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Droga psicoativaVeja substância ou droga psicoativa. ou substânciaVeja droga psicoativa. psicotrópica é a substância química que age principalmente no sistema nervoso central, onde altera a função cerebral e temporariamente muda a percepção, o humor, o comportamento e a consciência. Essa alteração pode ser requerida para fim recreacional (alteração proposital da consciência), rituais ou espirituais (uso enteógeno ou enteogénico, Daime, DMT, etc.), científicos (funcionamento da mente) ou médico-farmacológico (como medicação).

A progressão do uso de substância é vista como um aumento no consumo ou aumento dos problemas decorrentes do uso de álcoolNa terminologia química, os álcoois constituem um nume­roso grupo de compostos orgânicos derivados de hidrocarbonetos que contém um ou mais grupos hidroxila (-OH). O etanol (ou álcool etílico, C2H5OH) é um dos membros dessa classe de compostos, e é o principal ingrediente psicoativo das bebidas alcoólicas. Por extensão, o termo “álcool” também é usado para referir-se a bebidas alcoólicas.O etanol resulta da fermentação de açúcar produzida por lêvedos. Em condições normais, as bebidas produzidas por fermentação têm uma concentração de álcool que não ultrapassa 14%. Na produção de álcoois por destilação, ferve-se uma mistura fermentada e o etanol que se evapora é recolhido como um condensado quase puro. Além do seu uso para consumo humano, o etanol é também usado como combustível, como solvente e na manufatura química (veja álcool impróprio para o consumo humano).O álcool absoluto (etanol anidro) é o etanol contendo não mais do que 1% de água por massa. Nas estatísticas sobre produção ou consumo de álcool, o álcool absoluto refere-se ao conteúdo de álcool (como 100% de etanol) das bebidas alcoólicas.Do ponto de vista químico, o metanol (CH3OH), também conhecido como álcool metílico e álcool de madeira (ou de amido), é o mais simples dos álcoois. É usado como um solvente industrial e também como um adulterador para desnaturar o etanol e torná-lo impróprio para o consumo (bebidas metiladas). O metanol é altamente tóxico; dependendo da quantidade consu­mida, pode produzir turvação da visão, cegueira, coma e morte.Outros álcoois impróprios para o consumo, com efeitos poten­cialmente nocivos, são consumidos ocasionalmente, como, p.ex., o isopropanol (álcool isopropílico, freqüente em desinfetantes) e etilenoglicol (usado como anticongelante em automóveis).O álcool é um sedativo/hipnótico com efeitos semelhantes aos dos barbitúricos. Além dos efeitos sociais do uso, a intoxi­cação pelo álcool pode resultar em envenenamento e até morte; o uso excessivo e prolongado pode resultar em dependência ou numa ampla variedade de transtornos mentais orgânicos e físicos.Os transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de álcool (F10) são classificados como transtornos decor­rentes do uso de substância psicoativa na CID-10 (F10-F19).Veja também:cardiopatia alcoólica; cirrose alcoólica; dano cerebral associado ao álcool; delirium; encefalopatia de Wernicke; escorbuto; fígado gorduroso alcólico; gastrite alcoólica; hepatite alcoólica; miopatia relacionada com álcool ou drogas; neuro­patia periférica; pancreatite alcoólica; pelagra; pseudo-síndrome de Cushing; síndrome amnésica induzida por álcool ou droga; síndrome de deficiência de tiamina; síndrome fetal alcoólica. e outras drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos..

Freqüentemente, imperceptível para o usuário, a substância psicoativa assume um papel cada vez mais importante, tendo como conseqüência o aumento de problemas decorrentes do uso da substancia.

 

Mesmo que a experimentação inocente possa ser inofensiva para muitos, para outros serve como uma introdução ao uso recreativoO uso de uma droga, em geral ilícita, em circunstâncias sociais ou relaxantes, sem implicação com dependência ou outros problemas. Esta expressão não é aceita pelos que definem o uso de qualquer droga ilícita como um problema.Compare com beber social. de drogasDrogas.

Embora tenhamos observado casos em que os indivíduos estabelecem uma relação problemática quase instantânea com álcool ou outras substâncias psicoativas, a progressão para um transtorno por uso de substância (SUD: Substance Use Disorder) geralmente acontece em três etapas.

Como veremos adiante, cada estágio é totalmente independente do seu estágio seguinte.

