Abuso de substâncias é um problema comum em pacientes esquizofrênicos, atingindo até 60% destes, piorando com o progredir da doença e interferindo com a aderência do paciente ao tratamento. A exata natureza da comorbidade entre esquizofrenia e abusoabuso (de drogas, de álcool, de substâncias, de produtos químicos ou de substâncias psicoativas)Um grupo de termos muito utilizado embora com significados variáveis. Na 3a. edição revista do Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Psiquiátrica Norte-Americana (DSM-III-R), “abuso de substância psicoativa” é definido como “padrão desajustado de uso indicado pela continuação desse uso apesar do reconhecimento da existência de um problema social, ocupacional, psicológico ou físico, persistente ou recorrente, que é causado ou exacerbado pelo uso recorrente em situações nas quais ele é fisicamente arriscado”. Trata-se de uma categoria residual, ao qual é preferível o diagnóstico de dependência, quando for o caso. O termo “abuso” é algumas vezes utilizado de forma desaprovativa para designar qualquer tipo de uso, particularmente o de drogas ilícitas. Devido à sua ambigüidade, o termo não é usado na 10a. revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) (exceto no caso de substâncias que não produzem dependência; veja mais adiante); uso nocivo e uso arriscado são os termos equivalentes na terminologia da OMS, embora eles geralmente digam respeito apenas aos efeitos físicos e não às conseqüências sociais. O emprego de “abuso” também é desestimulado pelo Escritório de Prevenção do Abuso de Substâncias dos EUA, embora expressões como “abuso de substâncias” sigam sendo amplamente utilizadas na América do Norte, para se referir, de modo geral, aos problemas do uso de substâncias psicoativas.Em outros contextos, o abuso já indicou padrões de uso não-médico ou não aprovado, independentemente das conseqüências. Assim, a definição publicada em l969 pela Comissão de Peritos da OMS em Dependência de Drogas foi “uso excessivo de droga, persistente ou esporádico, inconsistente ou sem relação com a prática médica aceitável” (veja uso indevido de álcool ou droga). de substâncias não é ainda conhecida mas algumas hipóteses tem sido levantadas:
1) abuso de substâncias poderia causar ou precipitar esquizofrenia em indivíduos vulneráveis,
2) pacientes esquizofrênicos usariam drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. para minimizar sintomas da doença ou efeitos colaterais da medicação e
3) a associação entre as duas entidades seria uma coincidência por serem entidades clínicas semelhantes quanto a idade de início idade e prevalência, não havendo relação causal entre ambas.
Existem várias dificuldades em se estudar o problema pois a maioria dos trabalhos publicados apresentam limitações quanto a seleção da amostra (centro universitários, por exemplo, exibem índices maiores de comorbidade entre abuso de substâncias e esquizofrenia), irregularidades na adoção de critérios para abuso de drogasVeja abuso (de drogas, de álcool, de substâncias, de produtos químicos ou de substâncias psicoativas). e no controle de variáveis socio-culturais (centros urbanos norte-americanos apresentam prevalência maior que centros europeus).
