O Tratamento da Família na Dependência Química

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Introdução

A inclusão da família no tratamento de dependentes químicos tem sido consideravelmente estudada, no entanto, não existe um consenso sobre o tipo de abordagem a ser utilizado, dentre as várias propostas. A literatura tem concluído que a terapia familiar e de casal produzem melhor desfecho quando comparada com famílias que não são incluídas no tratamento1,2. Dentro deste contexto, três modelos teóricos têm dominado a conceitualização das intervenções familiares em dependência química: o modelo da doença familiar; o sistêmico e o comportamental.

O modelo de doença familiar considera o alcoolismo ou o uso nocivo de drogas como uma doença que afeta não apenas o dependente, mas também a família. Esta idéia teve origem nos Alcoólicos Anônimos, em meados de 1940, através dos livros de Black3 e Wegsheider4 que descrevem a criança que cresce em uma família que possui histórico familiar de alcoolismo e como as suas expectativas influenciarão seu comportamento adulto. Mais recentemente, estudos têm focado que a doença do alcoolismo manifesta sintomas específicos nas esposas e companheiros de dependentes químicos, dando origem ao conceito de co-dependência5,6, embora este tenha recebido críticas7,8,9. Este modelo envolve o tratamento dos familiares sem a presença do dependente (Grupos de Al-Anon), que consiste em grupos de auto-ajuda com o objetivo de entender os efeitos do consumo de álcool e drogas por parte dos dependentes nos familiares e como reparar o que a convivência com um dependente faz na família, seguindo os princípios do AA.

Até o presente, momento a produção científica é limitada neste tipo de abordagem10. No entanto, as intervenções familiares baseadas neste modelo são muito comuns em programas de tratamento em dependência química e produzem forte impacto na opinião pública.

O modelo sistêmico considera a família como um sistema, em que se mantém um equilíbrio dinâmico entre o uso de substâncias e o funcionamento familiar. Em meados de 1970 a 1980, este modelo passou a exercer grande influência entre profissionais de saúde no tratamento da dependência química. Na perspectiva sistêmica, um dependente químico exerce uma importante função na família, que se organiza de modo a atingir uma homeostase dentro do sistema, mesmo que para isso a dependência química faça parte do seu funcionamento e muitas vezes, a sobriedade pode afetar tal homeostase. O terapeuta utiliza varias técnicas para clarificar o funcionamento familiar e promover mudanças de padrões e interações familiares.

Pesquisas sobre esta abordagem têm mostrado efeitos benéficos na interação familiar e conseqüentemente no comportamento aditivo4,11,12,13,14,15.

O modelo comportamental baseia-se na teoria da aprendizagem e assume que as interações familiares podem reforçar o comportamento de consumo de álcool e drogas. O princípio é que os comportamentos são apreendidos e mantidos dentro de um esquema de reforçamento positivo e negativo nas interações familiares. Inclui a teoria da aprendizagem social, modelo do comportamento operante e condicionamento clássico, incluindo os processos cognitivos16. Este modelo tem propiciado a observação de alguns padrões típicos observados nas famílias, tais como: reforçamento do beber como uma maneira de obter atenção e cuidados; amparo e proteção do dependente de álcool quando relata conseqüências e experiências negativas decorrentes do hábito de beber; punição do comportamento de beber17,18. O tratamento tem como objetivo a modificação do comportamento da esposa ou das interações familiares que podem servir como um estímulo para o consumo nocivo de álcool ou desencadeadores de recaídas, melhorando a comunicação familiar, a habilidade de resolver problemas e fortalecendo estratégias de enfrentamento que estimulam a sobriedade. Vários estudos referentes a este modelo descreveram desfechos melhores e redução na utilização da substância de abuso14,19,20,21,22,23,24.

Já a abordagem cognitiva-comportamental mescla técnicas da escola comportamental e da linha cognitiva. Esta abordagem reza que o afeto e o comportamento são determinados pela cognição que a família tem a cerca da dependência química, sendo esta cognição disfuncional ou não. O foco é reestruturar as cognições disfuncionais através da resolução de problemas, objetivando dotar a família de estratégias para perceber e responder as situações de forma funcional.

Características Presentes em Famílias de Dependentes Químicos

O impacto que a família sofre com o uso de drogas por um de seus membros é correspondente as reações que vão ocorrendo com o sujeito que a utiliza25. Este impacto pode ser descrito através de quatro estágios pelos quais a família progressivamente passa sob a influência das drogas e álcool:

1. Na primeira etapa, é preponderantemente o mecanismo de negação. Ocorre tensão e desentendimento e as pessoas deixam de falar sobre o que realmente pensam e sentem.
2. Em um segundo momento, a família demonstra muita preocupação com essa questão, tentando controlar o uso da droga, bem como as suas conseqüências físicas, emocionais, no campo do trabalho e no convívio social. Mentiras e cumplicidades relativas ao uso abusivo de álcool e drogas instauram um clima de segredo familiar. A regra é não falar do assunto, mantendo a ilusão de que as drogas e álcool não estão causando problemas na família.
3. Na terceira fase, a desorganização da família é enorme. Seus membros assumem papéis rígidos e previsíveis, servindo de facilitadores. As famílias assumem responsabilidades de atos que não são seus, e assim o dependente químico perde a oportunidade de perceber as conseqüências do abuso de álcool e drogas. É comum ocorrer uma inversão de papéis e funções, como por exemplo, a esposa que passa a assumir todas as responsabilidades de casa em decorrência o alcoolismo do marido, ou a filha mais velha que passa a cuidar dos irmãos em conseqüência do uso de drogas da mãe.
4. O quarto estágio é caracterizado pela exaustão emocional, podendo surgir graves distúrbios de comportamento e de saúde em todos os membros. A situação fica insustentável, levando ao afastamento entre os membros gerando desestruturação familiar.