Mas não poderíamos prosseguir sem nos perguntarmos:

  1. O que separa um estágio do próximo?
    Por exemplo, o que separa o uso experimentalUsualmente, os primeiros poucos episódios de uso de uma droga específica (algumas vezes incluindo tabaco ou álcool). A expressão refere-se algumas vezes ao uso extremamente raro ou não-persistente. do uso recreacional?
  2. O uso de uma substância pela segunda vez significa que o usuário/experimentador passou de experimental para recreativo?
  3. Se eu fumar maconha hoje e novamente fumar maconha amanhã, isso me "promoveria" de experimentador a usuário recreacional?
  4. Será que faltar apenas um dia de trabalho, em conseqüência do uso de substancias, poderia ser considerado uma conseqüência do uso de drogas? Nesse caso, seria um indicador de abusoabuso (de drogas, de álcool, de substâncias, de produtos químicos ou de substâncias psicoativas)Um grupo de termos muito utilizado embora com significados variáveis. Na 3a. edição revista do Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Psiquiátrica Norte-Americana (DSM-III-R), “abuso de subs­tância psicoativa” é definido como “padrão desajustado de uso indicado pela continuação desse uso apesar do reconhecimento da existência de um problema social, ocupacional, psicológico ou físico, persistente ou recorrente, que é causado ou exacerbado pelo uso recorrente em situações nas quais ele é fisicamente arriscado”. Trata-se de uma categoria residual, ao qual é preferível o diagnóstico de dependência, quando for o caso. O termo “abuso” é algumas vezes utilizado de forma desaprovativa para designar qualquer tipo de uso, particularmente o de drogas ilícitas. Devido à sua ambigüidade, o termo não é usado na 10a. revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) (exceto no caso de substâncias que não produzem dependência; veja mais adiante); uso nocivo e uso arriscado são os termos equivalentes na terminologia da OMS, embora eles geralmente digam respeito apenas aos efeitos físicos e não às conseqüências sociais. O emprego de “abuso” também é desestimulado pelo Escritório de Prevenção do Abuso de Substâncias dos EUA, embora expressões como “abuso de substâncias” sigam sendo amplamente utilizadas na América do Norte, para se referir, de modo geral, aos problemas do uso de substâncias psicoativas.Em outros contextos, o abuso já indicou padrões de uso não-médico ou não aprovado, independentemente das conseqüências. Assim, a definição publicada em l969 pela Comissão de Peritos da OMS em Dependência de Drogas foi “uso excessivo de droga, persis­tente ou esporádico, inconsistente ou sem relação com a prática médica aceitável” (veja uso indevido de álcool ou droga). de substancias?
  5. E se eu deixasse de comparecer ao trabalho várias vezes? Seria um indicador de abuso ou dependência(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio, funcionamento ou sobrevivência. Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a neces­sidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psico­ativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoo­lismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “depen­dência” em substituição a adicção e hábito10. O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (depen­dência de drogas, dependência química, dependência do uso de subs­tância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide). Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicá­veis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a depen­dência fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orien­tação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de absti­nência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tole­rância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomato­logia física (neuroadaptação).?
  6. Ou talvez... dirigir sob efeito de álcool e outras substâncias me colocaria na categoria "usuário recreacional" ou "usuário dependente"?

Como vimos, nas perguntas acima, o limite entre uso experimental, uso recreativo e uso abusivo é muito tenue e só pode ser percebido quando o usuário ultrapassa o estágio anterior.

A progressão do uso de substancias, ou escalada como alguns dizem, não é um processo inevitável e nem sempre é previsível, mas quando o usuário atinge a próxima fase, é como se fosse previsível.

O termo "Escalada" refere-se ao envolvimento progressivo com drogas, dividindo-se em:

  1. Escalada qualitativa:
    passagem de um consumo de drogas "leves" para o uso de drogas "pesadas".
  2. Escalada quantitativa:
    passagem de um consumo ocasional a um consumo intenso, contínuo ou crônico.

 

 É mais comum o usuário entrar em uma escalada quantitativa - única droga de forma mais freqüente, também pode passar a misturar várias drogas, à procura de efeitos permanentes ou mais fortes, porem a grande maioria dos usuários não entra em escalada.

 

Inicialmente, o uso de substâncias psicoativas é por motivo médico ou experimental.

A progressão a transtorno por uso de substância:

Fase um:
O uso experimental, geralmente ocorre na pré-adolescência, época em que qualquer consumo de substância psicoativa pode sair do controle. Porem, nos Estados Unidos a epidemia de cocaínaUm alcalóide obtido das folhas de coca (Erythroxylon coca) ou sintetizado a partir da ecgonina ou de seus derivados. O hidrocloreto de cocaína era comumente usado como anestésico local em odonto­logia, oftalmologia e cirurgias de ouvido, nariz e garganta, dada a sua forte ação vasoconstritora que ajuda a reduzir as hemorragias locais.A cocaína é um poderoso estimulante do sistema nervoso central, usado sem indicação terapêutica para produzir euforia ou “ligação”; o uso repetido produz dependência. A cocaína ou “coca” é geralmente vendida como cristais brancos e translúcidos, ou em pó (“farinha” ou “pó”), freqüentemente adulterada com açúcares ou anestésicos locais. O pó é aspirado (“cheirado” ou “cafungado”) e produz efeitos imediatos (entre 1 a 3 minutos de latência) que duram em torno de 30 minutos.A cocaína pode ser ingerida oralmente, geralmente com álcool; os usuários de opióides e cocaína combinados geralmente os injetam por via intravenosa. Alguns elementos alcalinos (freebase) são utilizados para aumentar a potência da cocaína pela extração do alcalóide puro através da inalação dos vapores em cigarros ou narguilé (cachimbo de água). Uma solução aquosa de sal de cocaína é misturada com um álcali (como bicarbonato de sódio) e o extrato é obtido através de um solvente orgânico como o éter ou o hexano. O procedimento é peri­goso uma vez que a mistura é explosiva e altamente inflamável. Um procedimento mais simplificado que evita o uso de solventes orgânicos consiste em aquecer o sal de cocaína com bicarbonato de sódio; isto produz o crack.O crack ou “pedra” é uma cocaína alcaloidal (básica), um composto amorfo que pode conter cristais de cloreto de sódio. É um composto de coloração bege. Crack refere-se ao som de estalido provo­cado quando o composto é aquecido. Um efeito intenso ocorre de 4 a 6 segundos após a inalação do crack. Um sentimento de exaltação e de desaparecimento de ansiedade é vivenciado, junto com um exagerado sentimento de confiança e auto-estima. Há também uma perturbação do juízo crítico e o usuário tende a cometer atos irresponsáveis, ilegais ou perigosos, sem se preocupar com as conseqüências.A fala fica acelerada e pode se tornar desconexa e incoerente. Os efeitos agradáveis terminam em torno de 5 a 7 minutos, depois do que o humor rapidamente muda para depressão e o consumidor é compelido a repetir o processo de forma a recuperar a euforia do ápice. A superdose parece ser mais freqüente com o crack que com outras formas de cocaína.A interrupção do uso contínuo de cocaína é geralmente seguida por uma crise que pode ser vista como uma síndrome de abstinência, na qual a exaltação dá lugar à apreensão, depressão profunda, sono­lência e inércia.Podem ocorrer reações tóxicas agudas tanto no consumidor de cocaína principiante quanto no inveterado. Essas reações incluem delirium semelhante ao pânico, hiperpirexia, hipertensão (algumas vezes com hemorragia subdural ou subaracnóide), arritmias cardí­acas, infarto do miocárdio, colapso cardiovascular, convulsões, estado de mal epiléptico e morte. Outras seqüelas neuropsiquiátricas incluem uma síndrome psicótica com delírios paranóides, alucinações visuais e auditivas e idéias de auto-referência. “Luzes na neve” (snow lights) é o termo usado para descrever alucinações ou ilusões que lembram o brilho do sol nos cristais de neve. Foram descritos efeitos terato­gênicos, incluindo anormalidades do trato urinário e deformidade dos membros. Os transtornos por uso de cocaína estão entre os trans­tornos por uso de substâncias psicoativas incluídas na CID-10 (classificadas em F14). na década de 1980 desafiou esta regra e indivíduos na faixa etária de 21-35 anos representaram uma grande parcela de novos usuários durante toda década de 80, principalmente após surgir à cocaína em sua forma fumada (conhecida como crackVeja cocaína.). Ainda assim, nem todos os usuários progrediram de uso experimental ao uso recreacional.

Fase dois:
O uso recreacional de álcool e outras drogas, não conduz necessariamente a padrões problemáticos de utilização. Por exemplo, a maioria da população, faz uso da droga álcool e/ou nicotinaUm alcalóide que é a principal substância psicoativa do tabaco. Tem efeitos tanto estimulantes quanto relaxantes. Produz um efeito de alerta no eletroencefalograma e, em alguns indivíduos, um aumento na capacidade de focalização da atenção. Em outros, reduz a ansie­dade e a irritabilidade.A nicotina é utilizada sob forma de inalação da fumaça do tabaco ou como “tabaco sem fumaça” (tabaco de mascar), rapé ou goma de mascar com nicotina. Cada tragada de fumaça de tabaco inalada contém nicotina que é rapidamente absorvida através dos pulmões e chega ao cérebro em segundos. A nicotina provoca uma tolerância e uma dependência consideráveis. Devido ao seu rápido metabolismo, os níveis cerebrais de nicotina caem rapidamente e o fumante sente um desejo intenso (craving) de mais um cigarro, 30-45 minutos depois de fumar o último.No usuário de nicotina que se tornou fisicamente dependente, desenvolve-se uma síndrome de abstinência depois de algumas horas da última dose: necessidade imperiosa (craving) de fumar, irri­tabilidade, ansiedade, raiva, dificuldade de concentração, aumento do apetite, diminuição da freqüência cardíaca e, por vezes, dor de cabeça e perturbações do sono. O desejo intenso tem seu pico em 24 horas e declina ao longo de várias semanas, apesar de poder ser evocado por estímulos associados a hábitos de fumar anteriores.O tabaco contém várias outras substâncias além da nicotina. O uso prolongado do tabaco pode resultar em câncer do pulmão, cabeça ou pescoço, em doenças cardíacas, em bronquite crônica, em enfi­sema e em outros transtornos físicos.A dependência de nicotina (F17.2) está classificada na CID-10 como um transtorno por uso do tabaco em transtorno por uso de substância psicoativa., sem uma evidente progressão a outras drogas ou sem graves incidentes. Logo se entende que o uso recreativo da droga "álcool" ou "nicotina" não catapulta o usuário a dependência do mesmo (pelo menos não imediatamente)