Tentando contornar vários viéses de seleção de pacientes e de critérios diagnósticos, Hambrecht & Häfner (1996) estudaram uma amostra de 232 pacientes admitidos pela primeira vez em hospitais psiquiátricos, com diagnóstico de esquizofrenia ou transtorno paranóide, de uma área de captação da região central da Alemanha entre 1987 e 1989. O critério para abuso de álcoolNa terminologia química, os álcoois constituem um numeroso grupo de compostos orgânicos derivados de hidrocarbonetos que contém um ou mais grupos hidroxila (-OH). O etanol (ou álcool etílico, C2H5OH) é um dos membros dessa classe de compostos, e é o principal ingrediente psicoativo das bebidas alcoólicas. Por extensão, o termo “álcool” também é usado para referir-se a bebidas alcoólicas.O etanol resulta da fermentação de açúcar produzida por lêvedos. Em condições normais, as bebidas produzidas por fermentação têm uma concentração de álcool que não ultrapassa 14%. Na produção de álcoois por destilação, ferve-se uma mistura fermentada e o etanol que se evapora é recolhido como um condensado quase puro. Além do seu uso para consumo humano, o etanol é também usado como combustível, como solvente e na manufatura química (veja álcool impróprio para o consumo humano).O álcool absoluto (etanol anidro) é o etanol contendo não mais do que 1% de água por massa. Nas estatísticas sobre produção ou consumo de álcool, o álcool absoluto refere-se ao conteúdo de álcool (como 100% de etanol) das bebidas alcoólicas.Do ponto de vista químico, o metanol (CH3OH), também conhecido como álcool metílico e álcool de madeira (ou de amido), é o mais simples dos álcoois. É usado como um solvente industrial e também como um adulterador para desnaturar o etanol e torná-lo impróprio para o consumo (bebidas metiladas). O metanol é altamente tóxico; dependendo da quantidade consumida, pode produzir turvação da visão, cegueira, coma e morte.Outros álcoois impróprios para o consumo, com efeitos potencialmente nocivos, são consumidos ocasionalmente, como, p.ex., o isopropanol (álcool isopropílico, freqüente em desinfetantes) e etilenoglicol (usado como anticongelante em automóveis).O álcool é um sedativo/hipnótico com efeitos semelhantes aos dos barbitúricos. Além dos efeitos sociais do uso, a intoxicação pelo álcool pode resultar em envenenamento e até morte; o uso excessivo e prolongado pode resultar em dependência ou numa ampla variedade de transtornos mentais orgânicos e físicos.Os transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de álcool (F10) são classificados como transtornos decorrentes do uso de substância psicoativa na CID-10 (F10-F19).Veja também:cardiopatia alcoólica; cirrose alcoólica; dano cerebral associado ao álcool; delirium; encefalopatia de Wernicke; escorbuto; fígado gorduroso alcólico; gastrite alcoólica; hepatite alcoólica; miopatia relacionada com álcool ou drogas; neuropatia periférica; pancreatite alcoólica; pelagra; pseudo-síndrome de Cushing; síndrome amnésica induzida por álcool ou droga; síndrome de deficiência de tiamina; síndrome fetal alcoólica. foi o de episódios de beberIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica. severos por pelo menos 1 mês, com problemas com a familia ou falta ao trabalho devido a bebida ou sintomas de abstinênciaA abstenção do uso de droga ou (particularmente) de bebidas alcoólicas, por questão de princípio ou por outras razões.Quem pratica a abstinência de álcool é chamado de “abstêmio” ou “abstêmio total”. A expressão “atualmente abstinente”, freqüentementeempregada em inquéritos populacionais, geralmente define uma pessoa que não ingeriu bebidas alcoólicas nos últimos 12 meses; esta definição não coincide necessariamente com a descrição que o próprio indivíduo faz de si como um abstêmio.O termo “abstinência” não deve ser confundido com “síndrome de abstinência” ( Deve-se, no entanto, diferenciar “abstêmio” (pessoa que não bebe ou não usa drogas) de “abstinente” (pessoa que presentemente não está bebendo, que não está usando drogas).Veja também: sobriedade; temperança.. Para abuso de drogasAbuso de drogas foi adotado o critério de consumo de drogas ilegais por mais de uma semana durante o último mês. O início do abuso foi considerado como o primeiro mes no qual o critério para abuso foi preenchido. Um grupo de 57 controles pareados quanto a idade e sexo foi selecionado da população geral.
