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O orçamento do ministerio da saúde do Brasil é menor ao do ministerio da saúde de Portugal. Portugal tem uma população dezesseis vezes menor que a do Brasil. Portugal aplica 5,6% do PIB. O Brasil usou 2,5% do PIB, no orçamento do ano de 2003 do ministério da saúde

FAÇA VALER O SEU DIREITO QUE ESTÁ NA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA:
VOCE CIDADÃO TEM TODO O DIREITO AO TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio, funcionamento ou sobrevivência. Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a neces­sidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psico­ativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoo­lismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “depen­dência” em substituição a adicção e hábito10. O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (depen­dência de drogas, dependência química, dependência do uso de subs­tância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide). Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicá­veis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a depen­dência fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orien­tação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de absti­nência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tole­rância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomato­logia física (neuroadaptação). QUÍMICA -

1- QUER SEJA POR ATENDIMENTO AMBULATORIAL OU POR ATENDIMENTO DE INTERNAÇÃO

2- O ATENDIMENTO DE INTERNAÇÃO TEM QUE SER PAGO PELO GOVERNO EM CLINICAS ESPECIALIZADAS EM DEPENDÊNCIA E QUE TENHAM O PROCEDIMENTO PICOSSOCIAL, QUE É A DESINTOXICAÇÃOO processo pelo qual um indivíduo é afastado dos efeitos de uma substância psicoativa.Como um procedimento clínico, é o processo de afastamento da substância realizado de maneira segura e efetiva, de tal forma que os sintomas da abstinência são minimizados. O serviço no qual esse processo se dá é denominado de unidade ou centro de desintoxi­cação.Tipicamente, o indivíduo está clinicamente intoxicado ou já em abstinência no início da desintoxicação. A desintoxicação pode ou não envolver o uso de medicamentos. Quando os usa, o medicamento em geral é uma droga que apresenta tolerância cruzada e dependência cruzada em relação à(s) substância(s) usada(s) pelo paciente. A dose é calculada para aliviar a síndrome de abstinência sem induzir intoxicação e é gradualmente diminuída à medida que o paciente se recupera.A desintoxicação como um procedimento clínico implica que o indivíduo seja supervisionado até recuperar-se completamente da into­xicação ou da síndrome de abstinência física. O termo “autodesintoxi­cação” é usado algumas vezes para denotar a recuperação não assis­tida de um episódio de intoxicação ou de sintomas da abstinência. COM A CONSCIENTIZAÇÃO DA DOENÇA

3- VEJA NO ARTIGO QUATRO E O SEU PARAGRAFO DOIS DA LEI ABAIXO QUE TRATA DE TRANSTORNOS MENTAIS - A DOENÇA DA DEPENDÊNCIA QUIMÍCA É TRANSTORNO MENTALSaúde mental é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognição ou emoção ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição"oficial"de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjectivos, e teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a"saúde mental"é definida. http://www.who.int/whr/2001/chapter1/en/index.html, World Health Organization, 2001 POR USO DE SUBSTÃNCIAS CONFORME O CÓDIGO INTERNACIONAL DE DOENÇA - DO CID 10 AO CID 19

4- SE SEUS DIREITOS NÃO FOREM RESPEITADOS, PROCURE A PROMOTORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SUA CIDADE.


 

LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 -

PUBLICADA NO DIARIO OFICIAL DA UNIÃO DE 09 DE ABRIL DE 2001

Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Os direitos e a proteção das pessoas acometidas de transtorno mental, de que trata esta Lei, são assegurados sem qualquer forma de discriminação quanto à raça, cor, sexo, orientação sexualA saúde sexual refere-se às áreas da medicina envolvidas com a reprodução humana e comportamento sexual, as doenças sexualmente transmissíveis, os métodos contraceptivos, anticoncepcionais, entre outros., religião, opção política, nacionalidade, idade, família, recursos econômicos e ao grau de gravidade ou tempo de evolução de seu transtorno, ou qualquer outra.

Art. 2º Nos atendimentos em saúde mental, de qualquer natureza, a pessoa e seus familiares ou responsáveis serão formalmente cientificados dos direitos enumerados no parágrafo único deste artigo.

Parágrafo único. São direitos da pessoa portadora de transtorno mental:

I - ter acesso ao melhor tratamento do sistema de saúde, consentâneo às suas necessidades;

II - ser tratada com humanidade e respeito e no interesse exclusivo de beneficiar sua saúde, visando alcançar sua recuperaçãoA manutenção de qualquer forma de abstinência de álcool e/ou de drogas. O termo é particularmente associado com os grupos de ajuda mútua; entre os Alcóolicos Anônimos (AA) e outros grupos dos doze passos refere-se ao processo de atingir e manter a sobrie­dade. Posto que a recuperação é vista como um processo que dura toda a vida, um membro do AA é sempre visto internamente como um alcoólico “em recuperação”, embora o termo alcoólico “recuperado” possa ser usado fora do grupo. pela inserção na família, no trabalho e na comunidade;