Embora tais estágios definam um padrão da evolução do impacto das substâncias, não se pode afirmar que em todas as famílias o processo será o mesmo, mas indubitavelmente existe uma tendência dos familiares de se sentirem culpados e envergonhados por estar nesta situação. Muitas vezes, devido a estes sentimentos, a família demora muito tempo para admitir o problema e procurar ajuda externa e profissional, o que corrobora para agravar o desfecho do caso.

E os filhos?

Crescer em uma família que possui um dependente químico é sempre um desafio, principalmente quando falamos do contato direto de crianças e adolescentes com esta realidade. Filhos de dependentes químicos apresentam risco aumentado para transtornos psiquiátricos, desenvolvimento de problemas físico-emocionais e dificuldades escolares. Dentre os transtornos psiquiátricos, apresentam um risco aumentado para o consumo de substâncias psicoativas quando comparado com filhos de não dependentes químicos, sendo que filhos de dependentes de álcool têm um risco aumentado em 4 vezes para o desenvolvimento do alcoolismo26,27,28. No entanto, também é um grupo com maior chance para o desenvolvimento de depressão, ansiedade, transtorno de conduta e fobia social29,30,31,32.

Em relação ao desenvolvimento de problemas físico-emocionais, é predominante a baixa auto-estima, dificuldade de relacionamento, ferimentos acidentais, abuso físico e sexual. Na maioria das vezes os filhos sofrem com uma interação familiar negativa e um empobrecimento na solução de problemas, uma vez que estas famílias são caracterizadas como desorganizadas e disfuncionais33. Aproximadamente um a cada três dependentes de álcool tem um histórico familiar de alcoolismo e a probabilidade de separação e divórcio entre casais é aumentada em 3 vezes quando esta união se dá com um dependente de álcool34. Fatores como falta de disciplina, falta de intimidade no relacionamento dos pais e filhos e baixa expectativa dos pais em relação à educação e aspirações dos filhos também contribuem para o desenvolvimento de problemas emocionais, bem como o consumo de substâncias psicoativas35.

Estudos sobre violência familiar retratam altas taxas de consumo de álcool e drogas, sendo que filhos geralmente são as testemunhas da violência entre o casal e família, e por vezes alvo de abusos físicos e sexuais36,37. Esta população também está mais freqüentemente envolvida com a polícia e com problemas legais quando comparados com filhos com ausência de pais dependentes químicos38.

No que tange as dificuldades escolares, filhos de dependentes de álcool apresentam menores escores em testes que medem a cognição e habilidades verbais uma vez que a sua capacidade de expressão geralmente é prejudicada, o que pode dificultar a performance escolar, em testes de inteligência, empobrecimento nos relacionamentos e desenvolvimento de problemas comportamentais39,40,32,41. Este empobrecimento cognitivo em geral se dá pela falta de estimulação no lar, gerando dificuldades em conceitos abstratos, exigindo que estas crianças tenham explicações concretas e instruções específicas para acompanhar o andamento da sala de aula.

Estudo realizado no CUIDA (Centro Utilitário de Intervenção e Apoio aos Filhos de Dependentes Químicos) 42, situado na periferia de São Paulo, detectou que na maioria das famílias o pai é o dependente químico (67%), tendo como substância de escolha o álcool (75%). 59% dos cônjuges que não eram dependentes químicos apresentaram risco aumentado para a ocorrência de transtornos em saúde mental. Nas crianças foi observado timidez e sentimento de inferioridade; depressão; conflito familiar; carência afetiva e bom nível de energia que é indicativo de equilíbrio emocional e mental. Nos adolescentes, foi observado maior índice de problemas em Desordens Psiquiátricas, Sociabilidade, Sistema Familiar e Lazer/ Recreação.
Apesar de seu estado de risco, é importante salientar que grande parte dos filhos de dependentes de álcool é acentuadamente bem ajustada39, e por tal uma abordagem preventiva de caráter terapêutico e reabilitador pode ser de vital importância no desenvolvimento saudável de filhos de dependentes químicos.

Tratamento

Inicialmente a disponibilidade dos membros será um fator relevante para um bom encaminhamento, no entanto nem sempre isso é possível. Por isso algumas intervenções que antecedem este processo são favoráveis, como atendimentos individuais às esposas ou pais e/ou intervenções de orientação e suporte. É através do atendimento familiar que os membros passam a receber atenção não só para suas angústias, como também começam a receber informações fundamentais para a melhor compreensão do quadro de dependência química, e conseqüentemente melhora no relacionamento familiar. Uma avaliação familiar pode ser um grande auxiliar no planejamento do tratamento; fornece dados que corroboram com o diagnóstico do dependente químico, bem como funciona como forte indicador do tipo de intervenção mais adequado tanto à família quanto ao dependente.
A American Society of Addiction Medicine propõe três fases para o tratamento de famílias de dependentes químicos, sendo que o nível de intervenção varia de acordo com a meta de tratamento estabelecida, bem como as necessidades da família. A tabela abaixo sumariza os níveis de intervenção familiar de acordo com as fases:

Fase Metas Principal alvo de intervenção
Fase I 1. Trabalhar a negação;
2. Interromper o consumo de substâncias
Individual
Fase II 1. Prevenir recaídas;
2. Estabilizar a família, melhorando seu funcionamento.
Família de origem
Família de procriação
Fase III 1. Aumentar a intimidade do casal, no plano emocional e sexual. Casal