Abuso de álcool ao longo da vida foi encontrado em 23,7% dos pacientes e 12,3% dos controles (chi 2; p < 0,06) e abuso de drogas 14,2% para os pacientes e 7% para os controles (chi 2; p < 0,15). O pequeno tamanho do grupo controle foi provavelmente o responsável pela falta de significância estatística. Quase 90% dos pacientes com abuso de drogas usaram maconha em algum período mas apenas 37% usaram apenas maconha como droga de abuso. Trinta e nove porcento dos pacientes homens mas apenas 22% das mulheres tinham história de abuso de substâncias. A idade média de inicio foi de 22,6 anos para o de álcool e 18,6 para as outras drogas.
A relação temporal entre o inicio da esquizofrenia e do abuso de substâncias encontrada nesta amostra pode ser resumida da seguinte forma: 27,5% dos pacientes tiveram problemas com drogas mais de 1 ano (em geral mais de 5 anos) antes do primeiro sintoma de esquizofrenia. Em 34,6% dos casos os sinais de esquizofrenia e abuso de droga começaram simultaneamente e em 37,9% o abuso de drogas começou após o primeiro sintoma de esquizofrenia. A época de começo do abuso de álcool não foi significativamente diferente da do começo dos sintomas negativos porém foi em geral anterior ao primeiro sintoma positivo.
Em relação as características sintomatológicas, pacientes com abuso de álcool apresentaram mais sintomas alucinatórios e delirantes enquanto os pacientes com abuso de drogas apresentavam mais isolamento social, preocupações místicas e delírios de influência.
Este estudo corrobora a grande comorbidade entre abuso de substâncias e esquizofrenia já a partir do primeiro episódio da doença, sugerindo um papel importante da maconha como droga de abuso (principalmente entre homens) e mostrando um padrão peculiar do abuso de álcool, mais frequentemente sucedendo o primeiro sinal negativo de esquizofrenia mas precedendo o primeiro sintoma positivo.
A hipótese da auto-medicação só poderia ser aplicada a uma fração destes pacientes. Lidar com sintomas negativos da esquizofrenia através do uso de álcool seria admissível para 42% dos casos e por meio de drogas para 28%. Sintomas negativos não foram diferentes entre os grupos com e sem abuso de substâncias mas os pacientes com abuso apresentaram comportamentos anti-sociais com maior frequência.
A hipótese da auto-medicação foi também abordada por Voruganti, Heslegrave & Awad (1997). Os autores partiram da hipótese de que o abuso de drogas em pacientes esquizofrênicos poderia ser consequência de sintomas disfóricos associados ao uso de neurolépticos. A disforia neuroléptica (DN) é descrita como um efeito colateral sutil associado aos neurolépticos convencionais e caracterizada por irritabilidade, cansaço, apatia e perda de interesse ou ambição. A prevalência de DN varia de 5% a 40% dos pacientes com esquizofrenia tratados com neurolépticos e está relacionada a aversão ao uso de medicamentos, mal controle dos sintomas, recaídas frequentes e maior comprometimento da qualidade de vida. Desta forma, a questão proposta pelos autores é a de o quanto pacientes esquizofrênicos poderiam fazer uso de drogas para lidar com os sintomas disfóricos.
Foram examinados 223 pacientes esquizofrênicos (DSM-IV) ambulatoriais que vinham recebendo tratamento de manutenção com neurolépticos. Disforia neuroléptica foi identificada em 38,56% dos pacientes e abuso de substâncias em 29,6%, com uma associação estatisticamente significante entre as duas condições (chi 2 =21,08, p< 0,001). Além disso, o subgrupo de pacientes que havia sido internado no último ano (n=129) apresentou uma taxa de ND (48%) e abuso de drogas (39%) maior do que o grupo sem internações (35% e 17%, respectivamente). O sub grupo com internações apresentava também uma idade média menor (29,4 anos versus 41,2) e pior aderência ao tratamento, que contrastava com a maior estabilidade clínica do segundo subgrupo.
