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1 MURALHA: barreira, muro grande, algo intransponível...

A grande muralha que o DQ cria é psicológica - psiché [alma], nos sentimento [emoções, afetos] mentalSaúde mental é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognição ou emoção ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição"oficial"de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjectivos, e teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a"saúde mental"é definida. http://www.who.int/whr/2001/chapter1/en/index.html, World Health Organization, 2001, intelectual, racional. As conseqüências é que vai crescendo a muralha psicológica que separa a REALIDADE [dependência(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio, funcionamento ou sobrevivência. Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a neces­sidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psico­ativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoo­lismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “depen­dência” em substituição a adicção e hábito10. O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (depen­dência de drogas, dependência química, dependência do uso de subs­tância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide). Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicá­veis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a depen­dência fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orien­tação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de absti­nência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tole­rância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomato­logia física (neuroadaptação). química] da FANTASIA = ILUSÃO [ex. mecanismos defesa] sustentada pelo alicerce do ORGULHO [ex. vergonha/medo/ raiva etc.]
O primeiro passo é conhecer os mecanismos de NEGAÇÃO [parar de negar a vida de DQ]
O segundo passo é começar a pôr dentro a sua ACEITAÇÃO [aceita a ação]
ACEITAÇÃO - aceitar a realidade [o que se sente] e os retornos [o que se escuta], por para
dentro e não jogar fora; vou ter negação ou não, vou ter raiva ou não, barganha pode haver ou
não, vou sentir indiferença ou não, vou fazer a reflexão, nesse ponto posso ter aceitação da
realidade sentida e/ou retornos ouvidos, e não aceitação é que o não me serviu eu jogo fora.

2 MECANISMOS DE DEFESA
2-1 fantasia

- negação uso pouco, uso da natureza, só maconha, só álcoolNa terminologia química, os álcoois constituem um nume­roso grupo de compostos orgânicos derivados de hidrocarbonetos que contém um ou mais grupos hidroxila (-OH). O etanol (ou álcool etílico, C2H5OH) é um dos membros dessa classe de compostos, e é o principal ingrediente psicoativo das bebidas alcoólicas. Por extensão, o termo “álcool” também é usado para referir-se a bebidas alcoólicas.O etanol resulta da fermentação de açúcar produzida por lêvedos. Em condições normais, as bebidas produzidas por fermentação têm uma concentração de álcool que não ultrapassa 14%. Na produção de álcoois por destilação, ferve-se uma mistura fermentada e o etanol que se evapora é recolhido como um condensado quase puro. Além do seu uso para consumo humano, o etanol é também usado como combustível, como solvente e na manufatura química (veja álcool impróprio para o consumo humano).O álcool absoluto (etanol anidro) é o etanol contendo não mais do que 1% de água por massa. Nas estatísticas sobre produção ou consumo de álcool, o álcool absoluto refere-se ao conteúdo de álcool (como 100% de etanol) das bebidas alcoólicas.Do ponto de vista químico, o metanol (CH3OH), também conhecido como álcool metílico e álcool de madeira (ou de amido), é o mais simples dos álcoois. É usado como um solvente industrial e também como um adulterador para desnaturar o etanol e torná-lo impróprio para o consumo (bebidas metiladas). O metanol é altamente tóxico; dependendo da quantidade consu­mida, pode produzir turvação da visão, cegueira, coma e morte.Outros álcoois impróprios para o consumo, com efeitos poten­cialmente nocivos, são consumidos ocasionalmente, como, p.ex., o isopropanol (álcool isopropílico, freqüente em desinfetantes) e etilenoglicol (usado como anticongelante em automóveis).O álcool é um sedativo/hipnótico com efeitos semelhantes aos dos barbitúricos. Além dos efeitos sociais do uso, a intoxi­cação pelo álcool pode resultar em envenenamento e até morte; o uso excessivo e prolongado pode resultar em dependência ou numa ampla variedade de transtornos mentais orgânicos e físicos.Os transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de álcool (F10) são classificados como transtornos decor­rentes do uso de substância psicoativa na CID-10 (F10-F19).Veja também:cardiopatia alcoólica; cirrose alcoólica; dano cerebral associado ao álcool; delirium; encefalopatia de Wernicke; escorbuto; fígado gorduroso alcólico; gastrite alcoólica; hepatite alcoólica; miopatia relacionada com álcool ou drogas; neuro­patia periférica; pancreatite alcoólica; pelagra; pseudo-síndrome de Cushing; síndrome amnésica induzida por álcool ou droga; síndrome de deficiência de tiamina; síndrome fetal alcoólica., não uso mais, vou parar.
- minimização diminuir o uso, só no final de semana, um copinho, uma dose, uma caipirinha.
- maximização aumento dos problemas com o uso da drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. [baixa auto-estima e autopiedade].
- manipulação mentira, chantagem com motivo [usa o sentimento do outro para alcançar um objetivo ou aprovação: o uso/compra da droga].
-justificativa é a 3a fase do uso da droga, pôr ir mal no emprego: bebe, briga com a esposa bebe.
- atenção ou memória seletiva autocentrada registra somente o que interessa a si; o processo de centralizar num só assunto, pôr exemplo de 1.000 DQ em recuperaçãoA manutenção de qualquer forma de abstinência de álcool e/ou de drogas. O termo é particularmente associado com os grupos de ajuda mútua; entre os Alcóolicos Anônimos (AA) e outros grupos dos doze passos refere-se ao processo de atingir e manter a sobrie­dade. Posto que a recuperação é vista como um processo que dura toda a vida, um membro do AA é sempre visto internamente como um alcoólico “em recuperação”, embora o termo alcoólico “recuperado” possa ser usado fora do grupo. um volta a beberIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica. sem problemas, e eu penso/ajo "sou um desses 1.000".
Intelectualização e racionalização usam de todos artifícios mentais para esconder a drogadição, usa de raciocínio lógico.
- projeção cobrir de culpa o próximo.
-autopiedade não nega beber.
-desfocalização deslocar o assunto da sua dependência/outros sentimentos/fatos/pessoas.