A fase I tem como objetivo o dependente a atingir a abstinência. Para tal é importante auxiliar as pessoas a assumir a responsabilidade sobre seus comportamentos e sentimentos. Por vezes, alguns membros podem ser atendidos conjuntamente, enfatizando a diminuição da reatividade do impacto de um familiar nos outros. Ao pensar no modelo de doença, nesta fase é trabalhado o conceito de co-dependência. No referencial sistêmico, o foco centra-se na esposa definir uma posição de modo a quebrar o circulo repetitivo do funcionamento familiar e desta forma, auxiliar o dependente em sua recuperação. O referencial comportamental trabalha com a perspectiva de visualizar comportamentos do cônjuge que reforcem o comportamento aditivo, almejando a substituição por comportamentos que reforcem a sobriedade.

Na fase II, o foco é identificar padrões disfuncionais na família como um todo, tanto na família de origem, quanto da família de procriação. Nesta fase é importante retomar rituais familiares e conforme o grau de dificuldade, o encaminhamento para uma psicoterapia familiar especializada pode ser realizado.

A fase III é definida como uma nova fronteira no tratamento da dependência química, sendo uma das áreas menos exploradas e talvez uma das mais controversas. Muito tempo após a cessação do consumo de substâncias, alguns relacionamentos continuam desgastados. Nesta fase o tratamento tem como meta aumentar a intimidade do casal e a participação de ambos no processo é fundamental.

Em termos de modalidades, podemos trabalhar com:

  • Grupos de Pares: Nesta modalidade os membros da família são distribuídos em diferentes grupos de pares: dependentes químicos, pais, mães, irmãos, cônjuges, etc. A interação entre pares é facilitadora de mudanças uma vez que escutar de um par não é o mesmo que escutar de um profissional, porque o par passa por situação semelhante e não é alvo de fantasias e idealizações como o terapeuta.
  • Grupos de Multifamiliares: através de um encontro de famílias que compartilham da mesma problemática, cria-se um novo espaço terapêutico que permite um rico intercâmbio a partir da solidariedade e ajuda mútua, onde as famílias se convocam para ajudar a solucionar o problema de uma e de todas, gerando um efeito em rede. Todas as famílias são participantes e destinatárias de ajuda.
  • Psicoterapia de Casal: Casais podem ser atendidos individualmente ou também em grupos, uma vez que o profissional tenha habilidades para conduzir as sessões sem expor particularidades que não sejam adequadas ao tema focado.
  • Psicoterapia Familiar: abordagem mais especializada segundo um referencial teórico de escolha do profissional para a compreensão do padrão familiar e intervenção. Nesta modalidade se reúne a família e o dependente químico.

    Vale ressaltar que a diversidade do atendimento familiar também se refere ao processo, havendo diferenças entre as famílias que recebem psicoterapia familiar, daquelas que esporadicamente são atendidas dentro do tratamento do dependente químico. Conforme a modalidade adotada, é possível conciliar sessões abertas com sessões dirigidas, tanto em grupo quanto individual, com ou sem a presença do dependente, desde que acordado previamente entre as partes.

Considerações Finais

co dependencia Muitos fatores de diversas etiologias contribuem para o desenvolvimento da dependência química, no entanto, a organização familiar mantém uma posição de saliência no desenvolvimento e prognóstico do quadro de dependência química. Neste sentido, a abordagem familiar deve ser considerada como parte integrante do tratamento e um programa bem sucedido é essencial para um desfecho favorável. Daí a necessidade de se especificar o tipo de intervenção de acordo com a meta do tratamento e as necessidades e capacidades da família, evitando adiantar-se a prontidão e motivação da mesma para a mudança.

20/08/2004

Autores

Neliana Buzi Figlie
Psicóloga, Especialista em Dependência Química, Mestre e doutoranda pelo Depto de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo, Coordenadora do Ambulatório de Alcoolismo da UNIAD (Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas), Coordenadora Geral CUIDA (Centro Utilitário de Intervenção e Apoio aos Filhos de Dependentes Químicos).
Site Álcool e Drogas sem Distorção (www.einstein.br/alcooledrogas)/Programa Álcool e Drogas (PAD) do Hospital Israelita Albert Einstein

 

 

Referências bibliográficas

 

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Comentários

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Visitante (não verificado) on dom, 04/25/2010 - 21:50

vc nao tem como dizer isso,se nao estao nas nossas peles nao sabe como nos sentimos,como a familia pode reajir pois cada familia pode resolver de um geito nessa leitura faltou experiencia,fatos,historias que deram certo............

em fim algo que der firmeza..

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Visitante (não verificado) on qua, 09/29/2010 - 11:42

eu tenho um pai alcoolatra que fez minha mãe e meus irmãos sofrerem muito,eu ainda criança falava que jamais faria o que meu pai fez,mas estava enganado.eu comecei a beber com 13 anos de idade achava que era bom mais,a vontade de beber foi aumentando que eu perdi o controle da minha vida do alcool eu passei a usar outras drogas mais forte,perdi empregos bons,não vi meu filho crescer,meu casamento ia de mal a pior mais eu achava que eu podia parar de beber quando eu quisesse,eu achava que não deixava faltar nada dentro da minha casa estava enganado eu deixava faltar o principal amor ,carinho,companheirismo,um marido e o principal um pai para meu filho.eu parei de beber com 29 anos com ajuda dos alcoolicos anonimos mas foi dificil aceitar meu alcoolismo,foi preciso meu filho na epoca com 6 anos perguntar p/ mim por que eu bebia tanto e que ele tinha vergonha de mim, hoje eu já estou com 39 anos e vou completar 10 anos de sobriedade,graças a minha familia e a alcoolicos anonimos e minha boa vontade

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Visitante (não verificado) on sex, 04/30/2010 - 11:12

Bom Dia!!!

