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 <title>*Alcool e Outras Drogas - News</title>
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 <title>A personalidade do usuário de drogas</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/Personalidade_do_usuario.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Vamos falar da personalidade do usuário de &lt;span&gt;drogas&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia.  Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.&lt;/span&gt;. Esse é um tema complexo demais, porque não existe uma personalidade ou um modelo psicopatológico dos usuários de &lt;span&gt;drogas&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Drogas&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/Personalidade_do_usuario.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:30:24 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>O toxicômano teria perdido a dimensão do sagrado? I</title>
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 <description> &lt;p class=&quot;subt&quot;&gt;&lt;strong&gt;RESUMO: &lt;/strong&gt;Em nossa sociedade moderna, o doente toxicômano é frequentemente dividido pelo dualismo obsessivo de nosso sistema de pensamento e de tratamento (dualidade psi&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/toxicomano-sagrado-i.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sun, 23 Dec 2007 02:05:16 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>O toxicômano teria  perdido a dimensão do sagrado? II</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/toxicomano-sagrado-ii.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;&lt;strong&gt;RESUMO:&lt;/strong&gt; Em nossa sociedade moderna, o doente toxicômano é frequentemente dividido pelo dualismo obsessivo de nosso sistema de pensamento e de tratamento (dualidade psicossomática) &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/toxicomano-sagrado-ii.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sun, 23 Dec 2007 01:48:22 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>A religiosidade, a espiritualidade e o consumo de drogas</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/religiosidade-espiritualidade-consumo-drogas.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Resumo &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/religiosidade-espiritualidade-consumo-drogas.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sun, 23 Dec 2007 01:32:14 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Religiosidade e problemas com o álcool: um estudo de caso</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/religiosidade-problemas-alcool-estudo-caso.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;&lt;strong&gt;RESUMO: &lt;/strong&gt;Este estudo buscou analisar a relação entre os fatores problemas com o &lt;span&gt;álcool&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Na terminologia química, os álcoois constituem um nume­roso grupo de compostos orgânicos derivados de hidrocarbonetos que contém um ou mais grupos hidroxila (-OH). O etanol (ou álcool etílico, C2H5OH) é um dos membros dessa classe de compostos, e é o principal ingrediente psicoativo das bebidas alcoólicas. Por extensão, o termo “álcool” também é usado para referir-se a bebidas alcoólicas.O etanol resulta da fermentação de açúcar produzida por lêvedos. Em condições normais, as bebidas produzidas por fermentação têm uma concentração de álcool que não ultrapassa 14%. Na produção de álcoois por destilação, ferve-se uma mistura fermentada e o etanol que se evapora é recolhido como um condensado quase puro. Além do seu uso para consumo humano, o etanol é também usado como combustível, como solvente e na manufatura química (veja álcool impróprio para o consumo humano).O álcool absoluto (etanol anidro) é o etanol contendo não mais do que 1% de água por massa. Nas estatísticas sobre produção ou consumo de álcool, o álcool absoluto refere-se ao conteúdo de álcool (como 100% de etanol) das bebidas alcoólicas.Do ponto de vista químico, o metanol (CH3OH), também conhecido como álcool metílico e álcool de madeira (ou de amido), é o mais simples dos álcoois. É usado como um solvente industrial e também como um adulterador para desnaturar o etanol e torná-lo impróprio para o consumo (bebidas metiladas). O metanol é altamente tóxico; dependendo da quantidade consu­mida, pode produzir turvação da visão, cegueira, coma e morte.Outros álcoois impróprios para o consumo, com efeitos poten­cialmente nocivos, são consumidos ocasionalmente, como, p.ex., o isopropanol (álcool isopropílico, freqüente em desinfetantes) e etilenoglicol (usado como anticongelante em automóveis).O álcool é um sedativo/hipnótico com efeitos semelhantes aos dos barbitúricos. Além dos efeitos sociais do uso, a intoxi­cação pelo álcool pode resultar em envenenamento e até morte; o uso excessivo e prolongado pode resultar em dependência ou numa ampla variedade de transtornos mentais orgânicos e físicos.Os transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de álcool (F10) são classificados como transtornos decor­rentes do uso de substância psicoativa na CID-10 (F10-F19).Veja também:cardiopatia alcoólica; cirrose alcoólica; dano cerebral associado ao álcool; delirium; encefalopatia de Wernicke; escorbuto; fígado gorduroso alcólico; gastrite alcoólica; hepatite alcoólica; miopatia relacionada com álcool ou drogas; neuro­patia periférica; pancreatite alcoólica; pelagra; pseudo-síndrome de Cushing; síndrome amnésica induzida  por álcool ou droga; síndrome de deficiência de tiamina; síndrome fetal alcoólica.&lt;/span&gt; e religiosidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/religiosidade-problemas-alcool-estudo-caso.