Dependência física
Quando a drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. é utilizada em quantidades e freqüências elevadas, o organismo se defende estabelecendo um novo equilíbrio em seu funcionamento e adaptando-se à droga de tal forma que, na sua falta, funciona mal.
Estado de adaptação do corpo, manifestado por distúrbios físicos quando o uso de uma droga é interrompido.
Na dependência física, a droga é necessária para que o corpo funcione normalmente.
Ver também síndrome de abstinência.
Dependência
Faz parte da natureza do homem, uma vez que toda a existência humana está compreendida entre estados de dependência.
Durante a vida, o ser humano cria relações de dependência com objetos, pessoas e situações. Algumas dessas relações são importantes para o bem-estar, outras causam prejuízo, perda de autonomia etc.
Vínculo extremo onde a droga é priorizada em detrimento de outras relações. Na falta da droga, as pessoas que se acostumaram a consumi-la, são invadidas por sintomas penosos.
Pode ser a conseqüência de um desejo sem medida.
Termo recomendado em 1964, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), para substituir outros com maior conotação moral como "vício".
A dependência constitui-se a partir de três elementos:
a substânciaVeja droga psicoativa. psicoativa com características farmacológicas peculiares;
o indivíduo com suas características de personalidade e sua singularidade biológica;
o contexto sócio-cultural dinâmico e polimorfo, onde se realiza o encontro entre o indivíduo e o produto.
Existem dois tipos de dependência: dependência física e dependência psíquica.
Por ocasião da 9ª Revisão da Classificação Internacional das Doenças Doença (do latim dolentia, padecimento) é uma condição anormal de um organismo que interfere nas funções corporais e está associada a sintomas específicos. Pode ser causada por fatores externos, como outros organismos (infecção), ou por desfunções ou malfunções internas, como as doenças autoimunes. A patologia é a ciência que estuda as doenças e procura entendê-las.Resulta da consciência da perda da homeostasia de um organismo vivo, total ou parcial, estado este que pode cursar devido a infecção, inflamação, isquémias, modificações genéticas, sequelas de trauma, hemorragias, neoplasias ou disfunções orgânicas. Distingue-se da enfermidade, que é a alteração danosa do organismo.O dano patológico pode ser estrutural ou funcional. O médico faz a História clínica e examina o paciente a procura de sinal (médico) e sintomas que definem a síndrome da doença, solicita os exame complementar conforme suas hipótese diagnóstica, visando chegar a um diagnóstico.O passo seguinte é indicar um tratamento. , os aspectos psicológicos e físicos foram unificados sob a definição de dependência de drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.. Esta mudança ocorreu, pois no passado julgou-se erroneamente que as drogasDrogas que induziam a dependência física (e consequentemente à síndrome de abstinência) seriam aquelas perigosas (foram por isso chamadas de drogas pesadas - "hard drugs") ao contrário das que induziam apenas dependência psíquica (as drogas leves - "soft drugs"). Sabe-se hoje, que várias drogas sem a capacidade de produzir dependência física geram intensa compulsãoQuando aplicado ao uso de substâncias psicoativas, o termo se refere a uma necessidade poderosa de consumir a substância (ou substâncias) em questão, necessidade esta atribuída mais a sentimentos internos do que a influências externas. O usuário da substância pode identificar a necessidade como prejudicial ao seu bem-estar e pode ter uma intenção consciente de se refrear. Esses sentimentos são menos característicos da dependência do álcool e de drogas do que do transtorno obsessivo-compulsivo.Veja também:controle prejudicado; craving; necessidade imperiosa. para o uso e sérios problemas orgânicos. Portanto, soaria estranho classificá-las como drogas "leves". Assim, hoje aceita-se que uma pessoa seja dependente, sem qualificativo, enfatizando-se que a condição de dependência seja encarada como um quadro clínico (ver dependente).
Ver também farmacodependência , toxicomania e comportamento aditivo.
Dependente
Uma pessoa só deve ser considerada dependente se o seu nível de consumo incorrer em pelo menos três dos seguintes sintomas ou sinais, ao longo dos últimos doze meses antecedentes ao diagnóstico
forte desejo ou compulsão de consumir drogas;
consciência subjetiva de dificuldades na capacidade de controlar a ingestão de drogas, em termos de início, término ou nível de consumo;
uso de substâncias psicoativas para atenuar sintomas de abstinência, com plena consciência da efetividade de tal estratégia;
estado fisiológico de abstinência;
evidência de tolerância, necessitando doses crescentes da substância requerida para alcançar os efeitos originalmente produzidos;
estreitamento do repertório pessoal de consumo, quando o indivíduo passa, por exemplo, a consumir droga em locais não propícios, a qualquer hora, sem nenhum motivo especial etc.;
negligência progressiva de prazeres e interesses outros em favor do uso de drogas;
persistência no uso de drogas, a despeito de apresentar clara evidência de manifestações danosas;
evidência de que o retorno ao uso da substância, após um período de abstinência, leva a uma reinstalaçãoO retorno a um nível pré-existente do uso e da dependência de substância após um período de abstinência., num indivíduo que volta a usá-las. Como dito anteriormente, o indivíduo não apenas retorna ao padrão anterior de uso regular ou intensivo da substância, mas há também uma rápida reinstalação de outros elementos da dependência, tais como controle prejudicado, tolerância e sintomas de abstinência. O termo é usado principalmente na expressão “reinstalação rápida”, característica de algumas descrições da síndrome de dependência do álcool, mas não incluída como um critério na CID-10. rápida do quadro anterior.