Cada caso é um caso, porém existe a linha de ajuda para familiares e amigos de dependentes químicos que se chama NARANON.

è muito bom frequentar esta irmandade, pois ela nos ajudar a cuidar de nós e saber lidar com o dependente químico da nossa convivência.

 

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Visitante (não verificado) on dom, 05/30/2010 - 10:02

eu queria saber o porque ele me agride ;em palavras o tempo enteiro e logo eu que estou o tempo todo ajudando a familia pai e mae nao estao nem ai  fica sem falar comigo  grita o tempo todo eu nao aguento mais essa vida

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Visitante (não verificado) on sex, 05/07/2010 - 23:08

ESTOU PESQUISANDO À TEMPO SOBREO ASSUNTO, ENCONTREI NESTE ARTIGO MUITA COISA IMPÓRTANTE.ESTOU FAZENDO MONOGRAFIA RELACIONADA A CONSEQUENCIAS DA DEPENDENCIA QUIMICA CAUSADA AS CRIANÇAS, VISANDO A INSERÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NO AMBIENTE ESCOLAR PARA PROJETAR POSSIVEIS INTERVENÇOES NESTES ASPECTOS.

SE ESTIVEREM MATERIAL ME ENVIEM POR FAVOR. POIS A.SOCIAL NA ESCOLA É TEMA NOVO.

OBRIGADA!!

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Visitante (não verificado) on sex, 08/06/2010 - 22:04

Estou pesquisando sobre o assunto , criança e o adolescente e depedencia quimica para minha monografia.Gostei do artigo muito bom para si informa a respeito do assunto, se tiver algo di novo poste nesse  site que vou estar sempre abrindo para mi informar .

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Visitante (não verificado) on qui, 08/12/2010 - 21:57

  Gostei muito do artigo! Sou pós-graduanda em terapia de família e graduada em Serviço Social. Minha monografia será sobre família e drogadição e o artigo serviu para clarear um pouco as ideias.

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Visitante (não verificado) on ter, 08/17/2010 - 13:20

fui surpreendida com a vida secreta de meu namorado, as drogas, tenho duvidas que gostaria de tirar mas sao um pouco intimas para escrever assim, tem um site, ou um contato que possam me dar para que eu possa me informar?

Obrigada 

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Visitante (não verificado) on qui, 08/19/2010 - 09:07

gostaria de saber endereço de alguma associação deb tratamento para familiares de dependentes quimicos na Praia Grande-SP

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Visitante (não verificado) on ter, 09/14/2010 - 10:38

Prezados, se ainda for útil, eis uma CT próxima de vocês.

CACTOS - Centro de Apoio e Recuperação de Dependentes de Drogas
Rua República Portuguesa, 25 - Vila Nova
CEP:11013-450
Santos - SP
FONE:(13) 3234-8548
CELULAR:(13) 9785-3516
FAX:(13) 3234-8906
cactosapoio@ig.com.br

outros endereços poderão ser encontrados neste endereço.

'http://www.febract.org.br/filiadas.htm#SP'

boa sorte neste difícil empreendimento de salvar vidas.

carlos

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Visitante (não verificado) on sab, 09/04/2010 - 10:53

Dependência química e alcóolica são duas doenças distintas, causadas por razões distintas e que precisam de tratamentos diferenciados.  No tratamento das Drogas, a presença e participação da família é fundamental.  Já no tratamento do ALCÓOLICO a presença da família é indiferente, pois o tratamento e cura da dependência do álcool, deve ser única e exclusivamente de iniciativa do próprio dependente, desde o reconhecimento de sua condição como alcóolico compulsivo até a sua permanência no estado sóbrio.   É preciso que um psicólogo extraia ou trabalhe no alcóolico, uma característica que o faça perseguir à longo prazo, só que, dia após dia, um minuto de cada vês, sem pressa.  Pode ser um desejo antigo de realização profissional, tanto dele como de um filho (ou dos filhos);  pode ser um projeto qualquer que ele estivesse trabalhando até antes da dependência, enfim, algo que somente ele, o dependente, possa manifestar vontade de perseguir, para manter o pensamento e a mente ocupada em algum propósio que seja mais forte do que a influência química do álcool.  Se uma pessoa, seja da família, algum parente ou mesmo amigo, puder acompanhá-lo de perto porém, se fazer nenhum tipo de pressão ou cobranças, pode ser de grande ajuda, até que o "paciente" possa, sozinho, ter condições seguras e emocionais, de dar continuidade à sua vida, sem o risco de cometer nenhum deslize, visto que este tipo de problema, NÃO PERDOA ERROS, fazendo com que a pessoa volte à estaca zero novamente.

Nada é fácil, mas também não é impossível.

Amadeu Epifânio

Projeto Conscientizar

Viver bem é Possível !