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sun, 23 Dec 2007 01:25:30 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>O que a mulher espera de um homem</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/mulher-espera-homem.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Foi essa pergunta inteligentíssima da psicóloga Roseli Sayão dirigida no Roda Viva, a um perplexo Arnaldo Jabor, que, com toda a sua agilidade &lt;span&gt;mental&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Saúde mental é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognição ou emoção ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição&quot;oficial&quot;de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjectivos, e teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a&quot;saúde mental&quot;é definida. http://www.who.int/whr/2001/chapter1/en/index.html, World Health Organization, 2001&lt;/span&gt; e com sua diferenciada experiência com o femini&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/mulher-espera-homem.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <wfw:commentRss>http://adroga.casadia.org/crss/node/283</wfw:commentRss>
 <pubDate>Sun, 23 Dec 2007 01:17:17 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>A influência da comorbidade com transtornos alimentares na apresentação de mulheres dependentes de substâncias psicoativas</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/comorbidade-transtornos-alimentares-apresentacao-mulheres-dependentes-substancias.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo: &lt;/strong&gt;A associação entre transtornos alimentares e &lt;span&gt;dependência&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio,  funcionamento ou sobrevivência.  Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a neces­sidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psico­ativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoo­lismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “depen­dência” em substituição a adicção e hábito10.   O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (depen­dência de drogas, dependência química, dependência do uso de subs­tância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide).  Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicá­veis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a depen­dência  fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orien­tação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de absti­nência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tole­rância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomato­logia física (neuroadaptação).&lt;/span&gt; de substâncias é freqüente na prática &lt;span&gt;clínica&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Clínica médica, no Brasil, também conhecida como Medicina Interna e Clínica geral, é a especialidade médica que trata de pacientes adultos, atuando principalmente em ambiente hospitalar. Inclui o estudo das doenças de adultos, não cirúrgicas, não obstétricas e não ginecológicas, sendo a especialidade médica a partir da qual se diferenciaram todas as outras como Cardiologia e Pneumologia.No Brasil, o especialista em Clínica médica deve cumprir, além do curso de Medicina, dois anos de Residência médica.Em Portugal, trata-se de um termo actualmente a cair em desuso. Em sua substituição, surgiu a Especialidade de Medicina Geral e Familiar, mais abrangente e de natureza diferente.&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica&quot;&gt;Clínica&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/angiologia&quot;&gt;Angiologia&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/cardiologia&quot;&gt;Cardiologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/dermatologia&quot;&gt;Dermatologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/endocrinologia&quot;&gt;Endocrinologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/gastroenterologia&quot;&gt;Gastroenterologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/geriatria&quot;&gt;Geriatria&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/hematologia&quot;&gt;Hematologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/infectologia&quot;&gt;Infectologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/nefrologia&quot;&gt;Nefrologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/neurologia&quot;&gt;Neurologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/pediatria&quot;&gt;Pediatria&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/pneumologia&quot;&gt;Pneumologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/psiquiatria&quot;&gt;Psiquiatria&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/reumatologia&quot;&gt;Reumatologia&lt;/a&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/comorbidade-transtornos-alimentares-apresentacao-mulheres-dependentes-substancias.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sun, 23 Dec 2007 00:47:15 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Maconha e melancolia</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/maconha-melancolia.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;&lt;em&gt;Uma importante reflexão de Manoel T.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/maconha-melancolia.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <category domain="http://adroga.casadia.org/news">News</category>
 <wfw:commentRss>http://adroga.casadia.org/crss/node/281</wfw:commentRss>
