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Prevenção: É o ato ou efeito de chegar antes, de opinião antecipada (Dic. Aurélio).

PRIMÁRIA

objetiva em reduzir a incidência entre os adolescentes e outros. Plano a atingir a prevenção: limitação da disponibilidade da drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos., controle da publicidade e divulgação sublinear, campanhas educativas e contínuas técnicas de prevenção nasVeja teor alcoólico no sangue. escolas e empresas, mudanças sócio/política/econômica [lei seca], resgatar valores e limites.

Quem vai fazer a primeira prevenção? Será realizada pela : Família - medo e preconceito x conversa livre; segredo [ não quer ver e não que mexer com as coisas e mostrar o envolvimento emocional; posicionamento claro e coerente.

Governo - repressão ao tráfico, campanhas.

Igreja - espiritualidade "Quando a alma é negligenciada, perdas de significados ( o homem necessita de cuidar da sua alma ......’Tomas Moore).

Empresas - com palestras, SIPA, grupos de mútua ajuda e campanhas.

SECUNDÁRIA

objetivo é através de todos os atos destinados a diminuir o prevalecimento da doença, reduzir a duração/evolução e trabalhar no estágio do abusoabuso (de drogas, de álcool, de substâncias, de produtos químicos ou de substâncias psicoativas)Um grupo de termos muito utilizado embora com significados variáveis. Na 3a. edição revista do Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Psiquiátrica Norte-Americana (DSM-III-R), “abuso de subs­tância psicoativa” é definido como “padrão desajustado de uso indicado pela continuação desse uso apesar do reconhecimento da existência de um problema social, ocupacional, psicológico ou físico, persistente ou recorrente, que é causado ou exacerbado pelo uso recorrente em situações nas quais ele é fisicamente arriscado”. Trata-se de uma categoria residual, ao qual é preferível o diagnóstico de dependência, quando for o caso. O termo “abuso” é algumas vezes utilizado de forma desaprovativa para designar qualquer tipo de uso, particularmente o de drogas ilícitas. Devido à sua ambigüidade, o termo não é usado na 10a. revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) (exceto no caso de substâncias que não produzem dependência; veja mais adiante); uso nocivo e uso arriscado são os termos equivalentes na terminologia da OMS, embora eles geralmente digam respeito apenas aos efeitos físicos e não às conseqüências sociais. O emprego de “abuso” também é desestimulado pelo Escritório de Prevenção do Abuso de Substâncias dos EUA, embora expressões como “abuso de substâncias” sigam sendo amplamente utilizadas na América do Norte, para se referir, de modo geral, aos problemas do uso de substâncias psicoativas.Em outros contextos, o abuso já indicou padrões de uso não-médico ou não aprovado, independentemente das conseqüências. Assim, a definição publicada em l969 pela Comissão de Peritos da OMS em Dependência de Drogas foi “uso excessivo de droga, persis­tente ou esporádico, inconsistente ou sem relação com a prática médica aceitável” (veja uso indevido de álcool ou droga)..

NÃO fazer os seguintes procedimentos, tais como - fechar os olhos para o problema [negação] facilitar, banalizar o problema [minimizar], usar os mecanismos de defesa [projeção da culpa], querer ser herói, dramatizar [ não deu certo o tratamento ], procurar soluções mágicas [passes vacinas, etc.].

TERCIÁRIA

objetivo a diminuir as incapacidades crônicas, promover o tratamento em clínicaClínica médica, no Brasil, também conhecida como Medicina Interna e Clínica geral, é a especialidade médica que trata de pacientes adultos, atuando principalmente em ambiente hospitalar. Inclui o estudo das doenças de adultos, não cirúrgicas, não obstétricas e não ginecológicas, sendo a especialidade médica a partir da qual se diferenciaram todas as outras como Cardiologia e Pneumologia.No Brasil, o especialista em Clínica médica deve cumprir, além do curso de Medicina, dois anos de Residência médica.Em Portugal, trata-se de um termo actualmente a cair em desuso. Em sua substituição, surgiu a Especialidade de Medicina Geral e Familiar, mais abrangente e de natureza diferente.

  1. Clínica
  2. Angiologia
  3. Cardiologia
  4. Dermatologia
  5. Endocrinologia
  6. Gastroenterologia
  7. Geriatria
  8. Hematologia
  9. Infectologia
  10. Nefrologia
  11. Neurologia
  12. Pediatria
  13. Pneumologia
  14. Psiquiatria
  15. Reumatologia
, grupo de mútua ajuda (AA/NA, 12 passos), Artigo 1o da Lei 6368 de 21.10.76.


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Comentários

Drogas

Não provem, nem cheirem nenhum tipo de DrogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.. Não só destroi você mais como destrói sua vida !, Não deixem uma Droga acabar com sua vida e com sua família. DIGA NÃO AS DROGASDrogas !

drogas

gente ñ caia nasVeja teor alcoólico no sangue. drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. ela destroi vc e afasta vc de sua familia

 

cocaina

nao use  cocaina  pq  ela  a visia  pow

cocaína

ñ use esse cão ele destroi familias!!!!!!!!! Um abração!!!!!!!!!

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Abstinência e dependência quimica

"Uma concepção errada que prevalece tanto na profissão médica como no público leigo é que o tratamento da dependência química invariavelmente fracassa.

Nada mais longe da verdade, o tratamento da abstinência é eficaz e seguro, embora a melhora seja variável...

...já é ponto pacífico que o melhor tratamento é uma combinação de terapias medicamentosas e psicossociais, aplicadas as duas em doses otimizadas" >> Continuar...


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