2-2 mecanismos de defesa:
A - a realidade é rejeitada [relativo a comportamento]
A.1 - isolamento social

Tendência a voltar-se para si mesmos, evitando todo tipo de confronto da realidade, é uma forma de fuga dos próprios sentimentos. Exprime-se como falta de iniciativa, incerteza sobre o seu próprio desempenho falta de planificação, dedicação às coisas de rotina para fugir do novo EU de mudanças.

A.2 - agressividade [ver como pedido de ajuda]

Trata-se de curto-circuito entre o estímulo e a ação. São ações impulsivas, as cabeças, os atos autodestrutivos, as rebeliões provocativas, os desatinos obstinados. Podendo ser vista por dois ângulos
1- Com esse ato, a pessoa inconscientemente procura remover de si, toda consideração da realidade, sem planificação, ou seja, sem pensar "no que devo" ou "no que quero" fazer.
2- É o modo de admitir a própria dependência, e em um nível mais profundo, "é o medo da perda do EU", do papel que se está vivendo.

A.3 - prepotência

É um pedido disfarçado. Um tipo de agressividade que trás embutido uma tensão a ser descarregada devido à presença de uma mensagem, mas que é por ele mesmo recusada. Essa mensagem pode ser vista como pedido de ajuda nasVeja teor alcoólico no sangue. áreas de afeto, saúde física e mental, profissional, desejos e de relacionamentos.

A.4 - desafio

É uma reação de alguém que se sente ameaçado por alguma coisa ou pessoa, para assumir imaginariamente as suas qualidades, no caso o desafio. Sentindo-se um desafiador, reduz ou elimina o medo de continuar vivendo o seu papel, ou seja, de ver os supostos direitos agredidos.

A.5 - impulsividade

Consiste em assimilar transitoriamente uma pessoa real ou representar um papel da mesma, havendo uma identificação com ela a ponto de experimentar como feito a si, o que de fato é feito a essa pessoa. Este é um evidente comprometimento para a personalidade.

A.6 - intolerância

É um comportamento que claramente a intransigência, que pode retratar uma austeridade de cará
ter contrário aos princípios de liberdade. É uma recusa à convivência com credos e a prática de costumes diferentes de seus próprios, esta rejeição tem uma ligação às coisas que não posso modificar.