 

Fase três:
O uso de substâncias é considerado um "transtorno" ou "uso de maneira problemática" quando o individuo se enquadra nos critérios para:

  • Abuso de substânciaVeja abuso (de droga, de álcool, de substâncias, de produtos químicos ou de substâncias psicoativas).
  • Dependência Química

Quando por determinação médica, e também como uma medida judicial de proteção, prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente, todo menor que represente uma ameaça para si mesmo e para terceiros deve ser imediatamente internado (art. 101, inc. V e VI, ECA).

A inclusão em programa oficial ou comunitário de auxílio, orientação e tratamento a alcoólatras e toxicômanos é também medida aplicável aos pais (art. 129, inc. II e 136, inc. II, ECA). É um direito assegurado pela constituição!

  Para mais informações, acesse o artigo: Internação compulsória para tratamento de alcoólatras e dependentes químicos de autoria do promotor Raul de Mello Franco Júnior.

 

Uma substância pode ser prescrita por um médico para o tratamento de uma doença física ou condição psicológica. O uso é então interrompido quando a condição aguda melhora. A substância prescrita pode ser tomada por longos períodos de tempo se a condição a ser tratada é de natureza crônica. Esse padrão de utilização pode, ou não pode ser problemático, dependendo da capacidade do paciente de interromper a medicação, uma vez que já não é medicamente justificada. Padrões de consumo problemático deste tipo são conhecidos como as dependências de baixa dosagem (baixa dependência).

Alguns médicos, ao prescreverem substâncias psicoativas, subestimam as qualidades das substâncias viciantes que estão sendo prescritas. Isso pode ser especialmente problemático quando o paciente tem uma predisposição genética a dependência. Apesar de confiar na formação e experiência do profissional médico, quando falamos de psicotrópicos ou substâncias psicoativas, nem sempre poderemos assumir que o médico sabe o que é melhor nestas circunstâncias.

Quando o início do uso da substância é experimental, a substância é usada inicialmente por curiosidade ou pelo seu efeito sobre o humor. A pessoa que experimenta a substância avalia os seus efeitos. Se a substância não é considerada agradável ou os efeitos não são benéficos, conforme a expectativa do experimentador, o uso/continuidade da substância é susceptível de ser interrompido. No entanto, se o efeito experimentado é considerado gratificante, o uso pode ser continuado, evoluindo de uso experimental ao uso recreacional.

A decisão de interromper ou continuar usando a substância é baseadoUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva. em uma variedade de fatores psicológicos, sociais, fisiológicos e, talvez, os fatores espirituais, tais como crenças anteriores ou falta de compreensão sobre o perigo das drogas ou ainda, experiências passadas com uso de outras substâncias.

Os problemáticos seriam "os outros"?

O uso experimental não é considerado problemático.
Um estudo do governo americano sobre o uso de drogas por adolescente, realizada há muitos anos, mostrou que a grande maioria dos adolescentes terá pelo menos uma experiência com algum tipo de substância que altera o humor em algum momento durante a sua adolescência. Na verdade o uso experimental de substâncias que alteram o humor é uma espécie de rito de passagem para adolescentes.

Durante o Império, no Brasil, fumar passou a ser um rito de passagem: significava a passagem do adolescente para a idade adulta. Fumar na presença de adultos significava ser aceito como um deles; significa ainda, de certa forma.

A grande surpresa:

O estudo indicou ainda que a pequena minoria de adolescentes que não experimentaram substâncias psicoativas, como um todo, tiveram mais problemas psicológicos, em idade adulta, do que aqueles que haviam experimentado.

Esta é, obviamente, uma conclusão controversa que pode ter refletido um determinado período de tempo...

