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 <title>*Alcool e Outras Drogas - Drogas</title>
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 <description>Um termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia.  Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.</description>
 <language>pt-br</language>
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 <title>Tratamento para indivíduos com abuso ou dependência de cocaína e crack</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/tratamento-individuos-abuso-dependencia-cocaina-crack.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;A &lt;span&gt;dependência&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio,  funcionamento ou sobrevivência.  Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a neces­sidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psico­ativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoo­lismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “depen­dência” em substituição a adicção e hábito10.   O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (depen­dência de drogas, dependência química, dependência do uso de subs­tância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide).  Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicá­veis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a depen­dência  fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orien­tação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de absti­nência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tole­rância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomato­logia física (neuroadaptação).&lt;/span&gt; de &lt;span&gt;cocaína&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa.  Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack.  Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante  quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14).&lt;/span&gt; é um transtorno passível de tratamento, ao contrário do que muitas pessoas pensam.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/tratamento-individuos-abuso-dependencia-cocaina-crack.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 22 Dec 2007 22:14:59 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>PCP ou &quot;Pó de anjo&quot; (fenciclidina ou peniciclidina)</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/pcp.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;PCP&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Veja fenciclidina.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt; (&lt;span&gt;FENCICLIDINA&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;(PCP)Uma substância psicoativa com efeitos depressores, estimu­lantes, analgésicos e alucinógenos sobre o sistema nervoso central. Foi introduzida na clínica como um anestésico dissociativo, mas seu uso foi abandonado devido à ocorrência freqüente de uma síndrome aguda manifestada por desorientação, agitação e delirium.  Parece ser útil no tratamento de acidentes vasculares cerebrais. A PCP é relativa­mente barata e fácil de sintetizar, tem sido utilizada como droga ilícita desde os anos 1970. Substâncias relacionadas que produzem efeitos semelhantes compreendem o dexoxadrol e a quetamina.O uso ilícito da PCP se faz por via oral, endovenosa ou por aspiração, mas geralmente é fumada; os efeitos começam em 5 minutos e têm seu pico em 30 minutos.  Inicialmente o usuário sente euforia, calor corporal, formigamento, sensação de flutuação e um sentimento de um isolamento sereno. Podem surgir alucinações visuais e auditivas, assim como alterações da imagem corporal, percepções distorcidas do tempo e do espaço, delírios e desorga­nização do pensamento. Hipertensão, nistagmo, ataxia, disartria, esgares, sudorese intensa, hiperreflexia, reatividade à dor diminuída, rigidez muscular, hiperpirexia, hiperacusia e convulsões são alguns dos sintomas neurológicos e psicológicos concomitantes e que estão relacionados com a dose.Os efeitos geralmente duram de 4 a 6 horas, embora alguns sintomas residuais possam levar vários dias para desaparecerem. Durante o período de recuperação imediata pode haver um compor­tamento autodestrutivo ou violento. Foram observados delirium, transtorno delirante e transtorno de humor causados pelo uso de PCP. Como no caso dos alucinógenos, não se sabe se tais transtornos são efeitos específicos da droga ou manifestação de uma vulnerabilidade pré-existente. Na CID-10, os transtornos relacionados à PCP estão classificados junto aos dos alucinógenos (F16).Sinonímia: pó de anjo.&lt;/span&gt; OU PENICICLIDINA) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;HISTÓRICO (5) &lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/pcp.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 12 Jul 2008 17:02:25 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Gravidez e tabaco: A combinação imperfeita</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/tabaco/gravidez-tabaco-combinacao-imperfeita.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;por Cláudia Pinto, em Portugal&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/tabaco/gravidez-tabaco-combinacao-imperfeita.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Fri, 20 Jun 2008 19:10:25 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Formas de consumo da cocaína</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/formas-consumo-cocaina.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Embora o termo &quot;&lt;span&gt;Crack&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Veja cocaína.&lt;/span&gt;&quot; venha sendo veiculado há pouco mais de 15 anos, a história do consumo dos produtos da &lt;span&gt;cocaína&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa.  Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack.  Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante  quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14).&lt;/span&gt; é bastante antiga.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/formas-consumo-cocaina.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 22 Dec 2007 23:12:18 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Quais os efeitos imediatos (agudos) do uso da cocaína?</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/quais-efeitos-imediatos-agudos-uso-cocaina.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;O consumo intranasal de &lt;span&gt;cocaína&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa.  Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack.  Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante  quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14).&lt;/span&gt; produz seus efeitos entre 1 e 2 minutos após o uso, tendo duração de 30 minutos, em média.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/quais-efeitos-imediatos-agudos-uso-cocaina.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 22 Dec 2007 23:09:03 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Quais as conseqüências do uso continuado (crônico) da cocaína?</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/quais-consequeencias-uso-continuado-cronico-cocaina.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Se os efeitos agudos da &lt;span&gt;cocaína&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa.  Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack.  Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante  quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14).&lt;/span&gt; já são perigosos, os efeitos e conseqüências do uso continuado são letais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/quais-consequeencias-uso-continuado-cronico-cocaina.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <category domain="http://adroga.casadia.org/drogas">Drogas</category>