De forma geral, os autores encontraram uma um risco de desenvolvimento de abuso de substâncias quatro vezes maior entre os pacientes com disforia neuroléptica, o que favorece a hipótese da auto-medicação. Dados preliminares sugerem que neurolépticos atípicos (clozapina e resperidona) estão associados à uma diminuição da procura por drogas, o que seria compatível com a hipótese de que a disforia neuroléptica possa corresponder ao componente afetivo dos efeitos extra-piramidais ou da acatisia induzida pelas drogas tradicionais. Os resultados também sugerem que pacientes mais graves, que precisam doses maiores de neurolépticos, estejam mais propensos ao abuso de drogas.
Trata-se, no entanto de um estudo de correlação entre dois fenômenos e qualquer relação causal entre eles é essencialmente especulativa.
Rosenthal & Miner (1997) abordaram a questão de como se determinar o diagnóstico primário em pacientes que apresentem, simultaneamente, sintomas de esquizofrenia e abuso de substâncias. Para isso, propuseram um modelo estatístico para determinar que sintomas seriam importantes na avaliação diagnóstica destes pacientes.
Foram coletadas informações de 457 pacientes admitidos para tratamento durante o ano de 1988. Destes, 65 (14,2%) pacientes receberam o diagnóstico de transtorno delirante orgânico, alucinosealucinose (F1x.52)Um transtorno que consiste em alucinações persistentes ou recorrentes, em geral visuais ou auditivas, e que ocorrem com clareza de consciência, mas que o indivíduo afetado pode ou não reconhecer como irreais. Pode ocorrer uma elaboração delirante das alucinações, mas os delírios não dominam o quadro clínico.Veja também:transtorno psicótico induzido por álcool ou droga.Esta categoria diagnóstica de cinco dígitos não faz parte da CID-10, mas pode ser encontradaem The ICD-10 Classification of Mental and Behavioural Disorders. Clinical descriptions and diagnostic guidelines. Geneva, World Health Organization, 1992. orgânica ou ambos, concomitante ao transtorno de abuso de substâncias psicoativas (DSM III-R) e 106 pacientes (23,2%) preencheram critérios para o diagnóstico de esquizofrenia em associação com abuso de substâncias.
Procedeu-se, então, ao levantamento de 26 variáveis independentes, nestes dois grupos de pacientes, relativas a dados demográficos, tipos de sintomas psiquiátricos e características do abuso de substâncias. A partir dos dados obtidos, procedeu-se a determinação da função discriminante para as categorias diagnósticas esquizofrenia + abuso de substâncias (E+AS) versus abuso de substâncias + transtorno delirante ou alucinatório orgânico (AS+TDA) submetendo-os, a seguir, a regressão logística. Pacientes do grupo E+AS tiveram internações mais demoradas e distúrbios formais de pensamento mais frequentes enquanto pacientes do grupo AS+TDA apresentaram mais alucinações auditivas "de comando", ideação suicida, abuso de cocaínaUm alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odontologia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa. Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é perigoso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provocado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack. Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sonolência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardíacas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos teratogênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os transtornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14). e heroínaVeja opióide. e transtorno orgânico do humor.
Alterações formais de pensamento e delírios bizarros predisseram significativamente o diagnóstico de esquizofrenia com "odds ratio (OR)" de 3,55:1 e 6,09:1, respectivamente enquanto que ideação suicida (OR=0,32:1), abuso de cocaína por via intra-venosa (0,18:1) e história de desintoxicaçãoO processo pelo qual um indivíduo é afastado dos efeitos de uma substância psicoativa.Como um procedimento clínico, é o processo de afastamento da substância realizado de maneira segura e efetiva, de tal forma que os sintomas da abstinência são minimizados. O serviço no qual esse processo se dá é denominado de unidade ou centro de desintoxicação.Tipicamente, o indivíduo está clinicamente intoxicado ou já em abstinência no início da desintoxicação. A desintoxicação pode ou não envolver o uso de medicamentos. Quando os usa, o medicamento em geral é uma droga que apresenta tolerância cruzada e dependência cruzada em relação à(s) substância(s) usada(s) pelo paciente. A dose é calculada para aliviar a síndrome de abstinência sem induzir intoxicação e é gradualmente diminuída à medida que o paciente se recupera.A desintoxicação como um procedimento clínico implica que o indivíduo seja supervisionado até recuperar-se completamente da intoxicação ou da síndrome de abstinência física. O termo “autodesintoxicação” é usado algumas vezes para denotar a recuperação não assistida de um episódio de intoxicação ou de sintomas da abstinência. de drogas (0,26:1) ou de tratamento de manutenção com metadonaUma droga opiácea sintética usada na terapia de manutenção dos dependentes de opióides. Tem uma longa semivida e pode ser administrada oralmente uma vez ao dia, sob supervisão terapêutica.Veja também:opióide; terapia de manutenção. (0,18:1) demonstraram uma relação inversa com este mesmo diagnóstico.