 <pubDate>Sun, 23 Dec 2007 00:37:20 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Depressão, suicídio e transtornos por uso de drogas na adolescência</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/depressao-suicidio-transtornos-uso-drogas-adolescencia.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;A presença de pelo menos um diagnóstico psiquiátrico associado a transtornos por uso de &lt;span&gt;drogas&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia.  Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.&lt;/span&gt; é uma ocorrência freqüente na &lt;span&gt;clínica&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Clínica médica, no Brasil, também conhecida como Medicina Interna e Clínica geral, é a especialidade médica que trata de pacientes adultos, atuando principalmente em ambiente hospitalar. Inclui o estudo das doenças de adultos, não cirúrgicas, não obstétricas e não ginecológicas, sendo a especialidade médica a partir da qual se diferenciaram todas as outras como Cardiologia e Pneumologia.No Brasil, o especialista em Clínica médica deve cumprir, além do curso de Medicina, dois anos de Residência médica.Em Portugal, trata-se de um termo actualmente a cair em desuso. Em sua substituição, surgiu a Especialidade de Medicina Geral e Familiar, mais abrangente e de natureza diferente.&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica&quot;&gt;Clínica&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/angiologia&quot;&gt;Angiologia&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/cardiologia&quot;&gt;Cardiologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/dermatologia&quot;&gt;Dermatologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/endocrinologia&quot;&gt;Endocrinologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/gastroenterologia&quot;&gt;Gastroenterologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/geriatria&quot;&gt;Geriatria&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/hematologia&quot;&gt;Hematologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/infectologia&quot;&gt;Infectologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/nefrologia&quot;&gt;Nefrologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/neurologia&quot;&gt;Neurologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/pediatria&quot;&gt;Pediatria&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/pneumologia&quot;&gt;Pneumologia&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/psiquiatria&quot;&gt;Psiquiatria&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/clinica/reumatologia&quot;&gt;Reumatologia&lt;/a&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/depressao-suicidio-transtornos-uso-drogas-adolescencia.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <wfw:commentRss>http://adroga.casadia.org/crss/node/280</wfw:commentRss>
 <pubDate>Sun, 23 Dec 2007 00:31:02 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>A Criação do Centro de Atenção Psicossocial Espaço Vivo</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/criacao-centro-atencao-psicossocial-espaco-vivo.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Resumo: Este artigo trata do processo da reforma psiquiátrica brasileira, a partir dos anos 80, que levou ao surgimento de serviços alternativos em saúde &lt;span&gt;mental&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Saúde mental é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognição ou emoção ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição&quot;oficial&quot;de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjectivos, e teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a&quot;saúde mental&quot;é definida. http://www.who.int/whr/2001/chapter1/en/index.html, World Health Organization, 2001&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/criacao-centro-atencao-psicossocial-espaco-vivo.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <category domain="http://adroga.casadia.org/news">News</category>
 <wfw:commentRss>http://adroga.casadia.org/crss/node/279</wfw:commentRss>
 <pubDate>Sun, 23 Dec 2007 00:24:01 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Banisteriopsis caapi: ação alucinógena e uso ritual.</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/usoritual.htm</link>
 <description> &lt;blockquote&gt;&lt;h3&gt;RESUMO&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Atualmente, um crescente interesse &lt;span&gt;nas&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Veja teor alcoólico no sangue.&lt;/span&gt; práticas rituais indígenas, as quais se utilizavam de plantas com o intuito de se comunicarem com o mundo espiritual, tem sido obse&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/usoritual.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <wfw:commentRss>http://adroga.casadia.org/crss/node/185</wfw:commentRss>
 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:37:11 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>O Sistema do Prazer, as Drogas e a Sociedade!</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/sistema_prazer.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;A busca constante por estímulos prazerosos, como alimentos saborosos, uma cerveja geladinha e a relação &lt;span&gt;sexual&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;A saúde sexual refere-se às áreas da medicina envolvidas com a reprodução humana e comportamento sexual, as doenças sexualmente transmissíveis, os métodos contraceptivos, anticoncepcionais, entre outros.&lt;/span&gt; excitante, está associada a um &quot;sistema cerebral de recompensa&quot;, assim denominado pelo&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/sistema_prazer.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:35:06 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Educação: Prevenir ou Formar?</title>