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 <pubDate>Sat, 22 Dec 2007 22:52:24 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Complicações médicas do consumo de cocaína e crack</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/complicacoes-medicas-consumo-cocaina-crack.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Podemos dividir as complicações associadas à &lt;span&gt;droga&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.&lt;/span&gt; em:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Complicações médicas do consumo de &lt;span&gt;cocaína&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa.  Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack.  Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante  quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14).&lt;/span&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/complicacoes-medicas-consumo-cocaina-crack.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 22 Dec 2007 22:49:26 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Uso, abuso e dependência de cocaína</title>
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 <description> &lt;p&gt;Nem todos os usuários de &lt;span&gt;cocaína&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa.  Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack.  Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante  quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14).&lt;/span&gt; tornam-se dependentes da &lt;span&gt;droga&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.&lt;/span&gt;. Da mesma forma, nenhum dependente de cocaína, ao iniciar o consumo, tinha a intenção de se tornar dependente da &lt;span&gt;substância&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Veja droga psicoativa.&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/uso-abuso-dependencia-cocaina.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 22 Dec 2007 22:39:02 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Cocaína e mulheres</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/cocaina-mulheres.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Até pouco tempo atrás, pensava-se que todos os dependentes eram iguais e assim formariam um grupo homogêneo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/cocaina-mulheres.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 22 Dec 2007 22:33:35 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Associação entre cocaína e crack e HIV-AIDS</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/associacao-entre-cocaina-crack-hiv-aids.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Em 1981 o Centro de controle de &lt;span&gt;doenças&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt; Doença (do latim dolentia, padecimento) é uma condição anormal de um organismo que interfere nas funções corporais e está associada a sintomas específicos. Pode ser causada por fatores externos, como outros organismos (infecção), ou por desfunções ou malfunções internas, como as doenças autoimunes. A patologia é a ciência que estuda as doenças e procura entendê-las.Resulta da consciência da perda da homeostasia de um organismo vivo, total ou parcial, estado este que pode cursar devido a infecção, inflamação, isquémias, modificações genéticas, sequelas de trauma, hemorragias, neoplasias ou disfunções orgânicas. Distingue-se da enfermidade, que é a alteração danosa do organismo.O dano patológico pode ser estrutural ou funcional. O médico faz a História clínica e examina o paciente a procura de sinal (médico) e sintomas que definem a síndrome da doença, solicita os exame complementar conforme suas hipótese diagnóstica, visando chegar a um diagnóstico.O passo seguinte é indicar um tratamento. &lt;/span&gt; norte-americano (CDC) apresentava ao mundo a definição de uma nova patologia: a Síndrome da imunodeficiência adquirida, a AIDS.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/associacao-entre-cocaina-crack-hiv-aids.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 22 Dec 2007 22:28:34 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Cocaína e crack entre adolescentes</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/cocaina-crack-entre-adolescentes.htm</link>
 <description>&lt;p&gt;O per&amp;iacute;odo que abrange o final da adolesc&amp;ecirc;ncia at&amp;eacute; o in&amp;iacute;cio da idade adulta &amp;eacute; a fase da vida em que existe maior risco para o in&amp;iacute;cio do uso de coca&amp;iacute;na&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/cocaina-crack-entre-adolescentes.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 22 Dec 2007 22:24:57 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Cocaína e a família</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/cocaina-a-familia.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Familiares compartilham genes que podem contribuir para o &lt;span&gt;abuso de drogas&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Veja abuso (de drogas, de álcool, de substâncias, de produtos químicos ou de substâncias psicoativas).&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/cocaina-a-familia.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 22 Dec 2007 22:21:22 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Bibliografia e créditos</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/bibliografia-creditos.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;&lt;strong&gt;BIBLIOGRAFIA E LEITURAS RECOMENDADAS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/bibliografia-creditos.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 22 Dec 2007 21:58:46 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Cocaína e crack</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;A série &quot;Diálogo&quot; – após as publicações do Guia para a Família e do opúsculo sobre as &lt;span&gt;drogas&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia.  Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.&lt;/span&gt; conhecidas como &lt;span&gt;Cocaína&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa.  Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack.  Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante  quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14).&lt;/span&gt; e &lt;span&gt;Crack&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Veja cocaína.&lt;/span&gt; -, prossegue apresentando obra sobre Aspectos básicos do tratamento da s&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 22 Dec 2007 21:48:53 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Introdução ao GHB</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/introducao.htm</link>