III - ser protegida contra qualquer forma de abusoabuso (de drogas, de álcool, de substâncias, de produtos químicos ou de substâncias psicoativas)Um grupo de termos muito utilizado embora com significados variáveis. Na 3a. edição revista do Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Psiquiátrica Norte-Americana (DSM-III-R), “abuso de subs­tância psicoativa” é definido como “padrão desajustado de uso indicado pela continuação desse uso apesar do reconhecimento da existência de um problema social, ocupacional, psicológico ou físico, persistente ou recorrente, que é causado ou exacerbado pelo uso recorrente em situações nas quais ele é fisicamente arriscado”. Trata-se de uma categoria residual, ao qual é preferível o diagnóstico de dependência, quando for o caso. O termo “abuso” é algumas vezes utilizado de forma desaprovativa para designar qualquer tipo de uso, particularmente o de drogas ilícitas. Devido à sua ambigüidade, o termo não é usado na 10a. revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) (exceto no caso de substâncias que não produzem dependência; veja mais adiante); uso nocivo e uso arriscado são os termos equivalentes na terminologia da OMS, embora eles geralmente digam respeito apenas aos efeitos físicos e não às conseqüências sociais. O emprego de “abuso” também é desestimulado pelo Escritório de Prevenção do Abuso de Substâncias dos EUA, embora expressões como “abuso de substâncias” sigam sendo amplamente utilizadas na América do Norte, para se referir, de modo geral, aos problemas do uso de substâncias psicoativas.Em outros contextos, o abuso já indicou padrões de uso não-médico ou não aprovado, independentemente das conseqüências. Assim, a definição publicada em l969 pela Comissão de Peritos da OMS em Dependência de Drogas foi “uso excessivo de droga, persis­tente ou esporádico, inconsistente ou sem relação com a prática médica aceitável” (veja uso indevido de álcool ou droga). e exploração;

IV - ter garantia de sigilo nasVeja teor alcoólico no sangue. informações prestadas;

V - ter direito à presença médica, em qualquer tempo, para esclarecer a necessidade ou não de sua hospitalização involuntária;

VI - ter livre acesso aos meios de comunicação disponíveis;

VII - receber o maior número de informações a respeito de sua doença e de seu tratamento;

VIII - ser tratada em ambiente terapêutico pelos meios menos invasivos possíveis;

IX - ser tratada, preferencialmente, em serviços comunitários de saúde mental.

Art. 3º É responsabilidade do Estado o desenvolvimento da política de saúde mental, a assistência e a promoção de ações de saúde aos portadores de transtornos mentais, com a devida participação da sociedade e da família, a qual será prestada em estabelecimento de saúde mental, assim entendidas as instituições ou unidades que ofereçam assistência em saúde aos portadores de transtornos mentais.

Art. 4º A internação, em qualquer de suas modalidades, só será indicada quando os recursos extra-hospitalares se mostrarem insuficientes.

§ 1º O tratamento visará, como finalidade permanente, a reinserção social do paciente em seu meio.

§ 2º O tratamento em regime de internação será estruturado de forma a oferecer assistência integral à pessoa portadora de transtornos mentais, incluindo serviços médicos, de assistência social, psicológicos, ocupacionais, de lazer, e outros.

§ 3º É vedada a internação de pacientes portadores de transtornos mentais em instituições com características asilares, ou seja, aquelas desprovidas dos recursos mencionados no § 2º e que não assegurem aos pacientes os direitos enumerados no parágrafo único do art. 2º .

Art. 5º O paciente há longo tempo hospitalizado ou para o qual se caracterize situação de grave dependência institucional, decorrente de seu quadro clínico ou de ausência de suporte social, será objeto de política específica de alta planejada e reabilitaçãoNo campo relacionado ao uso de substâncias psicoativas, o processo através do qual um indivíduo com um transtorno por uso de uma dessas substâncias atinge seu máximo possível estado satisfa­tório de saúde, de funcionamento psicológico e bem-estar social [A Organização Mundial da Saúde define a reabilitação psicossocial como “um processo que facilita aos indivíduos deficientes, incapacitados ou inválidos a oportunidade de atingirem seu nível máximo de funcionamento independente em suas comunidades. Isso implica tanto a melhoria das capacidades individuais como a introdução de modificações ambientais a fim de proporcionar a melhor qualidade de vida possível aos indivíduo que tenham sofrido de uma doença mental, ou que tenham alguma deficiência de suas capacidades mentais que resulta em qualquer grau de incapacidade.” (WHO. Psychosocial rehabilitation: a consensus statement.Doc.: WHO/MNH/MND/96.2, Geneva, WHO, 1996)].A reabilitação segue uma fase inicial de tratamento (que pode implicar desintoxicação e tratamentos médicos e psiquiátricos). Compreende uma ampla variedade de abordagens, que incluem terapia de grupo, terapias comportamentais específicas para prevenir a recaída, partici­pação em grupos de ajuda mútua , residência em uma comunidade terapêutica ou em uma pensão protegida, treinamento vocacional e emprego protegido. A expectativa é a de uma reintegração social na comunidade em geral. psicossocial assistida, sob responsabilidade da autoridade sanitária competente e supervisão de instância a ser definida pelo Poder Executivo, assegurada a continuidade do tratamento, quando necessário.