  

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Visitante (não verificado) on qui, 10/14/2010 - 03:22

Discordo do comentário feito sobre a questão de que a família do alcóolico não precisa se envolver. Muitas famílias estão doentes em reflexo ao alcoolismo de um dos membros. Paciência, respeito, amor, tudo se vai, e reconquistar isso é necessário. Outro fator também que é interessante é de os próprios famíliares evitarem a bebida, mesmo socialmente. Em todos os problemas que temos na vida, precisamos de apoio, alguém pra compartilhar. Mas claro que depende do dependente a mudança, e também assim o é quando se fala em drogas. Claro que as abordagens são diferentes, mas, dialogo, afeto, religiosidade, espiritualidade, boas amizades, metas, trabalho, lazeres saudáveis, isso tudo faz a diferença, e claro a presença em AA e NA e AlAnon, AlAteen  etc.

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Visitante (não verificado) on qua, 11/10/2010 - 23:04

Concordo com a opinião de que a família precisa se envolver, sim. Os conteúdos psicológicos que levam ao alcoolismo ou as drogas, se é que podemos fazer essa distinção, são sempre muito semelhantes. Começando pelo fato de que em ambos os casos existe a necessidade aliviar a opressão da mente de forma química.

Por outro lado, o adulto se forma a partir das influencias familiares que recebe, e nessas influencias podem estar contidas as principais razões que levam o indivíduo a fugir de si mesmo, ou seja, do seu estado mental.

 

Mudanças na interação familiar são as vezes imprescindíveis para criar incentivos e motivar o alcoólico na direção da cura.

Considere-se, ainda, a possibilidade de um feed back negativo na homeostase familiar à partir das mudanças iniciais do alcoólico, fazendo com que ela, a família se oponha, mesmo que inconscientemente, a cura que se prenuncia.

 

O tratamento sistêmico é o mais indicado, embora não se possa negar que muitos casos de cura se dão isoladamente.

 

 

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Visitante (não verificado) on qua, 09/14/2011 - 12:51

Estou desesperada , não consigo conviver com meu irmão dependente quimico . Preciso de urgentemente de ajuda , como faço para frequentar o grupo .

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Visitante (não verificado) on qua, 09/14/2011 - 15:30

No momento estou muito aflita mal consigo esccrever , mas penso que se a familia tambem for tratada havera uma chance maior para ambos interessados . naõ é facil amar , perdoar ou ter paciencia com uma pessoa que  parece querer te prejudiar   ou agredir  a todo tempo .É POR Esse motivo que preciso de ajuda para   saber lidar  com a situação.

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abel (não verificado) on sex, 06/28/2013 - 15:54
se estabelece a dependecia como algo que te prende assim percebo que tanto o alcool como as drogoas sao substancias que predem o sujeito da mesma forma e afetam no mesmo padrao bio-psico-social e espiritual deixando o usuario destas substancias num beco sem saida vendo que o afetamento é o mesmo apoio a mesma forma de tratamento.

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Visitante (não verificado) on ter, 11/16/2010 - 21:44

é preciso legalizar

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Visitante (não verificado) on seg, 12/06/2010 - 14:17

Existe ajuda gratuita.psicologica para o depende e a familia? E possivel ter uma visita em casa para uma analise? Preciso de uma ajuda psicologica! nao to aguentando o que to passando. ME AJUDEM

 

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visitante (não verificado) on qua, 03/16/2011 - 23:25

Vá no AMOR EXIGENTE

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visitante (não verificado) on qua, 05/11/2011 - 23:23

Querida,procura na tua cidade grupomdo amor exigente! Procura uma comunidade terapêutica e busca tua sanidade! Busca a tua vida! Ela é mais bonita sem a droga! Por pior que seja! Ninguem merece ser consumida pela droga! Luta e conseguirás! Beiju no teu coração! Fica com Deus!

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Visitante (não verificado) on seg, 12/06/2010 - 14:20

Existe ajuda gratuita.psicologica para o depende e a familia? E possivel ter uma visita em casa para uma analise? Preciso de uma ajuda psicologica! nao to aguentando o que to passando. ME AJUDEM. debora.sammarco06@hotmail.com

 

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cibelly (não verificado) on ter, 02/08/2011 - 11:21

o meu marido tem problemas com droga ,ele diminuiu muito mais se deus quiser ele vai conseguir parar , o mais inportante é querer t força de vontade ,e nunca desistir....

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cristiana renner (não verificado) on ter, 03/15/2011 - 10:20

Na UDED, UNIDADE DE DEPENDENCIA DE DROGAS- UNIFESP - ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA,  oferecemos 8 sessoes de orietacao familiar, direcionada aos pais de jovens de 12 a 25 anos que usam drogas e/ou abusam de alcool.

vagas abertas: agendamento por telefone: 5540-2500

marco de 2011

 

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cristiana renner (não verificado) on sab, 08/06/2011 - 12:31

Na UDED, UNIDADE DE DEPENDENCIA DE DROGAS- UNIFESP - ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA,  oferecemos 8 sessoes de orietacao familiar, direcionada aos pais de jovens de 12 a 25 anos que usam drogas e/ou abusam de alcool.

vagas abertas: agendamento por telefone: TELEFONE CORRIGIDO - 5549-2500

DADOS DIVULGADOS NO JORNAL BOM DIA DA GLOBO DIA 3/8/11

marco de 2011

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Visitante (não verificado) on sab, 01/07/2012 - 22:11
Existe....procure o CAPS

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denise (não verificado) on qua, 03/30/2011 - 12:47

Adorei este sit pois estava precisando de orientações.........

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Marily Hoffmann (não verificado) on ter, 04/26/2011 - 00:03

Parabéns ao A.A., Al-Anon e Alateen. A pesquisa certificou-me de que os Programas são excalentes e surtem efeitos positivos. Obrigada!