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 <description> &lt;p&gt;A &lt;em&gt;minha liberdade, em&lt;/em&gt; qualquer acepção genuína, não reside na minha capacidade de viver como &quot;sujeito puro&quot; mas, antes, na minha capacidade de viver no relacionamento dialético.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/prevenir_ou_formar.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:33:20 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Poema - Carlos Drumond de Andrade</title>
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 <description> &lt;p&gt;CHEGOU UM TEMPO QUE NÃO SE DIZ MAIS MEU DEUS,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;TEMPO DE ABSOLUTA DEPURAÇÃO.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;TEMPO EM QUE NÃO SE DIZ MAIS MEU AMOR,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;PORQUE O AMOR RESULTOU INUTIL&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/poema.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:31:52 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Liberdade ao dependente químico em recuperção</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/liberdade.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Imaginem que o dependente químico na ativa, viva num país como pessoas escravizadas e, que o senhor seja a &lt;span&gt;DROGA&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.&lt;/span&gt; e o seu VIVER é o pior possível.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/liberdade.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:28:56 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Jovens e drogas: sociabilidades alternativas. Uma pesquisa antropológica</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/Jovens_adictos.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A pesquisa etnográfica &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/Jovens_adictos.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:27:16 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Formação em alcoolismo e outros hábitos</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/formacaodependencia.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Nós estamos às portas do século de XXI e você prevé que terá algum problema de &lt;span&gt;abuso&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;abuso (de drogas, de álcool, de substâncias, de produtos químicos ou de substâncias psicoativas)Um grupo de termos muito utilizado embora com significados variáveis. Na 3a. edição revista do Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Psiquiátrica Norte-Americana (DSM-III-R), “abuso de subs­tância psicoativa” é definido como “padrão desajustado de uso indicado pela continuação desse uso apesar do reconhecimento da existência de um problema social, ocupacional, psicológico ou físico, persistente ou recorrente, que é causado ou exacerbado pelo uso recorrente em situações nas quais ele é fisicamente arriscado”. Trata-se de uma categoria residual, ao qual é preferível o diagnóstico de dependência, quando for o caso. O termo “abuso” é algumas vezes utilizado de forma desaprovativa para designar qualquer tipo de uso, particularmente o de drogas ilícitas. Devido à sua ambigüidade, o termo não é usado na 10a. revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) (exceto no caso de substâncias que não produzem dependência; veja mais adiante); uso nocivo e uso arriscado são os termos equivalentes na terminologia da OMS, embora eles geralmente digam respeito apenas aos efeitos físicos e não às conseqüências sociais. O emprego de “abuso” também é desestimulado pelo Escritório de Prevenção do Abuso de Substâncias dos EUA, embora expressões como “abuso de substâncias” sigam sendo amplamente utilizadas na América do Norte, para se referir, de modo geral, aos problemas do uso de substâncias psicoativas.Em outros contextos, o abuso já indicou padrões de uso não-médico ou não aprovado, independentemente das conseqüências. Assim, a definição publicada em l969 pela Comissão de Peritos da OMS em Dependência de Drogas foi “uso excessivo de droga, persis­tente ou esporádico, inconsistente ou sem relação com a prática médica aceitável” (veja uso indevido de álcool ou droga).&lt;/span&gt;/dependencia de substâncias até 2010 em dois terços dos pacientes psiquiátricos e que 90% do drogodependentes ter&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/formacaodependencia.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:24:37 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Da contribuição de fatores psicodinâmicos na gênese da dependência química</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/fatores_da_dependencia.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;No estudo da possível contribuição de fatores psicodinâmicos na gênese da &lt;span&gt;dependência&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio,  funcionamento ou sobrevivência.  Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a neces­sidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psico­ativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoo­lismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “depen­dência” em substituição a adicção e hábito10.   O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (depen­dência de drogas, dependência química, dependência do uso de subs­tância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide).  Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicá­veis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a depen­dência  fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orien­tação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de absti­nência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tole­rância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomato­logia física (neuroadaptação).&lt;/span&gt; química, pode-se notar a presença de dois modelos de investigação: O mais comum é que dependentes quimicos,extr&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/fatores_da_dependencia.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:23:32 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Economia e loucura</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/ECONOMIA_E_LOUCURA.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;As relações entre doença &lt;span&gt;mental&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Saúde mental é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognição ou emoção ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição&quot;oficial&quot;de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjectivos, e teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a&quot;saúde mental&quot;é definida. http://www.who.int/whr/2001/chapter1/en/index.html, World Health Organization, 2001&lt;/span&gt; e economia não são somente aquelas retratadas pelo filme Uma mente brilhante, que narra a história verídica de John Forbes Nash, um economista esquizofrênico lauread&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/ECONOMIA_E_LOUCURA.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:21:55 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Consumo de drogas e desempenho acadêmico entre estudantes de medicina no Ceará</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/desempenho_academico.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Os objetivos deste trabalho são: 1) estabelecer a prevalência do uso de &lt;span&gt;drogas&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia.  Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.&lt;/span&gt; lícitas e ilícitas entre estudantes da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará, 2) avaliar comparativam&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/desempenho_academico.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://adroga.casadia.org/news/desempenho_academico.htm#comments</comments>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:19:53 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Cidade de Deus: A exclusão e o processo civilizatório</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/CIDADE_DE_DEUS.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;&quot;Cidade de Deus&quot;, o festejado filme de Fernando Meireles, é &lt;span&gt;baseado&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a  maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang  se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva.&lt;/span&gt; no livro homônimo de Paulo Lins.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/CIDADE_DE_DEUS.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <wfw:commentRss>http://adroga.casadia.org/crss/node/174</wfw:commentRss>
 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:18:00 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Calor humano</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/calor_humano.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Vocês já viram os pingüins nos pólos?, certas colônias chegam a ter até 15 mil de pingüins agrupados, num inverno rigoroso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/calor_humano.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <wfw:commentRss>http://adroga.casadia.org/crss/node/173</wfw:commentRss>
 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:16:37 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Tratamento psiquiátrico ambulatorial de adolescentes usuários de drogas</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/adolescentes.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Estudos epidemiológicos, com metodologia quantitativa quanto à coleta e análise dos dados, são freqüentes na área de uso de &lt;span&gt;drogas&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia.  Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.&lt;/span&gt; na adolescência.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/adolescentes.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <wfw:commentRss>http://adroga.casadia.org/crss/node/172</wfw:commentRss>
 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:15:27 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Problemas Atuais na Abordagem Terapêutica das Farmacodependências</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/abordagens_terapeuticas.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;&lt;span&gt;Nas&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Veja teor alcoólico no sangue.&lt;/span&gt; últimas décadas, o tratamento das dependências de substâncias psicoativas tem sido tema de debate constante tanto no meio científico como a nível da comunidade em geral.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/abordagens_terapeuticas.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://adroga.casadia.org/news/abordagens_terapeuticas.htm#comments</comments>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:13:36 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>A força do medo - Excluindo o diferente.</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/a_forca_do_medo.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Por medo de sofrer, excluímos da vida social todos aqueles que são diferentes de nós.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/a_forca_do_medo.