Art. 6º A internação psiquiátrica somente será realizada mediante laudo médico circunstanciado que caracterize os seus motivos.

Parágrafo único. São considerados os seguintes tipos de internação psiquiátrica:

I - internação voluntária: aquela que se dá com o consentimento do usuário;

II - internação involuntária: aquela que se dá sem o consentimento do usuário e a pedido de terceiro; e

III - internação compulsória: aquela determinada pela Justiça.

Art. 7º A pessoa que solicita voluntariamente sua internação, ou que a consente, deve assinar, no momento da admissão, uma declaração de que optou por esse regime de tratamento.

Parágrafo único. O término da internação voluntária dar-se-á por solicitação escrita do paciente ou por determinação do médico assistente.

Art. 8º A internação voluntária ou involuntária somente será autorizada por médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina - CRM do Estado onde se localize o estabelecimento.

§ 1º A internação psiquiátrica involuntária deverá, no prazo de setenta e duas horas, ser comunicada ao Ministério Público Estadual pelo responsável técnico do estabelecimento no qual tenha ocorrido, devendo esse mesmo procedimento ser adotado quando da respectiva alta.

§ 2º O término da internação involuntária dar-se-á por solicitação escrita do familiar, ou responsável legal, ou quando estabelecido pelo especialista responsável pelo tratamento.

Art. 9º A internação compulsória é determinada, de acordo com a legislação vigente, pelo juiz competente, que levará em conta as condições de segurança do estabelecimento, quanto à salvaguarda do paciente, dos demais internados e funcionários.

Art. 10. Evasão, transferência, acidente, intercorrência clínicaClínica médica, no Brasil, também conhecida como Medicina Interna e Clínica geral, é a especialidade médica que trata de pacientes adultos, atuando principalmente em ambiente hospitalar. Inclui o estudo das doenças de adultos, não cirúrgicas, não obstétricas e não ginecológicas, sendo a especialidade médica a partir da qual se diferenciaram todas as outras como Cardiologia e Pneumologia.No Brasil, o especialista em Clínica médica deve cumprir, além do curso de Medicina, dois anos de Residência médica.Em Portugal, trata-se de um termo actualmente a cair em desuso. Em sua substituição, surgiu a Especialidade de Medicina Geral e Familiar, mais abrangente e de natureza diferente.

  1. Clínica
  2. Angiologia
  3. Cardiologia
  4. Dermatologia
  5. Endocrinologia
  6. Gastroenterologia
  7. Geriatria
  8. Hematologia
  9. Infectologia
  10. Nefrologia
  11. Neurologia
  12. Pediatria
  13. Pneumologia
  14. Psiquiatria
  15. Reumatologia
grave e falecimento serão comunicados pela direção do estabelecimento de saúde mental aos familiares, ou ao representante legal do paciente, bem como à autoridade sanitária responsável, no prazo máximo de vinte e quatro horas da data da ocorrência.

Art. 11. Pesquisas científicas para fins diagnósticos ou terapêuticos não poderão ser realizadas sem o consentimento expresso do paciente, ou de seu representante legal, e sem a devida comunicação aos conselhos profissionais competentes e ao Conselho Nacional de Saúde.

Art. 12. O Conselho Nacional de Saúde, no âmbito de sua atuação, criará comissão nacional para acompanhar a implementação desta Lei.

Art. 13. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 6 de abril de 2001; 180º da Independência e 113º da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