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Josani Pirangy (não verificado) on ter, 06/07/2011 - 15:10

Sou psicóloga e diretora de um Centro de Tratamento em Manaus e gostei muito deste artigo sobre a família, que tenho utilizado na abordagem com os familiares dos pacientes de nosso centro.  

Quanto ao envolvimento da familia no tratamento, entendemos que tanto nos casos de NA quanto de AA a participação da família é fundamental, pois ela, a princípio,  necessita de tratamento pois adoeceu durante todo o processo de instalação da doença juntamente com o dependente químico. Na sequencia, ela participará do tratamento, interagindo com a equipe e com o proprio paciente, confrontando inclusive diante das negações e minimizações. 

 

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Polyanna (não verificado) on sex, 06/10/2011 - 16:29

Excelente esse artigo. Sei exatamente o que é a dor de ter um dependente químico na família. Meu pai morreu de overdose, e sou casada com um adicto há cinco anos. Ele está trabalhando na recuperação dele, e eu na minha.

Criei um blog para ajudar a quem ama um dependente químico.

Só por hoje, força fé e esperança! Só por hoje, sei que posso amar e não sentir dor!

http://amandoumdependentequimico.blogspot.com

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FRANCISCO MACIE... (não verificado) on sab, 08/06/2011 - 10:54

Cara Neliana,

O seu trabalho sobre tratamento me ajudou muito na palestra que vou dar hoje (06.08.2011) para as familias da CT que coordeno. Tenho estudado outros trabalhos e o seu está muito claro e didático.

Muito obrigado.

Francisco Maciel Lima

Pedagogo e coordenador de CT.

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Julia (não verificado) on dom, 09/04/2011 - 22:51

Tenho um pai alcolatra bebe todos os dia ate ficar tonto ai depois vem brigano comigo e minha mae não sei o faço....

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Visitante (não verificado) on dom, 10/16/2011 - 23:38
OI FRANCISCO. LI SEU COMENTÁRIO E QUERO TE DIZER QUE UM DIA TAMBÉM FUI ALCÓLATRA. HOJE, TENHO UMA FAMÍLIA LINDA E CURSO REABILITAÇÃO DE DEPENDENTES QUÍMICOS, COMO É O CASO DE SEU PAI. SAIBA QUE ELE TEM UMA DOENÇA QUE PRECISA SER TRATADA POR MEDICAMENTOS, APOIO E FORÇA DE VONTADE. SABE COMO PAREI DE BEBER? ACEITEI A AJUDA DE MEUS PAIS, MEUS FILHOS E MEU MARIDO. CONVERSE COM ELE QUANDO ESTIVER SÓBRIO E CONTE M,INHA EXPERIENCIA. DE REPENTE VOCÊ DESPERTE NELE A VONTADE DE SER AJUDADO. MOSTRE A ELE QUE A VIDA É MUITO MAIS FELIZ SEM DROGAS OU ÁLCOOL. SE PRECISAR DE MIM ESTOU NO EMAIL professorajanetesouza@bol.com.br Abraços.

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Visitante (não verificado) on sab, 09/17/2011 - 00:38
sou esposa e mãe de dependetes quimico e alcool e gostei muito do artigo gostaria de receber orietaçoes como devo fazer pra ajuda meu filho e marido a sai dessa. gostaria que conhecesse minha historia

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Visitante (não verificado) on seg, 09/19/2011 - 07:49
Bom dia esposa e mâe. Sobre o artigo eu encontrei na internet e usei para uma palestra com as famílias da nossa CT em Fortaleza-Ce. Achei-o muito claro e objetivo atendendo plenamente a nossa necessidade. Quanto ao seu problema de ter dependentes químicos em sua casa é muito doloroso e posso imaginar o seu sofrimento diário. Muito bem, a primeira ajuda que sugiro para a senhora é procurar em sua cidade um dos grupos de ajuda como: AA(Alcoolicos Anômimos) e NA(Narcóticos Anônimos) todos eles usam o método dos Doze Passos em seu tratamento. Muitas vezes os participantes desses grupos não precisam se internar em clinicas ou comunidades terapêutica. Nesses grupos a participação é voluntária. Caso eles não queiram participar eu sugiro que a senhora procure um e participe. A sua codependência também precisa de cura. Entenda que isso hoje é reconhecido como doença e como tal precisa ser tratada por pessoas que entendam todo processo. Sou um cristão evangélico e conto com a ajuda da minha igreja no processo de restauração dos nossos residentes. Em muitos casos quando não achamos uma saída , Jesus nos mostra através do seu amor. Fique em paz! Francisco Maciel Lima

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Visitante (não verificado) on sab, 10/08/2011 - 16:58
tenho im sobrinho que é usuario e ele aceitou ajuda por inssistencia minha,foi a um psiquiatra e vai começar a usar o menicamento estou confiante!!

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Visitante (não verificado) on dom, 10/09/2011 - 23:49
Vivo todos os dias de minha vida em função dele (meu esposo)não consigo mais sequer olhar para ele quando está drogado,eu o rejeito de todas as formas,não tenho mais interesse sexual por ele porém não sei ao certo se deixei de amá-lo ou se é tudo por conta das drogas as vezes eu me sinto como se fosse a mãe dele.Quando a pressão é muita eu entro em depressão,pois não tenho quem me ajude em relação a isto. Sustento a casa, minhas filhas,ele sequerr tem responsabilidades para trabalhar,pois sua desposição e o bom humor só duram no efeito das drogas.Vivo neste mártirio à quase 20 anos e esta é a primeira vez que eu peço ajuda...