 


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Comentários

SOLUÇÃO EFICIENTE CONTRA TRÁFICO DE DROGAS E CONTRA-BANDO

CÓDIGO DE BARRAS NO DINHEIRO, LEITOR DE CÓDIGO DE BARRAS E DE DIGITAIS NOS CELULARES.

~~ COM ESTAS DUAS MEDIDAS O GOVERNO CONSEGUE ACABAR COM; TRÁFICO DE DROGASUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos., ASSALTOS, SEQUESTRO, CONTRA-BANDO, CORRUPÇÃO, ETC.

~~ AO RECEBER OU PAGAR A PESSOA FARÁ A LEITURA DO CÓDIGO DE BARRAS DESTE NOVO DINHEIRO, CONFIRMANDO A POSSE OU PAGAMENTO COM A DIGITAL NO LEITOR BIOMÉTRICO INSTALADO NO CELULAR.

~~ SE FOR ASSALTADO, CANCELA-SE O CÓDIGO DE BARRAS DO DINHEIRO ROUBADO, O QUAL PERDE O VALOR, E O GOVERNO REPÕE O PREJUÍZO DA VÍTIMA, SEM NENHUM CUSTO AOS COFRES PÚBLICO, POIS O DINHEIRO NÃO SERÁ MAIS UM VALOR AO PORTADOR. Laureano-oficial@hotmail.com

Sistema de educação convida alunos a desistir de estudar

violetação aos direitos humanos ou ponto de viata, da educação brasileira, ninguém mais sabe falar de educação mais do que quem teve seu direito sonegado.

Esta reflexão vai alem do imaginário em nome da população Brasileira que alem de sofre com o déficit na educação com dificuldade de aprendizagem são convidado a desistir de estudar.

Escola estadual tem a parir de convidar aluno para desistir de estudar quando este por motivo especial faz necessário justificar suas faltas e nada foi entendido. Já se fala a quase dois anos da dificuldade de aprendizagem no Brasil e nada é decidido. Quando algum brasileiro questiona direito esse vira contra se, o que entende o estrangeiro que no Brasil não se pode cobrar educação de qualidade. Aluno queixa de ter sido convidado por diretora de escola estadual a desistir de estudar por apresentou falta alem do permitido pelo quartel escolar estadual. Nem na ditadura tinha esta noticia tão desumana a que tem esquizofrenia e dificuldade não só de aprendessem mais também dependência química e pissorise. Ainda o poderoso da educação diz que cabe apenas ao MEC a fiscalização, onde fica a democracia brasileira nos quadros negro da desinformação ou na violêntaçõa dos direitos humanos aos alunos da rede pública com dificuldade de aprendizagem. Como querem calar a população injustiçada com tamanha brutalidade educacional quando pensava que na escola seu filho teria o futuro que esperava, revolta-se com a pratica dos diretores de escola pública.

 Os problemas do aluno Hiperativos justificação de faltas. Abrisses um proceder as pessoais com dependência química, com sintomas

esquizofrênicos e mais, a própria dificuldade de aprendizagem leva professores e educadores a justificar problema de saúde apenas com a falta nela exposta e não vai alem tentar buscar uma solução ao problema do aluno. Desta forma entende que a educação não está preparada para o séculos,  a não entender que a educação do Brasil está doente e precisa de médico para avaliar os ignorantes da educação e MEC.

A situação faz qualquer homem comum na problemática cobrar justiça mais justa, hora uma mãe  perdeu a filha na hora da alimentação por bala perdida em troca de bala com a polícia dentro da sua própria casa a criança foi atingida ainda no sofá da sala. Com um filho preso a mais de trinta dias injustamente, pede provem na visita verá que a situação é lamentável ver uma mãe que sonha terem seus filhos de volta. A soltura deste, a genitor fala ter perdido dois filhos para as drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos., só espera em deus uma resposta e nada mais.

Em consulta com seus familiares foi discutido que a situação que não pode ser admitida, o MEC não pode permitir que educação seja alvo direto da violência e não vejo outro entendimento. Falta de educação de qualidade é o maior motivo da violência na periferia e nos bairros poucos desenvolvidos e não para porá aí, é claro que os latrocínios acontecem na cidade grande é claro que os infratores vão onde o poder aquisitivo e financeiro estão, eles saem da favela e invadem a cidade e quando não sobram espaço fabricam mais dependentes este é o acenal dão panorama das áreas de risco.