José Gregori

José Serra

Roberto Brant


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Comentários

internação compulsória

BOA TARDE, GOSTARIA DE SABER SE EU, NO PAPEL DE IRMÃ, POSSO FAZER O PEDIDO DE INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE DEPENDENTE QUIMICO. TENHO UM IRMÃO USUÁRIO DE CRACKVeja cocaína. A PELO MENOS 5 ANOS. DIAGNOSTICADO PELA PSIQUIATRA COM DEMENCIA. ELE POR PROPRIA VONTADE NÃO ACEITA TRATAMENTO, PORÉM, DE UNS TEMPOS PARA CÁ ESTÁ PARTINDO PARA AGRESSÕES FISICAS POR CAUSAS DE SUAS ALUCINAÇÕES. NESTA SEMANA A AGRESSÃO FOI COM OS MEUS PAIS. SOU CASADA E MORO A 400 KM DELES.MINHA MÃE ME ESCONDE TUDO QUE ACONTECE. ELES ESTÃO ACOADOS, MORREM DE PENA DA SITUAÇÃO E AINDA ESTÃO NA ESPERANÇA QUE ELE RESOLVA SE TRATAR POR LIVRE E ESPONTANEA VONTADE. A PSIQUIATRA JÁ FALOU QUE UMA CLINICA DE RECUPERAÇÃOA manutenção de qualquer forma de abstinência de álcool e/ou de drogas. O termo é particularmente associado com os grupos de ajuda mútua; entre os Alcóolicos Anônimos (AA) e outros grupos dos doze passos refere-se ao processo de atingir e manter a sobrie­dade. Posto que a recuperação é vista como um processo que dura toda a vida, um membro do AA é sempre visto internamente como um alcoólico “em recuperação”, embora o termo alcoólico “recuperado” possa ser usado fora do grupo. JÁ NÃO É SUFICIENTE PARA RESOLVER O PROBLEMA É CASO SIM, DE INTERNAÇÃO PSIQUIATRICA. NÃO SEI ONDE ISSO VAI PARAR E ME PREOCUPO COM A VIDA DE MEUS PAIS E POR ISSO QUERO TOMAR FRENTE DISSO JÁ QUE ELES NÃO TEM CORAGEM. OBRIGADA PELA ATENÇÃO

INTERNAÇÃO INVOLUNTÁRIA: COMO CONSEGUIR

Gostaria de saber quais os primeiros passos para conseguir uma INTERNAÇÃO INVOLUNTARIA. Um filho de uma amiga minha é dependente quimico usuário de cacaína. Seu comportamente ás vezes é como de criança; mas por várias ocasiões a agrediu tentando até matá-la. Ela se encontra até sem lugar para morar por causa do comporta- mento dele no bairro e na vizinhança onde moravam. Por seu comportamente, por vezes infantil, está ameaçado de morte em sua comunidade.

Para Internação Involuntária...

O correto seria que o dependente quimico se interne por vontade propria, comparecendo para uma avaliação (psiquiatra).

Mas, como somos impacientes...

Sua amiga deve:

  1. reunir documentos que comprovam o desvio de conduta (Boletins de ocorrencia, laudos médico, etc),
  2. procurar o Ministerio Publico (recepção),
  3. marcar um retorno, no MP, para expor o caso diretamente ao Promotor,
  4. sendo a mãe do dependente é possivel solicitar a imediata interdição do dependente quimico.

Para não passar pelo ministério publico (a melhor opção, melhor resultado):

  1. Marcar consulta psiquiatrica (levar o dependente quimico),
  2. Expor o caso ao profissional,
  3. O profissional, pode indicar a internação involuntária (com base em suas afirmações ou estado fisico/mentalSaúde mental é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognição ou emoção ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição"oficial"de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjectivos, e teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a"saúde mental"é definida. http://www.who.int/whr/2001/chapter1/en/index.html, World Health Organization, 2001 do dependente quimico).

Ajuda Urgente

Sou namorada de um dependente quimico e ele está neste momento em uma clinica de recuperaçãoA manutenção de qualquer forma de abstinência de álcool e/ou de drogas. O termo é particularmente associado com os grupos de ajuda mútua; entre os Alcóolicos Anônimos (AA) e outros grupos dos doze passos refere-se ao processo de atingir e manter a sobrie­dade. Posto que a recuperação é vista como um processo que dura toda a vida, um membro do AA é sempre visto internamente como um alcoólico “em recuperação”, embora o termo alcoólico “recuperado” possa ser usado fora do grupo. a 700 km de minha cidade, não citarei o nome para não prejudicá-lo pois ele ainda se encontra la. Foi internado involuntariamente e a solicitação da internação involuntária ("resgate") foi feita pela mãe (pela lei só um parente de sangue pode fazer e só o mesmo parente pode solicitar a saída) Pela distancia so pude visita-lo uma vez e, fisicamente, ele esta mto bem, 30kg mais gordo, etc, como nunca o vi... Porém pessoalmente ele me relatou (pois ao telefone ele nunca tinha me dito nada) que foi sim submetido a maus tratos, humilhações, tentou fugir e apanhou, fraturou a costela e ficou sem escutar de um ouvido alguns dias em virtude dos chutes q levou no rosto. A "tal clinica" o levou ao hospital para o raio-x e etc somente duas semanas apos (de acordo com ele para que os hematomas diminuissem)e ele relata que chorou por varias noites de dor pedindo ajuda e nada foi feito... O funcionário que o agrediu foi mandado para outra clinica "parceira", a clinica constava como parceira no site da "tal clinica", porém logo após o episódio o site saiu do ar e foi reformulado, não constando mais a "parceria". Correlacionando os fatos eu percebo que algo realmente pode ter acontecido como ele relatou... Ele me liga de la uma vez por semana, mas percebo ele mto coagido, conversa comigo frases decoradas e qnd pergunto sobre algo "mais serio" ele nao responde, ou responde cochichando. Já esta lá ha 5 meses, o contrato estipulava 4 meses de tratamento, aparentemente convenceram a mãe dele que o melhor seria deixa-lo mais tempo por la (so ela ou o médico pode autorizar a saida d acordo com a lei), mesmo ele querendo sair e apresentando claramente estar fisicamente bem e em sã consciencia. A mãe dele me "soltou" que o dono da tal clinica fez ela assinar umas coisas pois ele ja ouviu comentario de que meu namorado vai processar a clinica e ele ja esta sendo processado (lavagem de dinheiro publico), meu namorado desconfia que por isso estao o segurando la... Quero dizer, EU SOU A FAVOR DA INTERNAÇÃO INVOLUNTARIA, pois sei que em alguns casos (como foi do meu namorado) a pessoa nao tem condições de decidir por si propria porém existe uma lei q regulamenta e diz que de maneira alguma podem haver tais barbaries por parte das clinicas é intoleravel, violência nao trata doença nenhuma!!! Alem do q a lei diz q td interno de internação involuntaria deve ter LIVRE ACESSO A TODOS OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO, então não entendo pq ele so tem direito de me ligar 1 vez por semana, 5 min e ainda com pessoas do lado pra "vigiar" (isso é ter livre acesso???). O q exatamente eles acham q ele não pode me falar??? Estou de mãos atadas, sem saber como agir ou proceder de tão longe e não sendo um "parente de sangue"