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Visitante (não verificado) on qua, 10/12/2011 - 08:51
Senhora, acredito no que contas aqui. É verdade tudo isso que sentes. As dúvidas de uma codependente são constantes depois de um tempo de sofrimento. Não desista do seu marido. Hoje essas pessoas são tidas como doentes. E se fosse um câncer? Ou qualquer outra doença a senhora com certeza o amaria e cuidaria dele como tem feito nesses últimos vinte anos. Sua família precisa de paz e de ajuda tanto quanto ele. Procure os grupos de ajuda como AA, NA ou uma instituição que tenha um trabalho sério. Pode ser até uma comunidade terapêutica, onde ele voluntariamente possa passar um tempo e vocês também ficarem um tempo para vocês. Busque a Deus e entregue sua vida para Ele. Conheça uma comunidade que possa ajudar nessas horas. Hoje as pessoas entendem melhor essa doença. Paz de Jesus!! Francisco Maciel Lima Fortaleza-Ceará

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Visitante (não verificado) on sex, 12/09/2011 - 13:40
me sinto sozinha de tudo , só deus na minha vida se não fosse por ele , ja teria FEITO UMA BESTEIRA.tenho a falta de pasciencia de não aguentar de jeito nenhum quem bebe pelo amor de deus estou doente enquanto meu marido e estou me acabando não tenho vida propria mais e faz muito tempo, só vivo porque tenho minha filha que depende muito de mim , se não já teria jogado tudo para o alto e sumido,ele é um grande trabalhador , mais não larga da bebida e se transforma me ajundem a procurar uma ajuda medica.......

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Visitante (não verificado) on ter, 10/25/2011 - 13:40
. Estou hj numa fase muito dificil meu esposo está em recuperaçao, nao é a parte mais dificil claro no uso é insurportável, mais suportei, o que me deixa completamente doente é o fato de alguns dias limpo já quer toda a confiança e toda liberdade ainda cheio de egocentrismo , nao entende que deixou um monte de ferida e de consequência devido a anos de drogadiçao. no uso a ausência é constante as faltas sao enúmeras as iresponsabilidades a quase varias noites de quase morreu , e ai em recuperaçao nao conseguem enfrentar a vida , pois a tanto tempo vivendo na vida ireal das drogas nao sabem nem quem eles sao, na verdade essa duença é tao desgraçada que corrompe de forma agressiva todo o carater e toda personalidade , fazendo com que eles nao saibam nem quem eles sao. e agora ainda nao conseguem amar, respeitar e nem viver com os problemas normais do cotidiano. nao sei como suportarei essa fase de nao saber com quem estou finalmente casada, com toda responsabilidade na minhas costas nao tenho nem o direito de ter alguma mágua ou até as vezez raiva. e ai me vejo num deserto acompanhada mais só ainda só . pois ele nao tem paciência em conquistar a confiança que ele mesmo destruio junto com a duença e quer que simplesmente se estacione um caminhao de curas onde só cabe um fusquinha. hj meu desabafo é se esta em recuperaçao tem que saber que tem muita coisa pra reparar pra concertar e pra recomesar . nao dá pra exigir o que nunca foi dado. peço a Deus que me ajuda . pois está muito dificil. pois ele aprendeu com o uso das drogas a ser cruel como se estivesse ainda usando drogas , parece que nao deixou parece que nada mudou . Sou de Recife pernambuco e tenho vergonha de me identificar apenas desabafei ,

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Visitante (não verificado) on sab, 11/05/2011 - 00:50
Estou passando pelo mesmo problema. Meu marido é alcoolico e, após 18 anos de sobriedade recaiu (casei com ele na fase da sobriedade sem saber que era alcoolico, pois, caso soubesse, não casaria). Ele voltou a frequentar o AA e está sóbrio. Entretanto, ainda não o ouvi me pedir perdão por tudo que me causou (e continua causando). Ao saber que ele era doente (se é que isto é mesmo uma doença e não um vício adquirido por livre e espontanea vontade) fiz pesquisas e pesquisas a respeito do assunto e conclui que quando dizem que o alcoolismo não tem cura não se referem apenas ao fato de que um alcoolico jamais poderá voltar a beber como alguém normal. Se referem também ao fato de que a drogadição DESPERSONALIZA OS ALCOOLICOS tornando-os todos iguais com falhas de caráter idênticas: EGOISMO ENORME, MENTIROSOS, MANIPULADORES, AUSENTES, PROMISCUOS, ETC. Eu o amava imensamente, confiava piamente nele, o admirava, etc. Agora, não sei se continuarei com ele. Penso no passado e sabendo agora que é alcoolico verifico que mentiu e me manipulou inúmeras vezes. Aliás, continua tentando manipular. Continua egoísta. Continua ausente. Penso que todos os alcoolicos que se tratam no AA deveriam ir à reuniões abertas de AL-ANON para constatarem a DEVASTAÇÃO EMOCIONAL QUE FAZEM EM SUAS FAMÍLIAS. Sou do Rio, me chamo Luiza e não tenho nenhuma vergonha de me identificar, pois não bebo, não fumo, não cheiro e não injeto. Entretanto, estou tendo que passar por toda a desgraça que é viver com um alcoolico. Não tenho motivo para sentir vergonha. EU não fiz nada errado. Não sou eu quem deve se envergonhar. Boa sorte para você.

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Visitante (não verificado) on sab, 03/31/2012 - 21:59
Vc disse exatamente como acontece, mas mesmo assim tente viver este momento da melhor forma possível, pois vivi tudo isso e agora meu marido voltou a recair e continua arogante do mesmo jeito. Quer dar lição de moral nas crianças, quando ele não consegue cuidar de si mesmo. Temos que nos unir para trocar experiencias e atitudes que deram certo.