O enfrentamento do álcool e outras drogasDrogas devem se assunto discutido juntos as grades de direitos humanos, só terão um Brasil mais justo se a educação e a saúdem trabalharem juntas para combater a febreA Febre ou pirexia, é a elevação da temperatura do corpo.É uma reação orgânica de múltiplas aplicações contra um mal comum, interpretada pelo meio médico como um simples sintoma, a reação descrita como um aumento na temperatura corporal nos seres humanos para níveis até 37,5 ºC Celsius chama-se estado febril, ao passar dessa temperatura já pode ser caracterizado como Febre e é um mecanismo adaptativo próprio dos seres vivos.A febre é uma reação do corpo contra patógenos; a sensação ruim que sente a pessoa febril faz com que ela poupe energia e descanse, funcionando também através do maior trabalho realizado pelos linfócitos e macrófagos.Apesar da maior parte das febres ser causada por infecções, nem sempre febre é indicador de infecção. do vício. A senhora Zilda lamenta pela má sorte que teve em morar em área de risco, não sonhava em ter este problema em casa, evangélico pede a segurança ao deus que crê, não mais terei vida se meus filhos não forem recuperados disse ela. Ter sofrido muito em toda sua vida, primeiro perdeu sua filha dentro da sua própria casa na favela da imprensa por segundo tem dois filhos dependente químicos, doentes com sintomas de esquizofrenia, como se não basta se agora necessita de medicamento para dormi.

 

Bruno fala não está ai, na escola porque foi convidado a desistir pela diretora da rede pública isso prova que os professores não estão preparados  para lhe dar com  situações que exigem atenção ao seu público alvo local. É claro que na periferia a muito que se descoser quando o assunto é álcool e outras drogas o que não se imaginam que o não tratamento tende a gravar muito mais. O paciente já deu entrada na emergência psiquiátrica em crise  convulsiva por pouco este não tem overdose(em inglês.: overdose)O uso de qualquer droga em quantidade suficiente para provocar efeitos indesejáveis físicos e mentais mais ou menos imediatos. A superdosagem deliberada é um meio comum de suicídio ou de tentativa de suicídio. Em números absolutos, as superdosagens de drogas lícitas são geralmente mais comuns do que as de drogas ilícitas. A superdose pode provocar efeitos transitórios, duradouros ou a morte; a dose letal de uma droga em particular varia com o indivíduo e com as circunstâncias.Veja também:intoxicação; envenenamento por álcool ou droga. A família que sofre pela conseqüência e quando alguém a comenta de sua situação com nome dispersivo de apóia a mãe desabafa pedindo providencia a deus pela falta de políticas públicas educacional.

 

 

O QUE SERIA UM PSQUIATRA FAZER CAMPNHA CONTRA ÁLCCOL E DROGAS

Não se espera muito de bebado, todos são infratores por não terem limites nem condições de responder pelos seus atos, não seria a forma correta prender o infrator depois do caso concreto , o que se pede é mais atenção ao tratamento alternativo já que o brasil é campeão em violênia nos transitos e agressão as mulhres e familia por consequencia do alccól e outras drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos..

A situação que não pode deixar em branco, indivíduo que bee com frequencia tem 100% de chace de ser mal interpretado em suias ações por não terem equilíbrio e nem responder pelos atos praticados. bem que não se façla em conscineci, já que esta sofre alteração pelo álcool e outras drogasDrogas. A mulher e a familia são vítimas de agressores que ao estarem sobre efeitos são violentos e preferem se vingar de seus fracasos atribuindo sua raiva a familia constituida. Custuma cilpara dae situação coriqueira e frere resolver seus conflitos quando em efeito. bem que não consegue dominar o assunto e não deixa mais espaço para o raciocino lógico, já este está copretamene transtornado e quando se procura atendimento este falta. Onde vamos pará com tanta viol~encia por um lado a domestica, por outro a viol~encia no transito e por fim os filhos seguem seus exemplos , esta é a educação que precisamos melhorar. è evidente que os filhos seguem exemplos dos pais e quando não as passagem servem como lembrança de infancia que pode causar danos a saúde mentalSaúde mental é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognição ou emoção ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição"oficial"de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjectivos, e teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a"saúde mental"é definida. http://www.who.int/whr/2001/chapter1/en/index.html, World Health Organization, 2001 da crinaça e do adolescente desenvolvendo a dificuldade de aprendizaem por consequncia do medo, da ansiedadeAnsiedade, ânsia ou nervosismo é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração etc., do terror causado pelos seu pares a sua genitora, pela agressão ao menor, pela deorganização emocional, a depressão, a destimulação, o ódio e a revolta fazem crianças e adolescente perder interesses por estudarem. o que seria mais conviniente a uma educação de qualidade seria a participação dos professores na dificuladde de aprendizaem e na saúde mental de todos os brasileiro em especial a crinaça o adolescente e familia.