iternaçao compulsoria

eu preciso de ajuda meu filho e viciado e esta pondo em risco a vida dele e a nossa agride verbalmente ao pai e a mim nao consigo faze-lo internar por sua vontade propria e tentei a involuntaria mas o medico disse que so daria o pedido se ele fosse ate o mesmo e pedisse ai te pergunto onde ja se viu viciado querer ir ao medico se fosse assim ele iria internar por vontade propria nao?por favor me ajude nao tenho condiçoes de pagar e quero meu filho curado dessa drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. ele tambem e alcolatra sou de juiz de fora obrigada ass,lenir de oliveira ferreira

INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DURANTE LIBERDADE PROVISÓRIA ?

ALGUÉM SABE SE É LEGAL A INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DURANTE LIBERDADE PROVISÓRIA?E QUANDO UM PROCESSO (DA INTERNAÇÃO)CORRE EM UMA VARA E OUTRO PROCESSO (PRISÃO PREVENTIVA-RÉU FORAGIDO)EM VARA PARALELA, E AMBOS COICIDEM?COMO É QUE FICA?OBRIGADA (SOU VÍTIMA).

alcool drogas

meu pai é usuário de drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. e bebidas alcoólicas quero interna-lo sem seu consentimento. Ele vai saber que foi eu que entrei com o processo de internação involuntária?

ajudar dependentes químicos

bom dia!

Graça e Paz!

comecei uma pequena igreja evangelica (14 membros) e estamos ajudando pessoas que tenham parentes e conhecidos viciados em drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.!

tenho feitos triagens e encaminhamentos para entidades evangelicas.

breve também queremos iniciar uma própria casa de recuperação de vintodas...

faço 1 convite pra vcs tb nos ajudarem  se precisarem de nós estamos de coração aberto ... já enviamos 10 pessoas tratamentos, 3 ainda estão em tratamentos, 5 desistiram e voltaram para as drogasDrogas e 2 já estão firmes e inseridos novamente na sociedade.

tambem queremos fazer parceria de ajudua mútua.

obrigado

pr. jorge

pedido auxulio doença negado

meu filho esta interndo em uma clinica para tratamento de depedencia quimica pela segunda vez,

e foi encaminhado para pericia medica, por esta impossibilitado dde trabalhar por motivo ddesta enternação

e o medico da pericia do inss negou este pedido alagando que meu filho ja teve uma oportunidade e por teer

recaido em sua depedencia quimica não tem mais este direito, como eu preciso deste beneficio para sustenta lo nesta clinica

gostaria de saber se este medico esta correto nesta decisão....

]

Auxulio doença negado

Para auxulio doença negado durante periodo de internação, basta recorrer da decisão do Perito (Ministério Publico ou proprio INSS).
Recorra uma, duas, três, ou quantas vezes for necessário.
Tendo documentos que comprove a doença (dependencia quimica) a decisão sempre é favoravel ao doente.

Ultimamente tenho visto "Peritos" em áreas que não tem nada com sua especialização.

Essa eu presenciei:

Como pode um "Perito" especializado em traumatologia atuar em Saúde MentalSaúde mental é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognição ou emoção ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição"oficial"de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjectivos, e teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a"saúde mental"é definida. http://www.who.int/whr/2001/chapter1/en/index.html, World Health Organization, 2001, dando pareceres sobre dependencia quimica?
Será que ele vai engessar o cérebro dos dependentes quimicos?