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:11:19 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Dimensão aplicada na análise do comportamento</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/analise_comportamento.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;&lt;strong&gt;RESUMO: &lt;/strong&gt;O presente estudo teve como objetivo examinar a lógica do uso do termo &quot;aplicada&quot; na Análise do Comportamento a partir de elementos identificados na literatura desta área e&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/analise_comportamento.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:09:40 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Não Matei Jesus - a desconstrução da culpa</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/desconstrucao_da_culpa.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;(Reflexões a respeito da culpa introjetada pela sociedade na psique individual.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/desconstrucao_da_culpa.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:07:39 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Vergonha e Culpa</title>
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 <description> &lt;p&gt;Comunicar por escrito é submeter-se a muitas variáveis intervenientes, como por exemplo, o público a que se destina, a finalidade, o tipo do veículo e outras mais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/Vergonha.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:06:00 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Religião e uso de drogas por adolescentes</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/news/Religiao_uso_drogas_por_adolescentes.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;&lt;strong&gt; INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Estudos internacionais e nacionais mostram que a religiosidade é um modulador importante no consumo de &lt;span&gt;álcool&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Na terminologia química, os álcoois constituem um nume­roso grupo de compostos orgânicos derivados de hidrocarbonetos que contém um ou mais grupos hidroxila (-OH). O etanol (ou álcool etílico, C2H5OH) é um dos membros dessa classe de compostos, e é o principal ingrediente psicoativo das bebidas alcoólicas. Por extensão, o termo “álcool” também é usado para referir-se a bebidas alcoólicas.O etanol resulta da fermentação de açúcar produzida por lêvedos. Em condições normais, as bebidas produzidas por fermentação têm uma concentração de álcool que não ultrapassa 14%. Na produção de álcoois por destilação, ferve-se uma mistura fermentada e o etanol que se evapora é recolhido como um condensado quase puro. Além do seu uso para consumo humano, o etanol é também usado como combustível, como solvente e na manufatura química (veja álcool impróprio para o consumo humano).O álcool absoluto (etanol anidro) é o etanol contendo não mais do que 1% de água por massa. Nas estatísticas sobre produção ou consumo de álcool, o álcool absoluto refere-se ao conteúdo de álcool (como 100% de etanol) das bebidas alcoólicas.Do ponto de vista químico, o metanol (CH3OH), também conhecido como álcool metílico e álcool de madeira (ou de amido), é o mais simples dos álcoois. É usado como um solvente industrial e também como um adulterador para desnaturar o etanol e torná-lo impróprio para o consumo (bebidas metiladas). O metanol é altamente tóxico; dependendo da quantidade consu­mida, pode produzir turvação da visão, cegueira, coma e morte.Outros álcoois impróprios para o consumo, com efeitos poten­cialmente nocivos, são consumidos ocasionalmente, como, p.ex., o isopropanol (álcool isopropílico, freqüente em desinfetantes) e etilenoglicol (usado como anticongelante em automóveis).O álcool é um sedativo/hipnótico com efeitos semelhantes aos dos barbitúricos. Além dos efeitos sociais do uso, a intoxi­cação pelo álcool pode resultar em envenenamento e até morte; o uso excessivo e prolongado pode resultar em dependência ou numa ampla variedade de transtornos mentais orgânicos e físicos.Os transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de álcool (F10) são classificados como transtornos decor­rentes do uso de substância psicoativa na CID-10 (F10-F19).Veja também:cardiopatia alcoólica; cirrose alcoólica; dano cerebral associado ao álcool; delirium; encefalopatia de Wernicke; escorbuto; fígado gorduroso alcólico; gastrite alcoólica; hepatite alcoólica; miopatia relacionada com álcool ou drogas; neuro­patia periférica; pancreatite alcoólica; pelagra; pseudo-síndrome de Cushing; síndrome amnésica induzida  por álcool ou droga; síndrome de deficiência de tiamina; síndrome fetal alcoólica.&lt;/span&gt; e &lt;span&gt;drogas&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia.  Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.&lt;/span&gt; entre estudantes adolescentes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/Religiao_uso_drogas_por_adolescentes.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:04:38 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Colhendo Incertezas Nos Campos Do Saber</title>
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 <description> &lt;p&gt;1. As dúvidas fazem mover os pensamentos, mas queremos sempre ficar livre delas. Buscamos sempre uma certeza, a unicidade. Nem sempre a certeza é um fim. Muitas vezes é o iniciar de nova dúvida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/news/Colhendo_Incertezas.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 08:02:30 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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