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Admitir a dependência(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio, funcionamento ou sobrevivência. Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a neces­sidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psico­ativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoo­lismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “depen­dência” em substituição a adicção e hábito10. O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (depen­dência de drogas, dependência química, dependência do uso de subs­tância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide). Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicá­veis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a depen­dência fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orien­tação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de absti­nência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tole­rância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomato­logia física (neuroadaptação). acaba acontecendo com ou sem boa vontade, pois é baseada em fatos e não em teorias. Para alguns com mais dificuldades, e para outros com facilidades. Mas acaba acontecendo.

A diferença entre a teoria e o fato, no meu modo de entender, é que se usa a teoria para se discutir o que vai acontecer ou poderá acontecer.Por outro lado, fato é o que já aconteceu ou está acontecendo. Portanto ao tomarmos conhecimento da dependência, sabemos que é uma doença e verificamos que também é um fato, cabe a qualquer ser inteligente escutar novas, e o familiar, não estando acostumado com coisas novas, tem medo ou aversão a isso.

Nos passos vamos Ter que trabalhar algo que passa desapercebido e se chama aceitação. Temos que ver isso, e só a aceitação de nossas falhas nos levará a termos uma qualidade de vida melhor, fato fundamental para a verdadeira abstinênciaA abstenção do uso de droga ou (particularmente) de bebidas alcoólicas, por questão de princípio ou por outras razões.Quem pratica a abstinência de álcool é chamado de “abstêmio” ou “abstêmio total”. A expressão “atualmente abstinente”, freqüentementeempregada em inquéritos populacionais, geralmente define uma pessoa que não ingeriu bebidas alcoólicas nos últimos 12 meses; esta definição não coincide necessariamente com a descrição que o próprio indivíduo faz de si como um abstêmio.O termo “abstinência” não deve ser confundido com “síndrome de abstinência” ( Deve-se, no entanto, diferenciar “abstêmio” (pessoa que não bebe ou não usa drogas) de “abstinente” (pessoa que presentemente não está bebendo, que não está usando drogas).Veja também: sobriedade; temperança..

Pois o que somos é o que:

-pensamos
- julgamos
- valorizamos
- honramos
- estimamos
- amamos
- detestamos
-tememos
- desejamos
- esperamos
- acreditamos e nos comprometemos com

Conforme percebemos acima, temos que mudar valores e crenças, pois quando mudo minha maneira de pensar, mudo minha maneira de agir, assim sendo, mudo minha maneira de viver.

ORAÇÃO DA SERENIDADE
REINOLD NIEBUHR [FREI BENEDITINO FRANCÊS

 

CONCEDEI-ME, SENHOR,
A SERENIDADE NECESSÁRIA PARA ACEITAR
AS COISAS QUE NÃO POSSO MODIFICAR;
CORAGEM PARA MODIFICAR AQUELAS QUE POSSO; E
SABEDORIA PARA CONHECER A DIFERENÇA ENTRE ELAS
VIVENDO UM DIA DE CADA VEZ;
DESFRUTANDO UM MOMENTO DE CADA VEZ;
ACEITANDO QUE AS DIFICULDADES
CONSTITUEM O CAMINHO DA PAZ;
ACEITANDO, COMO ELE ACEITOU
ESTE MUNDO TAL COMO É, E NÃO
COMO QUERIA QUE FOSSE;
CONFIANDO QUE ELE
ACERTARÁ TUDO, CONTANTO QUE EU
ME ENTREGUE À SUA VONTADE;
PARA QUE EU SEJA RAZOAVELMENTE FELIZ
NESTA VIDA, E SUPREMAMENTE
FELIZ COsM ELE ETERNAMENTE
NA PRÓXIMA. AMÉM.


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Comentários

E MUITO FACIL

E MUITO FACIL JULGARMOS.PORQUE NUMCA PASSAMOS POR UMA SITUAÇÃO ASSIM.MAS QUANDO DESCOBRE-SE QUE EM NOSSA FAMILIA EXISTE ESTA POSSIBILIDAE NOS DESESPERAMOS.

adolêcente

Todos os adolêcentes usuarios de drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. podem mudar bastam apenas quererem e que saibam adimitir sua dependencia

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Abstinência e dependência quimica

"Uma concepção errada que prevalece tanto na profissão médica como no público leigo é que o tratamento da dependência química invariavelmente fracassa.

Nada mais longe da verdade, o tratamento da abstinência é eficaz e seguro, embora a melhora seja variável...

...já é ponto pacífico que o melhor tratamento é uma combinação de terapias medicamentosas e psicossociais, aplicadas as duas em doses otimizadas" >> Continuar...


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