 <description> &lt;ol&gt;&lt;li&gt;Introdução.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Relatórios científicos sobre GHB.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por que GHB foi proibido?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quais são os interesses reais?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/efeitos.htm&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/introducao.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 20:48:45 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Relatórios científicos sobre GHB</title>
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 <description> &lt;ol&gt;&lt;li&gt;Introdução.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Relatórios científicos sobre GHB.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por que GHB foi proibido?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quais são os interesses reais?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;/drogas/ghb/efeitos.htm&quot;&gt;Efeitos.&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/relatorios-cientificos-sobre-ghb.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 20:46:25 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Por que GHB foi proibido?</title>
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 <description> &lt;ol&gt;&lt;li&gt;Introdução.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Relatórios científicos sobre GHB.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por que GHB foi proibido?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quais são os interesses reais?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/efeitos.htm&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/por-que-ghb-foi-proibido.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 20:45:06 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>GHB: Quais são os interesses reais por trás da proibição?</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/quais-sao-os-interesses-reais.htm</link>
 <description> &lt;ol&gt;&lt;li&gt;Introdução.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Relatórios científicos sobre GHB.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por que GHB foi proibido?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quais são os interesses reais?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/efeitos.htm&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/quais-sao-os-interesses-reais.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 20:43:37 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>GHB e sono</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/ghb-e-sono.htm</link>
 <description> &lt;ol&gt;&lt;li&gt;Introdução.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Relatórios científicos sobre GHB.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por que GHB foi proibido?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quais são os interesses reais?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/efeitos.htm&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/ghb-e-sono.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 20:41:54 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>GHB, álcool, e Alcoolismo.</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/ghb-alcool-alcoolismo.htm</link>
 <description> &lt;ol&gt;&lt;li&gt;Introdução.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Relatórios científicos sobre GHB.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por que GHB foi proibido?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quais são os interesses reais?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/efeitos.htm&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/ghb-alcool-alcoolismo.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 20:40:40 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Outros usos de GHB.</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/outros-usos-de-ghb.htm</link>
 <description> &lt;ol&gt;&lt;li&gt;Introdução.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Relatórios científicos sobre GHB.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por que GHB foi proibido?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quais são os interesses reais?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/efeitos.htm&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/outros-usos-de-ghb.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 20:39:24 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>GHB e sexo</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/ghb-e-sexo.htm</link>
 <description> &lt;ol&gt;&lt;li&gt;Introdução.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Relatórios científicos sobre GHB.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por que GHB foi proibido?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quais são os interesses reais?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/efeitos.htm&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/ghb-e-sexo.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 20:37:32 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Notas relacionadas ao GHB.</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/notas-relacionadas-ghb.htm</link>
 <description> &lt;ol&gt;&lt;li&gt;Introdução.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Relatórios científicos sobre GHB.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por que GHB foi proibido?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quais são os interesses reais?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;/drogas/ghb/efeitos.htm&quot;&gt;Efeitos.&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/notas-relacionadas-ghb.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/notas-relacionadas-ghb.htm#comments</comments>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 20:32:56 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Referências relacionadas ao GHB.</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/referencias.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;1. Bozak, RIchard; Knittel, J.; Hicks, Ronald. &quot;Convenient synthesis of a lactone, gamma-butyrolactone&quot;. Journal of chemical education. 1998. 75(1). 84.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/referencias.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/referencias.htm#comments</comments>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 20:30:38 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Dosagem de GHB</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/dosagem.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Doses de 10 mg/kg: originam &lt;span&gt;amnésia&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Perda ou perturbação da memória (completa ou parcial, perma­nente ou temporária), atribuível tanto a causas orgânicas como a psicológicas. A amnésia anterógrada é a perda da memória de duração variável para eventos e vivências subseqüentes a um incidente causal, após a recuperação da consciência. A amnésia retrógada é a perda da memória de duração variável para eventos e vivências que prece­deram um incidente causal.&lt;/span&gt; e hipotonia da musculatura esquelética, que resulta da depressão dos neurónios da medula óssea.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/dosagem.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <wfw:commentRss>http://adroga.casadia.org/crss/node/212</wfw:commentRss>