Ainda sim, outro fator que

Ainda sim, outro fator que chama atenção pela forma que comporta-se o indivíduol de forma a perder equilíbrio não apenas o social mais também o risco que ocorre fuminante a propria vida e as dos outros por consequencia do usoabusivo de álcool. Em cada brasileiro a uma pitadinha do famoso golinho ou deixa esperementar é notados que ainda adolescente apresende a ingerir bebidas alcóletras em convivencias com os pais, salva-se aqueles que não vbebem, ainda assim fazem uso por acreditar ter conquistado a autonomia da mudança de ábito para um final triste a viol~encia no trânsito. bebida e direção nunca ouve associação pelo contrario é um paço ao final infeliz de quem acredita ter uma vida longa na direção.

O sofrimento causados por assidente de trãnsito é muito mais doloroso por contar sequelas que compromete toda a vida do cidadão assidentado e ainda aqueles que perde suas vidas quando depara com a triste sorte de ebncontrar motorista embreagado no volante causando terror. A fiscalização é insuficiente, o Governo federal busca compreebder a século a necessidade de evitar assidente de trãnsito e cada dia números de assidentado almenta e nada fazem. O brasil é assim, só acontecem alguam coisa em função dos brasileiros qusndo muitos peredm suas vidas. Percisamos da um basta ao volante, precisamos de lei mais dura, que proíba mororista embreagado a saíde causando sofriento no volante . Nada tras a vida de quem perde por inresponsabilidade de usuário de álcool no volante e pouco tem descutido este assunto.

Por se tratar de uma drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. lícita muitos de seus usuários abusam na dose e perdem o limite acreditando estarem consciente suficiente para pegar no volante. os donos de bares deveriam serem punidos quando permitem que  seu cliente saia com a chave na mão. caberia portaria que determionasse a guarda de chave do veículos nos estacionamentos de bares, hotel e restaurante. O indivíduo para receber sua chave de colta teria que fazer exame no bafometro para certificar que não abusou da dose, desta forma só receberia a chabve se a dosagem estivem dentro da terminação limite, caso contrario sua chave ficaria retida e poderia este assunto ser resolvido na delegacia que poderia criar para infratores de transico com histórico de violencia por consequencia do uso indevido de droga.

A DESMUTIVAÇÃO DAS ESCOLAS DE REDE PÚBLICA, CONVIDA ALUNOS A...

Quem mais sofrem quando a filho inreicidente ou dependente de álccol e outras drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. são os pais, nem sempre estão atento a tudo que acontecem em sua vida. Bem que os pais nóo dão conta cqiuando a situação já não mais formula certa de reparo. o que não se imagina é que a escola não estão preparadas para discutir determinados assuntos. bem que a providencia a ser tomada na concepção da escola é convidar os pais para buscar solução ao seu filhos e questionar suas falatas e não espusar da escola.

O paciente com sitoimas de esquizofreia ou seka o paciente de AD, tem sua particularidade e respeito a sua personalidade humanaa como de direito especial, não pode a diretora espusar alunios por falta. bem que a situação que não tem resposta quando este apresenta confusão mentalSaúde mental é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognição ou emoção ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as actividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica. A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição"oficial"de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjectivos, e teorias relacionadas concorrentes afectam o modo como a"saúde mental"é definida. http://www.who.int/whr/2001/chapter1/en/index.html, World Health Organization, 2001. O esquiecimento de assumir compromisso e a insegurança por medo , mania oou toque deixa afatado e ante-social. Não mais entendido como falta e sim suas falata serem justificadas por se tratat de um aluno esopcial na rede opública é claro que entre este a mullheres que foram convidado a desistir pelos diretores de escola por que os alunos falatrão bem que, esta situação acontece aos adolescente entre seus 17 a 20 anos de idade custumam a desistir de estudar por não terem estimulação da propria escola e fica por isso mesmo.nasVeja teor alcoólico no sangue. periferias das grandes metropoles e nas zonas rurais acontecem muito de casos parecidos, eem sua maioroaia aluos com dificuldade de paresendizaem já na fase adulta por que na escola nehum professor deu iomportancia a sua necessidade. Quando so pais acerditam que a escola é responável pela educação dos seus filhos esta afirmativa procede, já que os pais também não teverão atenção em sua faze escolar.

As escolas da rede pública espulsa alunos dfaltosos e não procuraõ saber os motivos que leva a esta destimulação bem que os professores conhecem que alí  a um problema o que não querem é envolvimento por medo da viol~encia e outro fator completa com os baixos salários  e desvalorização do magistério pela propria secertaria de educação do estado.