A adoção de uma sensibilidade de 83,1% e uma especificidade de 69,2% permitiu um nível ótimo de probabilidade de 0,56 para estimar o diagnóstico de esquizofrenia, que permitiria o correto diagnóstico de 76,2% dos pacientes.
O mesmo modelo estatístico foi aplicado a um segundo grupo de 81 pacientes acompanhados durante o ano de 1989. Segundo os mesmos critérios, 70,4% (n=57) dos pacientes foram corretamente diagnosticados, com a seguinte distribuição por diagnóstico: 29 dos 40 pacientes com E+AS e 28 dos 41 pacientes com AS+TDA.
A grande limitação deste estudo foi a não utilização de instrumentos padronizados para obtenção de informações. Seus achados, no entanto, vão de encontro a experiência clínica de vários autores quanto, por exemplo, ao uso infrequente de drogas injetáveis entre pacientes com esquizofrenia e a de poucas alterações formais de pensamento em pacientes com quadros orgânicos induzidos por drogas. Os autores também argumentam que a grande frequência de ideação suicida em pacientes com abuso de drogas e transtorno delirante ou alucinatório orgânico pode estar relacionada a comorbidade com transtornos afetivos ou ansiosos, comum neste grupo.
Este trabalho, portanto, demonstra o valor de algumas variáveis clínicas como preditoras do diagnóstico em pacientes que exibam, conjuntamente, sintomas de abuso de substâncias e esquizofrenia. Estas conclusões, no entanto, são baseadas em pacientes observados durante internação psiquiátrica e a validade de se generalizar estes achados para outras situações clínicas ainda precisa ser demonstrada.
A questão do tratamento farmacológico de abuso de substâncias em pacientes com esquizofrenia foi revista por Wilkins (1997). O assunto é particularmente importante pois, além de piorar os sintomas psicóticos, o abuso, ou mesmo o uso recreacional, de álcool e canabis parece agravar os sintomas de discinesia tardia. Além disso, estudos recentes sugerem que a associação de desipramina ao tratamento de pacientes esquizofrênicos melhora a sua resposta clínica, especialmente naqueles que apresentam abuso de cocaína.
Wilkins apresenta dados de alguns estudos com desipramina (DMI) em esquizofrênicos baseados na observação de que indivíduos dependentes de cocaína em geral relatam uma redução do desejo de drogas com o uso de DMI. Um destes estudos, realizado de forma aberta, avaliou 12 pacientes com abuso de cocaína e esquizofrenia tratados com doses diárias de 100 a 150 mg de DMI comparados com pacientes recebendo apenas neurolépticos. Pacientes recebendo DMI aderiram mais ao estudo (83% vs. 60%) e tiveram melhores índices de abstinência, avaliados por análises de urina. Resultados semelhantes, apontando para uma vantagem da desipramina, foram também observados em estudo aberto comparando DMI (n=12), selegilina, um IMAO-B, (n=13) e nenhum medicamento (n=15). Pelo menos um estudo duplo-cego controlado confirma este efeito benéfico da desipramina na facilitação da abstinência e melhora da aderência ao tratamento.