 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 20:29:09 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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<item>
 <title>Ação do GHB no corpo humano (Intoxicações agudas)</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/acao-do-ghb-no-corpo.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Síndrome aguda&lt;/strong&gt;:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/acao-do-ghb-no-corpo.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/acao-do-ghb-no-corpo.htm#comments</comments>
 <category domain="http://adroga.casadia.org/drogas">Drogas</category>
 <wfw:commentRss>http://adroga.casadia.org/crss/node/211</wfw:commentRss>
 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 20:27:10 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Efeitos do GHB no corpo humano</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/efeitos.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;Nos primeiros instantes de consumo, o GHB eleva o nível de dopamina no cérebro, fazendo com que a pessoa se sinta mais alerta e feliz. Em doses elevadas, geralmente conduz ao &lt;span&gt;coma&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Coma (ou comatose) é o estado no qual uma pessoa perde completa ou parcialmente a consciência, não tem reações nervosas, ou reage pouco ou nada a estímulos externos.&lt;/span&gt; profundo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/efeitos.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://adroga.casadia.org/drogas/ghb/efeitos.htm#comments</comments>
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 <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 20:24:27 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Maconha: Informações Para os Adolescentes</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/maconha/informacoes-para-adolescentes.htm</link>
 <description> &lt;h2&gt;O Que é maconha? Existem tipos diferentes de maconha?&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;A maconha é uma combinação de flores e folhas da planta conhecida como Canabis Sativa, e pode ser verde, marrom ou cinza.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/maconha/informacoes-para-adolescentes.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Mon, 03 Dec 2007 05:30:57 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Mais Informações Sobre a Maconha</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/maconha/mais-informacoes.htm</link>
 <description> &lt;ol type=&quot;1&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;/drogas/maconha/mais-informacoes.htm#Introducao&quot;&gt;Introdução&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;/drogas/maconha/mais-informacoes.htm#definicao&quot;&gt;Definição&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;/drogas/maconh&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/maconha/mais-informacoes.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://adroga.casadia.org/drogas/maconha/mais-informacoes.htm#comments</comments>
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 <pubDate>Mon, 03 Dec 2007 05:24:49 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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 <title>Abuso de inalantes</title>
 <link>http://adroga.casadia.org/drogas/inalantes/definicao.htm</link>
 <description> &lt;p&gt;O &lt;span&gt;abuso&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;abuso (de drogas, de álcool, de substâncias, de produtos químicos ou de substâncias psicoativas)Um grupo de termos muito utilizado embora com significados variáveis. Na 3a. edição revista do Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Psiquiátrica Norte-Americana (DSM-III-R), “abuso de subs­tância psicoativa” é definido como “padrão desajustado de uso indicado pela continuação desse uso apesar do reconhecimento da existência de um problema social, ocupacional, psicológico ou físico, persistente ou recorrente, que é causado ou exacerbado pelo uso recorrente em situações nas quais ele é fisicamente arriscado”. Trata-se de uma categoria residual, ao qual é preferível o diagnóstico de dependência, quando for o caso. O termo “abuso” é algumas vezes utilizado de forma desaprovativa para designar qualquer tipo de uso, particularmente o de drogas ilícitas. Devido à sua ambigüidade, o termo não é usado na 10a. revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) (exceto no caso de substâncias que não produzem dependência; veja mais adiante); uso nocivo e uso arriscado são os termos equivalentes na terminologia da OMS, embora eles geralmente digam respeito apenas aos efeitos físicos e não às conseqüências sociais. O emprego de “abuso” também é desestimulado pelo Escritório de Prevenção do Abuso de Substâncias dos EUA, embora expressões como “abuso de substâncias” sigam sendo amplamente utilizadas na América do Norte, para se referir, de modo geral, aos problemas do uso de substâncias psicoativas.Em outros contextos, o abuso já indicou padrões de uso não-médico ou não aprovado, independentemente das conseqüências. Assim, a definição publicada em l969 pela Comissão de Peritos da OMS em Dependência de Drogas foi “uso excessivo de droga, persis­tente ou esporádico, inconsistente ou sem relação com a prática médica aceitável” (veja uso indevido de álcool ou droga).&lt;/span&gt; de &lt;span&gt;inalantes&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Veja substâncias voláteis.&lt;/span&gt; é a concentração e inalação de produtos comuns encontrados em residências, escritórios e em escolas, inadvertidamente usados como &lt;span&gt;droga&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hovertip&quot;&gt;Um termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos.&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://adroga.casadia.org/drogas/inalantes/definicao.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://adroga.casadia.org/drogas/inalantes/definicao.htm#comments</comments>
 <category domain="http://adroga.casadia.org/drogas">Drogas</category>
 <wfw:commentRss>http://adroga.casadia.org/crss/node/97</wfw:commentRss>
 <pubDate>Mon, 03 Dec 2007 05:17:24 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Daniel</dc:creator>
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