Isso é Brasil.

drogas e alcool

tenho uma irmã q esta dependente de drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. e alcool, minha mãe esta desesperada ñ sabe mais o q faz ja entrou em depressão e somente reza p q ela saia dessa vida vasia e triste ,ja tentamos de tudo conselho de pessoas q embora acreditamos q ela ainda a ame . tentamos traNCALA DENTO DE CASA A FORÇA não deu certo ,tentei em varios sites e todos querem me cobrar muito caro ñ tenho condiçoes de pagar pois somos de claase bem baixa.Ela ja abandonou os seus 2 filhos e hj vive na rua como uma mendiga sem roupa nessas noites frias , se alguem ler esta mensagem por favor nos ajude pois estamos em desespero.

descriminação

FIZ TRATAMENTO EM COMUNIDADE TERAPEUTICA HÁ SEIS ANOS, E ATÉ HOJE ESTOU LIMPO. AS VEZES ACONTESSE SITUAÇÃO QUE ME CONSTRANGE, NÃO SEI SE A PALAVRA CERTA É ESSA, POR EXEMPLO: ALGUEM, QUE SABE DO PROBLEMA QUE VIVI, NÃO SEI POR QUE MOTIVO, COLOCOU EM UM SITE DE GRANDE CIRCULAÇÃO O PROBLEMA VIVIDO POR MIM. QUERIA QUE ALGUEM, SE POSSIVEL ME RESPONDESSE, SE TENHO ALGUM MECANISMO PARA ME DEFENDER CONTRA ESSA PESSOA, ME SENTI LESADO, OFENDIDO, CONSTRANGIDO E PREJUDICADO, POIS CHEGOU, CLARO, AO CONHECIMENTO DOS MEUS COLEGAS DE TRABALHO, SOU FUNCIONARIO PÚBLICO, CABERIA AI UMA DENUNCIA AO MINISTERIO PÚBLICO?

Creio que a saída que melhor

Creio que a saída que melhor atenderá a seus interesses é ajuizar ação cível por danos morais. Ainda que o Sr. tenha se sentido lesado em sua honra, o Ministério Público não tem - em tese - legitimidade para ajuizar ação penal por suposto crime de difamação (até porque, pela situação narrada, é bastante difícil concluir pela caracterização deste delito). Assim, o melhor é mesmo buscar o auxílio de um advogado, para a devida responsabilização no âmbito cível.

alcool

tenho uma irmã de maior e ñ sei o que fazer, ela pensa esta fazendo o certo, mais ñ mora em casa e veve bebendo, está magra e quero ajuda-la mas ñ sei como perante a lei

filho menor que nao aceita internacao vive pondo em rico a propr

oi meu filho tem 16 anos vai fazer 17 em abril faz uso da maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva. lanca perfumi bafora e consomi bebida alcolica ja este internado em uma clinica projeto jovens samaritano vive mi dizendo qui se for pra ser internado prefer rouba pra ser mort quand nao usa a drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. se transforma da murro na pared tent se matya tomand 10 comprimid foi trabalha de entrega pizza estava drogado e bebado falo pra mim e pro pai que ia cair de mot e realment caiu gracas a deus nao foi nada grava agora comeco a pegar dinher de dentr de casa para usar droga arruma uma confusao pra ve se alguem mata ele ja nao sei oq fazer tenho med dele morre pois ja tent infia a faca no peit eu puxei acabei mi cortando nao tenho dinher pra paga uma clinica ainde ele fico internad eles falarao qui ele e um usuario compusivo pois levant oit horas pra usar droga entra meio dia vout pra rua de novo pra usa droga so entra onze hora e de manha a noit usand ele nao quer passar em nem um caps pra intern precisa de um relatorio medico como faso pra interna ele  moro em sao paulo zopna leste aguard responst muit obrigad

Calma mãe, seu filho será curado.

Olá. Sou advogada e enfrentei um caso semelhante ao seu. Senhora, peço que procure por um promotor de justiça ou advogado e solicite a internação imediata de seu filho por não possuir condições de seguir a propria vida. Alegue que, na condição de mãe, deve protege-lo até contra si mesmo. Enfim, o pedido tem que ser de interdição c/c liminar de internação. Mas lembre-se, deves também procurar a salvação espiritual de todos de sua família, pois somente se apegando com Jesus que estarão libertos da dor de ter um filho preso nesse mundo. Que Deus lhe abençoe e lhe de forças para aguentar a cruz que ele lhe deu para passar temporariamente, já que após a tribulação voce verá o sabor de mel que é a recompensa. Espero ter ajudado. Fique na Paz do Senhor!

PETIÇÃO PARA INTERNAÇÃO

 

Bom dia!

Meu nome é Patricia, e estou recorrendo a um conselho no ato de meu desespero.

Meu pai é alcoólatra a  mais de 15 anos, onde ja se machucou diversas vezes gravemente, ja agrediu,e coloca em risco a vida de todos o tempo todo. Ontem dia 15 para ser mais exata e precisa, ele quase matou seu proprio pai, em uma briga o jogou longe, caindo e batendo a cabeça estando internado em estado delicado. Gostaria de saber se consigo a internação contra a vontade dele, o que devo fazer e se preciso de um defensor, levando em consideração que ele com 50 anos já é aposentado a mais de uma pelo fato do alcolismo afetar a possibilidade de trabalho e uma vez que ele não pode beberIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica. devido a problemas mentais.