Alguns autores sugerem que a cocaína possa produzir sintomas depressivos em esquizofrênicos mas pode também reduzir sintomas negativos e que a associação entre cocaína e maconha possa induzir hostilidade e sentimentos de suspeita neste mesmo grupo de pacientes. A possibilidade do uso de maconha para aliviar sintomas depressivos associados ao uso de cocaína é também apontada em alguns trabalhos.
O uso de drogas psicoestimulantes para tentar aliviar os sintomas negativos da esquizofrenia parece também relacionado com o aumento de incidência de quadros depressivos. Esta observação parece ser válida para a cocaína, existindo relatos de uma menor incidência de sintomas negativos mas de um risco maior para depressão e ansiedadeAnsiedade, ânsia ou nervosismo é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração etc. em pacientes esquizofrenicos que fazem uso desta. Além disso, pacientes que relatam usar cocaína para melhorar seu humor apresentam maior frequência de internações e maior incidência de sintomas paranóides.
A maconha também parece ser usada por pacientes esquizofrênicos para aliviar sintomas negativos. Embora existam relatos de uma primeira experiência prazeirosa com maconha, o uso desta parece acelerar o início, piorar episódios de esquizofrenia ou dificultar o controle medicamentoso dos sintomas.
A nicotinaUm alcalóide que é a principal substância psicoativa do tabaco. Tem efeitos tanto estimulantes quanto relaxantes. Produz um efeito de alerta no eletroencefalograma e, em alguns indivíduos, um aumento na capacidade de focalização da atenção. Em outros, reduz a ansiedade e a irritabilidade.A nicotina é utilizada sob forma de inalação da fumaça do tabaco ou como “tabaco sem fumaça” (tabaco de mascar), rapé ou goma de mascar com nicotina. Cada tragada de fumaça de tabaco inalada contém nicotina que é rapidamente absorvida através dos pulmões e chega ao cérebro em segundos. A nicotina provoca uma tolerância e uma dependência consideráveis. Devido ao seu rápido metabolismo, os níveis cerebrais de nicotina caem rapidamente e o fumante sente um desejo intenso (craving) de mais um cigarro, 30-45 minutos depois de fumar o último.No usuário de nicotina que se tornou fisicamente dependente, desenvolve-se uma síndrome de abstinência depois de algumas horas da última dose: necessidade imperiosa (craving) de fumar, irritabilidade, ansiedade, raiva, dificuldade de concentração, aumento do apetite, diminuição da freqüência cardíaca e, por vezes, dor de cabeça e perturbações do sono. O desejo intenso tem seu pico em 24 horas e declina ao longo de várias semanas, apesar de poder ser evocado por estímulos associados a hábitos de fumar anteriores.O tabaco contém várias outras substâncias além da nicotina. O uso prolongado do tabaco pode resultar em câncer do pulmão, cabeça ou pescoço, em doenças cardíacas, em bronquite crônica, em enfisema e em outros transtornos físicos.A dependência de nicotina (F17.2) está classificada na CID-10 como um transtorno por uso do tabaco em transtorno por uso de substância psicoativa. está entre as substâncias mais usadas, relatada por cerca de 90% dos pacientes esquizofrênicos internados em centros médicos urbanos. Existem relatos de uma menor incidência de parkinsonismo induzido por neurolépticos assim como uma menor incidência de discinesia tardia entre pacientes fumantes. Em relação a achados psicopatológicos, pacientes fumantes parecem ter um início mais precoce da esquizofrenia e apresentam mais sintomas positivos. A nicotina também interfere com o metabolismo
hepático de várias drogas o que pode justificar a necessidade de doses em média mais elevadas de neurolépticos em pacientes fumantes.