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Visitante (não verificado) on qui, 12/01/2011 - 17:21
Sinceramente minha vida está terrível, eu não sei que atitude tomar, meu marido está tratando com NA gostei vou as reuniões mas não sei até q ponto ele queira mesmo sair desta , dificil pois tudo caiu ao mesmo tempo sou o homem da casa cuido de todos e quem cuida de mim , não posso abrir a real para a minha familia , pois acredito que eles atrapalhariam muito , preciso conversar desabafar falar para alguem tudo q está dentro de mim , sinto que meu marido é um filho para mim no qual é o q dá mais trabalho, preciso de ajuda urgente , preciso de pessoas q compaetilhem esta angustia comigo , pois me sinto sozinha neste barco , sei la trocar email , alguma reunião moro na região de Osasco alguém conheçe alguma ? pessoas por favor se caso queirão conversar com email msn , pois só de eu me expor para outra pessoa já me ajuda , pois não tenho ninguém com com conversar troquem email comigo , obrigada e vou tentar ficar calma só por hoje .

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Visitante (não verificado) on sex, 12/02/2011 - 23:47
Oi estou quase na mesma situação que vc, porém estamos procurando ajuda de Deus, sou catolica e estamos participando da pastoral da sobriedade, no santuario sta terezinha (taboão), esta me ajudando bastante! se precisar responde com seu e-mail q vou tentar te ajudar. sou co depente do meu esposo que usa cocaina.

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Visitante (não verificado) on sab, 01/21/2012 - 20:31
Olá, estava procurando informações sobre famílias e dependentes químicos, quando me deparei com seu depoimentos, trabalho num Caps ad (Centro de Atenção Psicossocial Alcool e outras drogas) que é para o tratamento de dependentes em alcool e outras drogas. Os Caps ad são serviços a nível municipal com verba federal, procure na internet se há algum em sua cidade, ele possui uma equipe com psiquiatras, psicologos, assistentes socias, enfermeiros entre outros profissionais que se voltam para o tratamento do dependente e seus familiares

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Visitante (não verificado) on sex, 02/17/2012 - 11:41
Prezada irmã em Cristo Jesus! Calma, confie neste Deus maravilhoso, este Deus do impossível, só ele tem a solução. Vou deixar meu email: jbatistarn@hotmail.com , se lhe interessar mande alguma mensagem, passarei para minha esposa e pessoas do nosso grupo que vivem ou viveram este problema. Pertencemos a Pastoral da Sobriedade, procure saber se onde você mora não tem, frequentar o Grupo de Auto Ajuda da Pastoral lhe ajudará muito e tambem a seu marido, ou seja, a toda família, é difícil mas não impossível, entreguem nas mãos de Deus! Sobriedade e Paz, só por hoje, Graças a Deus! João Batista e Luciene (jbatistarn@hotmail.com)

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Visitante (não verificado) on dom, 03/18/2012 - 00:06
achei muito bonita a sua fé desejo tbm converssar com vc ,meu email é marieleninha95@hotmail.com, fica com Deus

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Visitante (não verificado) on dom, 07/22/2012 - 23:32
gostaria de receber um apoio, através de email, pois tenho dentro de casa meu marido que está bebendo demais a muitos anos e eu já nõa estou tendo forças para ajudá-lo. Pois eu tb preciso de ajuda pois acho que estou doente. Estou em pé Graças a Deus pois só ele é capaz de me manter em pé Só pela Fé mas tem horas que caio e não sei o que fazer. Temos 1 casal de Filhos e uma neta de 1 mês, moramos todos juntos.Estamos precisando de apoio pisicologico. POis ontem ele quebrou coisas em casa. discutiu muito comigo pois não dei as chave do carro para ele pois estava fora de si muito embreagado disse que só iria colocar o carro na garagem. más eu fiquei com medo pois mais cedo quaze causou um acidente na br.Me ajude.Abraços

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Visitante (não verificado) on sex, 02/24/2012 - 22:45
qu Deus te abençõe e te de força rese sempre a a ve maria em cima dele quando ele estiver dorminndo pela sua fmamilia faça sempre o sinal da cruz tb não tenho ningume para conversar então saio pela rua e reso. Que Deus te abençoe . JUvenilia meu email juvenilia_goncalves@hotmail.com

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viviane (não verificado) on sab, 11/10/2012 - 12:33
Ola meu nome é Viviane meu e-mail é vivisilvalipe2008@hotmail.com  se quiser conversar me envie um e-mail,estamos passando pelos mesmos problemas e quem sabe poderemos nos ajudar.Fique com Deus

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Visitante (não verificado) on sex, 12/02/2011 - 22:26
Após muitos anos, meu irmão caçula assumiu prá mim que é dependente e que quer se recuperar. Pena que esperamos tanto tempo prá conversarmos abertamente sobre a problemática, mas aconteceu. Agora vou procurar um centro de reabilitação na minha cidade, para levá-lo a iniciar o tratamento, por isso estou buscando mais informações sobre a recuperação. Quero está por dentro de todas as etapas deste processo, para melhor ajudá-lo. Boa sorte a todos nós... Se poderem me dá mais informações!!!

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"Uma concepção errada que prevalece tanto na profissão médica como no público leigo é que o tratamento da dependência química invariavelmente fracassa.  ...já é ponto pacífico que o melhor tratamento é uma combinação de terapias medicamentosas e psicossociais, aplicadas as duas em doses otimizadas" Veja + em: Abstinência e dependência quimica....

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