A.7 - projeção

É um comportamento contra os perigos que vem de fora, mas se o perigo vem de dentro, sua própria energia é colocada em crise: projetando, o perigo é transferido ou exteriorizado, sendo dessa forma "eliminado".
Pode ser vista de duas maneiras:
1-Transferindo o mal estar pelo qual está passando para o outro, exemplo "Não sou eu que estou nervoso, é você que não está bem".
2-Atribui aos outros, os motivos que explicariam as próprias perturbações, exemplo "Eu estou nervoso, mas foi você quem me fez ficar nervoso".

A.8 - negação

Consiste em criar bloqueios de certas percepções de mundo externo, ou seja, inconscientemente nega situações intoleráveis de uma realidade externa, para proteger-se de um sofrimento. Assim a criança fecha os olhos e acredita que não é vista pelos outros.O dependente químico num processo de autodestruição nega a sua realidade. Da mesma forma que o familiar do dependente nega o seu envolvimento, ou mesmo, a sua auto-anulação.

A.9 - fixação ou regressão

É um mecanismo de defesa que protege a pessoa do medo da destruição pelo confronto pessoal com as dificuldades de sua situação real, o que ao mesmo tempo, lhe impede de crescer e de amadurecer. Um eterno vir-a-ser. Um eterno anular-se, não buscando atingir metas criadas, que pode riam ser atingidas.

A.10 - negligenciar o presente

Através deste mecanismo, um impulso ou sentimento é inconscientemente deslocado de um objeto ou pessoa original para outro substituto. Através deste comportamento, o indivíduo é protegido do sofrimento que resultaria da consciência da real origem de um problema. Seus efeitos podem vir à tona, mas o motivo original é disfarçado, ou seja, não é reconhecido.
1-O familiar passa a reprimir ou hostilizar os companheiros do seu dependente, como forma de uma transferência de seus impulsos agressivos e os temores originalmente dirigidos aos pais, esposa [o] ou filhos do dependente.
2-O dependente químico passa a culpar ou hostilizar seus familiares, a empresa, sociedade, como forma de não querer reconhecer que seus impulsos agressivos e seus temores se originam da maneira abusiva de usar o álcool ou a droga.

B - a realidade é transformada [imaturidade relativo à imagem]
B.1 - onipotência

São fantasias e comportamentos que traduzem uma pretensão de poder absoluto. Tendência àgrandiosidade, desejo doentio de possuir objetos a serviço do seu EU, convicção inconsciente de ter direito de receber honras e reverências, pretensão de ser perfeito e de ser tratado como alguém privilegiado, especial. Deprecia tudo aquilo que ofusca a própria segurança. No fundo há um sentimento de insegurança, inferioridade e ausência de capacidade de amar em seus confrontos ou relacionamentos.

B.2 justificar

Quando a pessoa não consegue realizar o que pretende ou quando se sente ameaçada por algo de fora dela. Justificando, busca identificar-se com esta imagem. Satisfaz inconscientemente o imperioso desejo narcisista de "ser como", mas para tanto justifica todas as suas atitudes. Tendo sempre sua vida nas mãos das outras pessoas.

B.3 - auto- agressividade

Consiste em simplesmente excluir da consciência os impulsos perigosos ao "EU". O processo funciona como o esquecimento, podendo-se chegar a não se dar conta de certas realidades que o cerca ou de seu próprio "EU" [despersonalização]. Existe neste mecanismo a cegueira psíquica, a paralisia psíquica, gerando uma raiva por si mesmo.

B.4 - fantasia

É um conjunto de idéias ou imagens mentais que procuram resolver os conflitos emocionais, através da satisfação imaginária dos impulsos. Este mecanismo reveste-se de um caráter doentio quando tende a impedir continuamente a resolução dos conflitos, a satisfação real dos impulsos vitais e o contato com realidade.

B.5 - compensação

É o processo pelo qual um impulso é modificado de forma a ser expresso de conformidade com as demandas do meio. Este processo inconsciente é considerado sempre com uma função normal do "EU normal. Embora o impulso original não seja consciente, não existe a repressão, pois ao deparar com a rejeição pela consciência, o impulso é desviado para canais aceitos.