Peço desesperadamente uma posição, uma ajuda de qual medida eu como filha posso tomar, e para complicar mais a situção eu resido em marilia e ele em campinas, será que consigo fazer algo daqui ou necessito ir até onde ele reside.

Muito obrigada

Patricia

patricia.fogagnoli@gmail.com 

 

Conselho.

Olá Patrícia. O conselho que lhe dou é que interne o seu pai o mais rápido possível, já que seus relatos indicam que ele é um ébrio habitual, ou seja, que é pessoa que consome, diaria e imoderadamente, bebida alcoolica, incapacitando-se para externar, conscientemente, a sua vontade. Se o seu pai, se descontrola toda vez que consome alcool, então ele já pode ser considerado uma pessoa com incapacidade parcial. Como filha, vc pode requerer junto ao Ministério Público, ou Defensoria Pública ou Advogado, a interdição c/c liminar de internação de ébrios. Faça isso, mas lembre-se, seu pai só vai curar se voces derem muito amor a ele e também, se procurarem ocupar a mente de todos, principalmente, se buscarem a Deus. Nunca se esqueça que Jesus veio para os pobres, doentes e aflitos a fim de salvá-los e levá-los ao reino do Senhor. Nosso Deus. Que Deus abençoe sua família. (Leia o Salmo 91).

 

INTERNAÇÃO INVOLUNTARIA

GOSTARIA DE SABER COMO ME PREVINIR DE TAL INTERNAÇÃO SOU UMA PESSOA QUE DESFRUTO DE TOTAL SANIDADE MENTALSaúde mental é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognição ou emoção ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição"oficial"de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjectivos, e teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a"saúde mental"é definida. http://www.who.int/whr/2001/chapter1/en/index.html, World Health Organization, 2001 NUNCA AGREDI QUALQUER PESSOA  ,FIZ USO DE ALCOOL E DROGASUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. MAS NUNCA DEIXEI MEUS VALORES DE LADO OU FUI AGRESSIVO COM QUALQUER PESSOA MAS AO CONTRARIO FUI AGREDIDO VÁRIAS VEZES PELOS MEUS PAIS PELA MINHA ESPOSA E NUNCA REVIDEI,  EU TRABALHAVA SOU TEC. EM INFORMÁTICA E E TENHO PLENA NOÇÃO DO QUE É CERTO OU ERRADO,POR FAZER USO DE SUBSTANCIA FUI INTERNADO INVOLUNTARIAMENTE  EM UMA CLINICA QUE NÃO TEM O MINIMO DE PROCEDIMENTO PARA SE FAZER UM TRATAMENTO DE DEPENDENTE QUIMICO ,SEM MOTIVO NENHUM ME INTERNARAM NESTA CLINICA ,TENHO 40 ANOS DE IDADE NÃO MORO COM MEUS PAIS A MUITO TEMPO GOSTARIA DE SABER SE ELES TEM O DIREITO DE ME ENTERNAR INVOLUNTARIAMENTE , FUI AGREDIDO, DOPADO , HUMILHADO VERBALMENTE ,JOGADO EM UMA CELA DE DOIS POR DOIS POR 3 DIAS , ESTOU MORRENDO DE MEDO QUE ISTO POSSA A VIR ACONTECER OUTRA VEZ , GOSTARIA DA AJUDA DE ALGUEM QUE PUDESSE ME ESCLARECER OS FATOS E COMO ME PREVENIR DE TAL AGREÇÃO SE EXISTE LEI CONTRA TAL ABUSOabuso (de drogas, de álcool, de substâncias, de produtos químicos ou de substâncias psicoativas)Um grupo de termos muito utilizado embora com significados variáveis. Na 3a. edição revista do Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Psiquiátrica Norte-Americana (DSM-III-R), “abuso de subs­tância psicoativa” é definido como “padrão desajustado de uso indicado pela continuação desse uso apesar do reconhecimento da existência de um problema social, ocupacional, psicológico ou físico, persistente ou recorrente, que é causado ou exacerbado pelo uso recorrente em situações nas quais ele é fisicamente arriscado”. Trata-se de uma categoria residual, ao qual é preferível o diagnóstico de dependência, quando for o caso. O termo “abuso” é algumas vezes utilizado de forma desaprovativa para designar qualquer tipo de uso, particularmente o de drogas ilícitas. Devido à sua ambigüidade, o termo não é usado na 10a. revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) (exceto no caso de substâncias que não produzem dependência; veja mais adiante); uso nocivo e uso arriscado são os termos equivalentes na terminologia da OMS, embora eles geralmente digam respeito apenas aos efeitos físicos e não às conseqüências sociais. O emprego de “abuso” também é desestimulado pelo Escritório de Prevenção do Abuso de Substâncias dos EUA, embora expressões como “abuso de substâncias” sigam sendo amplamente utilizadas na América do Norte, para se referir, de modo geral, aos problemas do uso de substâncias psicoativas.Em outros contextos, o abuso já indicou padrões de uso não-médico ou não aprovado, independentemente das conseqüências. Assim, a definição publicada em l969 pela Comissão de Peritos da OMS em Dependência de Drogas foi “uso excessivo de droga, persis­tente ou esporádico, inconsistente ou sem relação com a prática médica aceitável” (veja uso indevido de álcool ou droga). PRECISO DE MUITA AJUDA , AGUARDO RESPOSTA TENHO MEDO DE DAR MEU NOME COMPLETO OU E-MAIL

