER FALAR SOBRE TRATAMENTO ,POR FAVOR,ME AJUDEM A ACHAR UMA SOLUCAO...ESPERO QUE ALGUEM RESPONDE SO DEUS P SABER O QUE VENHO SENTINDO C ESSE FANTASMA ME RONDANDO.SERA Q ELE TEVE RECAIDA E NAO SABE!

ME AJUDEM OBRIGADA ABRACO

CRISTIANE 

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Abstinência e dependência quimica

"Uma concepção errada que prevalece tanto na profissão médica como no público leigo é que o tratamento da dependência química invariavelmente fracassa.

Nada mais longe da verdade, o tratamento da abstinência é eficaz e seguro, embora a melhora seja variável...

...já é ponto pacífico que o melhor tratamento é uma combinação de terapias medicamentosas e psicossociais, aplicadas as duas em doses otimizadas" >> Continuar...


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