B.6 - transferência ou sublimação

C - a realidade é reinterpretada [ neuróticas ]
C.1 - formação reativa

A pessoa pensa, sente e faz o contrário, do que instintivamente pensaria, sentiria ou faria. É também chamada transformação no contrário. É expressar um pensamento, afeto ou comportamento que na forma ou direção manifestada,são diretamente contrárias ao impulso inaceitável que está por de trás do tipo de conduta. Esta defesa se reconhece pelo excesso. Exemplo - Esconder o medo com atitudes temerárias; insistir exageradamente sobre algum hábito ou uso indevido de álcool ou outras drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos., mais pela ansiedadeAnsiedade, ânsia ou nervosismo é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração etc., que por amor à verdade e ao bem

C.2 - introjeção/isolamento

É um processo psíquico mediante o qual o indivíduo se isola da carga emotiva ligada a um acontecimento qualquer, permanecendo emocionalmente frio. A emoção retida, geralmente acaba por se expressar mais tarde de modo imprevisto, com efeito, totalmente desproporcional à respectiva causa aparente, seja ela por explosão de cólera, de choro ou por um ato sexualA saúde sexual refere-se às áreas da medicina envolvidas com a reprodução humana e comportamento sexual, as doenças sexualmente transmissíveis, os métodos contraceptivos, anticoncepcionais, entre outros. aparentemente inexplicável.

C.3 - racionalização

É um mecanismo mental empregado pelo "EU" para justificar.É como uma desculpa apresentada para explicar uma atitude ou um comportamento social ou pessoalmente pouco aceitável. Exemplo -Atribuir a irritabilidade ao calor, atribuir o seu mal estar ao marido, esposa, filho, patrão. O atraso a um encontro pouco desejável, ao trânsito, quando na realidade não se quisesse este encontro. Não busca a verdade, mas a autodefesa, pelo que a idéia é levada adiante com rigidez e intolerância.Quem usa a racionalização termina ele mesmo por acreditar nas desculpas que apresenta.

C.4 - repressão ou recalque

É um processo automático que mantém fora da consciência, impulsos, idéias ou sentimentos inaceitáveis os quais não podem tornar-se conscientes através da evocação. É um mecanismo de defesa básico e percebe a maioria dos outros, funciona como reforços, quando a repressão é incompleta.

C.5 - intelectualização

É o uso defensivo da razão, menos elaborado. Consiste em evitar o problema prático, enfrentando-o a nível teórico. Controlam-se os afetos e os impulsos com a reflexão abstrata mais que se refazendo na experiência. É um excesso de pensamento, privado do componente afetivo.

D - a realidade é aceita [mecanismos protetores de controle] supressão, antecipação, humorismo.

 


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Comentários

o que eu faço

sinto-me sozinho, me isolo das pessoas, me sinto triste, minha alegria está na bebida, mesmo falando que essa felicidade é ilusória, ma é o único momento q me sinto feliz é aonde eu dou risada. minha familia é desunida, cada um por si estou casando dessa vida, mas parece q eu nao consigo me livra disso me sinto carente e sozinho

Me Ajudem

Eu estava e estou ainda precisando de uma ajuda psicológica . mande algum texto que fala mais do isolamento, falta de emocao, quero as coisas, depois que compro, vejo que nao fiquei ainda satisfeito. ainda falta algo para me fazer feliz, sorrir, alegrar-me por cada coisa. parece que tudo nesse mundo nao me satisfaz, ainda falta alguma coisas. Quero ficar feliz com minha familia, fico me isolando ate dele, entro no quarto, fico na internet e me isolo deles quase o dia inteirinho ate de madrugada.

 

 

obs. Estou ha 11 meses sem beberIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica. e nem usar drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.. FumoUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva. cigarro (um maco por dia)

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Abstinência e dependência quimica

"Uma concepção errada que prevalece tanto na profissão médica como no público leigo é que o tratamento da dependência química invariavelmente fracassa.

Nada mais longe da verdade, o tratamento da abstinência é eficaz e seguro, embora a melhora seja variável...

...já é ponto pacífico que o melhor tratamento é uma combinação de terapias medicamentosas e psicossociais, aplicadas as duas em doses otimizadas" >> Continuar...


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