Em relação ao álcool, pacientes esquizofrênicos apresentam as mesmas dificuldades de tratamento que os alcoolistas em geral. O uso de disulfiram, entretanto, parece particularmente interessante neste grupo de pacientes e não está relacionado com nenhuma complicação em especial.
As principais conclusões dos artigos aqui apresentados podem ser resumidas da seguinte maneira:
1 - Abuso de substâncias é muito frequente em pacientes esquizofrênicos, já a partir do primeiro episódio da doença. O abuso de maconha é particularmente comum, principalmente entre homens. O abuso de álcool, no estudo de Hambrecht e Häfner, foi mais frequentemente observado sucedendo o primeiro sinal negativo de esquizofrenia mas precedendo o primeiro sintoma positivo. Aparentemente, apenas uma fração dos pacientes faz uso de drogas para lidar com sintomas negativos da doença.
2 - Voruganti, Heslegrave e Awad sugerem que a busca de alívio para sintomas disfóricos induzidos por neurolépticos poderia ser um dos motivos pelos quais pacientes esquizofrênicos usam drogas como forma de auto-medicação.
3 - Em pacientes com sintomas simultâneos de squizofrenia e abuso de substâncias, internados em hospitais psiquiátricos, a presença de alterações formais de pensamento e delírios bizarros tem valor preditivo positivo para o diagnóstico primário de esquizofrenia. Por outro lado, a presença de ideação suicida, abuso de cocaína por via intra-venosa história de desintoxicação de drogas se correlacionam negativamente com o diagnóstico de esquizofrenia sugerindo, portanto, o diagnóstico de abuso de substâncias associado a transtorno delirante ou alucinatório orgânico.
4 - Os resultados aparentemente mais promissores quanto ao tratamento destes casos são em relação a desipramina, que parece ter um papel importante na redução do uso de drogas em pacientes esquizofrênicos.
Esta resenha apresenta apenas um resumo de quatro publicações recentes na área e visa chamar a atenção para um problema clinicamente relevante. A importância de fatores sócio-culturais tanto no prognóstico da esquizofrenia quanto na determinação do padrão de uso de substâncias reforça a idéia de que estudos brasileiros poderiam trazer contribuições significativas para esta discussão.
Autores
Renato T. Ramos*
Guilherme Rubino A Focchi**
Alexandre D. Gigante**
Joel Reno Jr.**
Danusa Céspedes G. Ayache**
* Médico Supervisor do Instituto de PsiquiatriaPsiquiatria é uma especialidade da Medicina que lida com a prevenção, atendimento, diagnóstico, tratamento e reabilitação das doenças mentais em humanos, sejam elas de cunho orgânico ou funcional, tais como depressão, doença bipolar, esquizofrenia e transtornos de ansiedade.A meta principal é o alívio do sofrimento psíquico e o bem-estar psíquico. Para isso, é necessária uma avaliação completa do doente, com perspectivas biológica, psicológica, sociológica e outras áreas afins.Uma doença ou problema psíquico pode ser tratado através de medicamentos ou várias formas de psicoterapia.A avaliação psiquiátrica envolve o exame do estado mental e a história clínica. Testes psicológicos, neurológicos e exames de imagem podem ser utilizados na avaliação, assim como exames físicos. Os procedimentos diagnósticos variam mas os critérios oficiais estão descritos em manuais como a CID-10 da Organização Mundial de Saúde e o DSM-IV da American Psychiatric Association. HC- FMUSP
** Médicos Residentes do 3º ano do Departamento de Psiquiatria da FMUSP
Hambrecht M & Häfner (1996) Substance abuse and the onset of schizophrenia. Biological Psychiatry, 40: 1155-1163.
Rosenthal RN & Miner CR (1997) Differential diagnosis of substance-induced psychosis and schizophrenia in patients with substance use disorders. Schizophrenia Bulletin, 23 (2): 187-193.