Clinica

Olá, gostaria de saber o nome da clinica que vc foi internado e que sofreu essas humilhações, pois meu marido precisará ser intermado pelo uso do alcool e fiquei com medo de acontecer isso com ele também.

Deixando o nome da clinica serve para os que estão nesse mesmo problema ficarem alertos onde irão deixar os seus familiares

 

Obrigada

Luana

Contra a Internação involuntária

A lei está cheia de brechas e...


Um advogado bem pago derruba a internação involuntária, principalmente se a 'insanidade mentalSaúde mental é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognição ou emoção ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição"oficial"de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjectivos, e teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a"saúde mental"é definida. http://www.who.int/whr/2001/chapter1/en/index.html, World Health Organization, 2001' for alegada /atestada por profissional ligado a clinica/hospital, fato muito comum nos dias de hoje. Já existe decisão favorável derrubando diversas internações involuntárias (jurisprudência).

Por outro lado...

Um advogado bem pago também 'interna' quem não precisa ser internado... Tudo depende da ética do profissional e do dinheiro envolvido. 

os relatórios "... não estão baseadas em dados sólidos, são, na sua grande maioria, manipulação de dados que lhe sustentam, porém omitem outros que as derrubam... "

A palavra final sempre é do MÉDICO, se você não confiar no primeiro... procure o segundo, terceiro, etc.

 

 

 

Internação involuntária virou moda

Hoje em dia a internação involuntária virou moda onde qualquer um pode ser internado sem sequer ter um exame de sangue onde todos os seus direito constitucionais são violados.

recuparação...

trabalhava como  agente de combate a endemias, passei na prova escrita, física, fiz o curso na puc minas e aconteceu comigo que tive uma recaidano crackVeja cocaína., procurei ajuda especializada e fui muito bem acolhido pelo CERSAM-ad de B.Hte. Fiquei um ano em tratamento. hoje me encontro sem usar a mais de um ano e a SMSA não quiz mais me contratar. eu adorava aquele serviço, fiz oque pude para voltar a trabalhar mas não me aceitaram. quando em ua entrevista de trabalho eu digo que tomo remédios controlado as pessoas assustam porque não entendem, acham que terei convulsão ou surto, mas não tenho nada disso, mas eles não me aceitam. Acho que foi preconceito da perícia médica ca P.B.H. quanto ao cid (10) f-14.2 e 31.6...quero sber se esta lei me protege, se posso voltar ao trabalho pois estou ronto para viver uma vida digna e o trabalho é essêncial para a perfeita recuperação, para a reinserção social.

               Agradeço e pesso retorno...

 

                                       paulo Benicio

 

 beniciioag@hotmail.com

dependencia quimica e alcoolismol

 Tbm acho tudo muito lindo e maravilhoso no papel, tbm tenho um marido dependente quimico, todos os dias é um inferno a convivencia, ele é violento perigoso, ja em um grau bem avançado das drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. e do alcool, eu corro aqui corro ali, vou no advogado, vou no forum, faço vergonha, quando apanhamos ou somos agredidos de alguma forma, eu e meus três filhos a propria policia nos ignora e basicamente diz que se não estamos aguentando então que saimos de casa. Veja se é correto isso vamos para onde debaixo de uma ponte só porque não é aplicada esta tal da lei. Procuro na internet todos os dias esta cheio de direitos mas nada na prática.

 

acho que a lei no escrito é

acho que a lei no escrito é muito linda!

Mas infelizmente não é bem assim que acontece na realidade!Pois por mais que seja dificil de admitir,estamos a anos tentando internar meu irmão que é usuario de drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. e infelizmente não conseguimos.

 

 

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Abstinência e dependência quimica

"Uma concepção errada que prevalece tanto na profissão médica como no público leigo é que o tratamento da dependência química invariavelmente fracassa.

Nada mais longe da verdade, o tratamento da abstinência é eficaz e seguro, embora a melhora seja variável...

...já é ponto pacífico que o melhor tratamento é uma combinação de terapias medicamentosas e psicossociais, aplicadas as duas em doses otimizadas" >> Continuar...


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