Ver também usuário dependente e toxicômano.
Dependência psíquica
É a dependência fundamental.
A dependência psíquica se instala quando a pessoa é dominada por um impulso forte, quase incontrolável, de se administrar a droga à qual se habituou, experimentando um mal-estar intenso ("fissura"), na ausência da mesma.
Condição na qual uma droga produz um sentimento de satisfação e um impulso psicológico, exigindo uso periódico ou contínuo da droga para produzir prazer ou evitar desconforto.
Apego ao estado onde as dificuldades do usuário são momentaneamente apagadas pelos efeitos da droga que acaba por preencher a necessidade de "soluções" imediatas.
Os psicotrópicos causam uma mudança no psiquismo, da qual as pessoas podem passar a depender. Em geral, estes efeitos são prazerosos.
Dependente químico
Sinônimo de dependente, usuário dependente, toxicômano, drogadito, farmacodependente.
Droga
De origem controversa, a palavra droga pode ter origem do persa droa (odor aromático), do hebraico rakab (perfume) ou do holandês antigo droog (folha seca, porque antigamente quase todos os medicamentos eram feitos à base de vegetais).
(Organização Mundial da Saúde - OMS, 1981): "qualquer entidade química ou mistura de entidades (mas outras que não aquelas necessárias para a manutenção da saúde, como por exemplo água e oxigênio), que alteram a função biológica e possivelmente a sua estrutura".
Qualquer substância capaz de modificar a função dos organismos vivos, resultando em mudanças fisiológicas ou de comportamento.
No sentido figurado: "coisa de pouco valor; coisa enfadonha; desagradável" (Novo Dicionário Aurélio, 1986); "gíria: coisa ruim, imprestável; interjeição: exclamação que exprime frustração no que se está fazendo" (Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa Mirador Internacional, 2a. Ed., 1976). Desta forma, o termo embute significações subjetivas e negativas, dificultando sua utilização em contextos que se pretendem objetivos tais como para se referir à substância propriamente dita, ou seja, um substantivo. Se a droga é uma droga (no sentido figurado), isto já implica questões como morais e de valores.
Ver também psicoativos ou drogas psicoativas, psicotrópicos ou drogas psicotrópicas, medicamento e fármaco.
Drogadição
Fenômeno complexo resultante de três fatores primordiais - sujeito, produto (droga) e contexto sócio-cultural.
Ver também dependência, farmacodependência e toxicomania.
Drogadito
O mesmo que dependente, usuário dependente, toxicômano, dependente químico, farmacodependente.
Drogas ilícitas
São aquelas que tem a sua produção, comercialização e uso proibidos por lei.
Drogas lícitas
São aquelas que tem a sua produção e seu uso permitidos por lei, sendo liberadas para comercialização. Observa-se aqui que o fato de serem liberadas não significa que não tenham algum tipo de controle governamental bem como não provoquem algum prejuízo à saúde mental, física e social. Isto dependerá de múltiplos fatores tais como quantidade, qualidade, freqüência de uso etc.
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Comentários
muito bom todo o assunto
muito bom todo o assunto
conselho ao rapaz de cima
nossa , deve ser dureza mesmo . A unica soluçao é esperar em Deeus . Só ele pode resolver o que aos nossos olhos parece impossível . creia somentee e espere até nao ter mais possibilidade , porqe Ele age na hora e no momento certo (:
filha de um drogado
ola a todos.
tenho 23 anos e passei os ultimos dez anos da minha vida a ver o meu pai degradar-se por causa da drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.. ele tinha uma boa vida, um bom negocio, uma boa casa, uma mulher k sempre trabalhou com ele e faz (infelizmente ainda faz) tudo por el e uma filha que o adorava. Cresci a assistir a violencias domesticas ate que começei eu tambem a ser vitima de violencia. O dinheiro passou a ser problema e hoje ate tenho medo que ele me venda o que temos em casa para comprar droga. Eu sinceramente ja perdi as esperanças pois porque depois de muitas "curas" e promessas vieram muitas mais recaidas. Hoje infelizmente peço que ele morra duma vez talvez com uma overdose(em inglês.: overdose)O uso de qualquer droga em quantidade suficiente para provocar efeitos indesejáveis físicos e mentais mais ou menos imediatos. A superdosagem deliberada é um meio comum de suicídio ou de tentativa de suicídio. Em números absolutos, as superdosagens de drogas lícitas são geralmente mais comuns do que as de drogas ilícitas. A superdose pode provocar efeitos transitórios, duradouros ou a morte; a dose letal de uma droga em particular varia com o indivíduo e com as circunstâncias.Veja também:intoxicação; envenenamento por álcool ou droga ou com droga estragada pois eu morro por dentro quando vejo o meu pai a morrer aos bocados... desculpem se o que vos disse nao vos ajudou em nada... para mim foi um desabafo ao mundo. E a tentativa que um algum pai ou mae ou filho que leia este comentario pense duas vezes antes de usar drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. duras (sou a favor da legalizaçao das leves) pois pode causar muito sofrimento aos que os amam e claro a sua propria morte...
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