Voruganti LNP, Heslegrave RJ & Awad AG (1997) Neuroleptic dysphoria may be the missing link between schizophrenia and substance abuse. The Journal of Nervous and MentalSaúde mental é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognição ou emoção ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição"oficial"de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjectivos, e teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a"saúde mental"é definida. http://www.who.int/whr/2001/chapter1/en/index.html, World Health Organization, 2001 Disease 185 (7): 463-465.
Wilkins JN (1997) Pharmacotherapy of schizophrenia patients with comorbid substance abuse. Schizophrenia Bulletin, 23 (2): 215-228.
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doenças psiquicas
estou tendo problemas de ordem psicológica. Tenho analizado as pessoas e até o meu melhor amigo têm conspirado contra mim. às vezes percebo que querem se aproximar de mim apenas para disfarçar, mas na verdade querem até me matar, pois meu melhor amigo está iniciando em um grupo, o qual não posso revelar, mas eles sabem que se eu quisesse poderia fazê-lo desistir, por esse motivo estão querendo me matar. hoje no trabalho as coisas não foram nada bem. Cheguei sem falar com ninguém, não esbocei nenhum sorriso, pois eu squero que eles tenham um pouco de desconfiança que eu sei de tudo, e se eu sei eu poderia ter contado á alguém e se eles fizerem algo contra mim, essa pessoa poderia contar o que fariam comigo. Antes de ir embora eu estava dormindo um pouco na cadeira esperando a hora deir embora. derrepente uma menina apareceu mas eu não podia me mexer mesmo querendo, de tando forçar me mexer eu sentia minha mão encostar na outra, eu estendia o braço mas não o via, esta menina corria de um lado parao outrto querendo contar alguma coisa, até o momento em sque eu consegui me mexer e ela sumiu. Sei que isso tudo parece difícel de acreditar até para mim mesmo . mas é muito real. não sei o que pensar, mas se isso não for real mesmo então estou maluco. Abuso de drogasVeja abuso (de drogas, de álcool, de substâncias, de produtos químicos ou de substâncias psicoativas). desde os meus 13 anos, hoje tenho 29. dentre eles estão o álcool, maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidrocanabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão periférica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classificados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva., cocaína e um remédio roupinol.eu havia parado durante 6 anos , com tudo, mas recentemente tenho me drogado con cocaína diariamente, mas parei há 4 dias, fazendo tratamento no narcóticos anonimos, quando isso tudo ficou mais forte. por favor me deem uma resposta
resposta ao v.s
meu amigo, tenho nesses ultimos dias estudado sobre esquizofrenia, mas a verdade, que nem mesmo a ciência pode nos responder, os remedios somente amenizam os sintomas
- Circulatório e respiratório
- Cognição e comportamento
- Digestivo e abdômen
- Fala e voz
- Nervoso e musculoesquelético
- Pele
- Sinais gerais
- Urinário
. Voce precisa de um tratamento espiritual, isto é, libertação. O fato das drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. só pioram seu quadro. Você precisa procurar alguém que possa de ajudar pessoalmente, pois esta libertação somente é feita no nome de Jesus, saiba, Jesus não é uma religião, ser cristão não é ser religioso, mas viver a liberdade que Cristo pode nos dar, no nosso corpo, alma e espírito. Creio que você deve ter sofrido alguma rejeição, pois esse é o maior motivo da esquizofrenia começar a desenvolver e o segundo maior motivo é a rebelião, creio que isso já é um começo, mas deveriamos aprofundar. Gostaria muito de te ajudar e tenho a solução do seu problema, basta crer, e com esforço e paciência, poderemos obter a vitória para sua vida.preciso de ajuda
Boa tarde ! preciso de ajuda , pois tou com problemas com meu filho sobre o assundo acima
ESQUIZOFRENIA E MORFINA
A MORFINAVeja opióide. PODE PIORAR A esquizofrenia sim ou nao
Alcool
ainda continuo de facto uma grande questão o alcool é causa ou acelerela o quadro de vulneraveis
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