INVERSÃO DE VALORES

Não importa muito o tipo de drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos., se álcool ou maconhaUm termo genérico usado para denotar os vários preparados da planta de maconha (cânhamo), Cannabis sativa. Isso inclui a folha de maconha ou diamba (com variada sinonímia de gíria), o cânhamo-da-índia ou haxixe (derivado da resina dos extremos floridos da planta) e o óleo de haxixe.Na Convenção Única de Narcóticos e Drogas de 1961, a maconha foi definida como “as extremidades floridas ou frutificadas da planta de cannabis (excluindo as sementes e as folhas sem aquelas extremidades) das quais a resina não foi extraída”, enquanto que a resina da cânabis é “a resina bruta ou purificada, extraída da planta da cannabis”. As definições são baseadas na terminologia tradicional indiana como ganja (= cânabis) e charas (= resina). Um terceiro termo indiano, o bhang se refere às folhas. O óleo de cânabis (óleo de haxixe, cânabis líquida ou haxixe líquido) é um concentrado de cânabis obtido pela extração geralmente através de um óleo vegetal.O termo marijuana é de origem mexicana. Originalmente um termo usado para o tabaco barato (ocasionalmente misturado com cânabis), tornou-se um termo genérico para as folhas de cânabis ou a cânabis em geral, em muitos países. O haxixe, inicialmente um termo utilizado para a cânabis nas áreas do Mediterrâneo oriental, é hoje utilizada para a resina da cânabis.A cânabis contém pelo menos 60 canabinóides, muitos dos quais biologicamente ativos. O componente mais ativo é o delta 9-tetrahidro­canabinol (THC), o qual pode ser detectado na urina várias semanas após seu uso (geralmente após ter sido fumado), bem como seus metabólitos.A intoxicação pela cânabis produz sensação de euforia, leveza dos membros e geralmente retração social. Prejudica a capacidade para dirigir veículos bem como para executar outras atividades complexas que requerem habilidade; prejudica a memória imediata, o nível de atenção, o tempo de reação, a capacidade de aprendizado, a coordenação motora, a percepção de profundidade, a visão peri­férica, a percepção do tempo (a pessoa geralmente tem a sensação de passagem mais lenta do tempo) e a detecção de sinais. Outros sinais de intoxicação podem incluir ansiedade excessiva, desconfiança ou idéias paranóides em alguns e euforia ou apatia em outros, juízo crítico prejudicado, irritação conjuntival, aumento de apetite, boca seca e taquicardia. A cânabis às vezes é consumida com álcool, o que aumenta os efeitos psicomotores.Há registros de que, em casos de esquizofrenia, o uso da cânabis pode precipitar recaídas. Estados de ansiedade e de pânico agudos, e estados delirantes foram também relatados na intoxicação por cânabis; estes geralmente regridem em alguns dias. Os canabinóides são às vezes usados terapeuticamente para glaucoma e para as náuseas em tratamentos quimioterápicos do câncer.Os transtornos por uso de canabinóides estão incluídos nos transtornos por uso de substância psicoativa na CID-10 (classifi­cados em F12)Sinonímia: ceruma; diamba; erva; fumo; liamba; maconha; suruma; marihuana; marijuana.Veja também:síndrome nolitiva. ou crackVeja cocaína. ou cocaína.  O fator relevante é a circunstância que aproxima os jovens e adolescentes das drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. e do álcool.  Num primeiro momento, ainda que, como dizem, é só um "experimentar", ainda sim existe aí uma inversão de valores, quando o jovem deprecia de si mesmo o próprio valor e atribui ao álcool ou às drogasDrogas.  É um sinal claro de que há algo em descompasso consigo mesmo.  Uma aparente incapacidade de absorver e administrar conflitos, adversidades ou infortúnios, por falta de outros valores ou de referências, os quais não consegue adquirí-los na própria convivência familiar.   A família é e será sempre, o berço do caráter e base de um discernimento, amparado numa relação de harmonia e diálogo entre pais e filhos.  Quanto maior a divergência conjugal, maior a necessidade de se acalmar e esclarecer as dúvidas e inseguranças dos filhos (principalmente crianças e jovens), para que não venham buscar segurança em lugares, pessoas ou artifícios nocivos.  Mais do que discutir formas de tratamento, é preciso fazer uma verdadeira prevenção, através de uma conciliação conjugal ou familiar.  É esta harmonia que o ajudará a fazer escolhas menos nocivas para ele.  Somos...pelo o que somos.  Colhemos o que plantamos.  Já cuidou na lavoura hoje ?

Projeto Conscientizar

Viver bem é possível !

amadeu.epifanio@hotmail.com

 

dependencia de drogas inclusive álcool

  Muito legal esse artigo,inclusive explicando o que é drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habi­tual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos., mais legal ainda falar do álcool que é uma droga funesta que causa horrores para as pessoas ,vide que o que se verifica em   acidentes no trânsito o alcóol se torna presente, fora outras barbaridades que o ser humano apronta em efeito dela.Qualquer droga é frunesta, inclusive o álcool. Infelzmente utilizada por muitas pessoas da criança ao idoso e mais infelzmente ainda pais são os primeiros a darem esse exemplo funesto aos filhos

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