No campo do tratamento do alcoolismo, freqüentemente, aparece uma nova e milagrosa drogaUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. para curar esta condição que tanto sofrimento traz para milhões de pessoas. Por certo tempo, achou-se que o dissulfiramO protótipo da droga sensibilizadora ao álcool prescrita para ajudar na manutenção da abstinência do álcool. O dissulfiram inibe a atividade da aldeído-desidrogenase e, na presença de álcool, causa um acúmulo de acetaldeído e uma reação aversiva de rubor facial, acompanhada por náuseas, tonturas e palpitações. Esses efeitos por vezes são denominados de “reação Antabus”., por reagir de uma forma extremamente desagradável com o álcoolNa terminologia química, os álcoois constituem um numeroso grupo de compostos orgânicos derivados de hidrocarbonetos que contém um ou mais grupos hidroxila (-OH). O etanol (ou álcool etílico, C2H5OH) é um dos membros dessa classe de compostos, e é o principal ingrediente psicoativo das bebidas alcoólicas. Por extensão, o termo “álcool” também é usado para referir-se a bebidas alcoólicas.O etanol resulta da fermentação de açúcar produzida por lêvedos. Em condições normais, as bebidas produzidas por fermentação têm uma concentração de álcool que não ultrapassa 14%. Na produção de álcoois por destilação, ferve-se uma mistura fermentada e o etanol que se evapora é recolhido como um condensado quase puro. Além do seu uso para consumo humano, o etanol é também usado como combustível, como solvente e na manufatura química (veja álcool impróprio para o consumo humano).O álcool absoluto (etanol anidro) é o etanol contendo não mais do que 1% de água por massa. Nas estatísticas sobre produção ou consumo de álcool, o álcool absoluto refere-se ao conteúdo de álcool (como 100% de etanol) das bebidas alcoólicas.Do ponto de vista químico, o metanol (CH3OH), também conhecido como álcool metílico e álcool de madeira (ou de amido), é o mais simples dos álcoois. É usado como um solvente industrial e também como um adulterador para desnaturar o etanol e torná-lo impróprio para o consumo (bebidas metiladas). O metanol é altamente tóxico; dependendo da quantidade consumida, pode produzir turvação da visão, cegueira, coma e morte.Outros álcoois impróprios para o consumo, com efeitos potencialmente nocivos, são consumidos ocasionalmente, como, p.ex., o isopropanol (álcool isopropílico, freqüente em desinfetantes) e etilenoglicol (usado como anticongelante em automóveis).O álcool é um sedativo/hipnótico com efeitos semelhantes aos dos barbitúricos. Além dos efeitos sociais do uso, a intoxicação pelo álcool pode resultar em envenenamento e até morte; o uso excessivo e prolongado pode resultar em dependência ou numa ampla variedade de transtornos mentais orgânicos e físicos.Os transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de álcool (F10) são classificados como transtornos decorrentes do uso de substância psicoativa na CID-10 (F10-F19).Veja também:cardiopatia alcoólica; cirrose alcoólica; dano cerebral associado ao álcool; delirium; encefalopatia de Wernicke; escorbuto; fígado gorduroso alcólico; gastrite alcoólica; hepatite alcoólica; miopatia relacionada com álcool ou drogas; neuropatia periférica; pancreatite alcoólica; pelagra; pseudo-síndrome de Cushing; síndrome amnésica induzida por álcool ou droga; síndrome de deficiência de tiamina; síndrome fetal alcoólica., facilitaria o controle do beberIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica.. Em seguida os benzodiazepínicosUm grupo de drogas estruturalmente relacionadas, usadas primordialmente como sedativos/hipnóticos, relaxantes musculares e antiepilépticos, e outrora denominados de “tranqüilizantes menores”. Acredita-se que estes agentes produzam efeitos terapêuticos ao potencializar a ação do ácido gama-aminobutírico (GABA), um importante neurotransmissor inibidor.Os benzodiazepínicos foram introduzidos para substituir os barbitúricos, como uma alternativa mais segura. Eles não suprimem o sono REM na mesma medida que os barbitúricos, mas tem um potencial significativo para induzir dependência e uso indevido.Os benzodiazepínicos de ação curta incluem o halazepam e o triazolam, ambos com início de ação rápida; o alprazolam, o flunitrazepam, o nitrazepam, o lorazepam e o temazepam com início intermediário; e o oxazepam com início lento. Têm-se relatado amnésia anterógrada profunda (apagamento) e reações paranóides com o uso de triazolam, bem como insônia de rebote e ansiedade. Muito clínico tem encontrado problemas particularmente difíceis na interrupção do tratamento com o alprazolam.Os benzodiazepínicos de ação longa incluem o diazepam (com o mais rápido início de ação), o clorazepato (também de início rápido), o clordiazepóxido (início intermediário), o flurazepam (início lento) e o prazepam (início mais lento). Os benzodiazepínicos de ação longa podem produzir um efeito incapacitante cumulativo e tem maior probabilidade de causar sedação diurna e perturbações motoras que os agentes de ação curta.Mesmo em doses terapêuticas, a interrupção abrupta dos benzodiazepínicos induz uma síndrome de abstinência em até 50% das pessoas tratadas por seis meses ou mais. Os sintomas são mais intensos com as preparações de ação curta; com os benzodiazepínicos de ação longa os sintomas de abstinência aparecem uma ou duas semanas depois da interrupção e duram mais, mas são menos intensos. Como com outros sedativos, é necessário um programa de desintoxicação lenta para evitar complicações graves como as convulsões da abstinência.Alguns benzodiazepínicos têm sido usados em combinação com outras substâncias psicoativas para acentuar a euforia, por exemplo, ex., 40-80 mg. de diazepam tomados logo antes ou imediatamente após uma dose de manutenção diária de metadona. Os benzodiazepínicos são, com freqüência, usados de indevidamente em combinação com o álcool ou na dependência de opióides (veja uso de múltiplas drogas).A superdose fatal é rara com qualquer benzodiazepínico, a menos que ele seja ingerido concomitantemente ao álcool ou outro depressor do sistema nervoso central., por diminuirem a ansiedadeAnsiedade, ânsia ou nervosismo é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração etc. relacionada a abstinênciaA abstenção do uso de droga ou (particularmente) de bebidas alcoólicas, por questão de princípio ou por outras razões.Quem pratica a abstinência de álcool é chamado de “abstêmio” ou “abstêmio total”. A expressão “atualmente abstinente”, freqüentementeempregada em inquéritos populacionais, geralmente define uma pessoa que não ingeriu bebidas alcoólicas nos últimos 12 meses; esta definição não coincide necessariamente com a descrição que o próprio indivíduo faz de si como um abstêmio.O termo “abstinência” não deve ser confundido com “síndrome de abstinência” ( Deve-se, no entanto, diferenciar “abstêmio” (pessoa que não bebe ou não usa drogas) de “abstinente” (pessoa que presentemente não está bebendo, que não está usando drogas).Veja também: sobriedade; temperança., poderia ser a cura. Também os antidepressivosUm grupo de substâncias psicoativas prescritas para o tratamento dos transtornos depressivos; também são usados em outras condições, tais como o transtorno do pânico. Há três classes principais: os antidepressivos tricíclicos (quer são principalmente inibidores da recaptura de noradrenalina); os agonistas de receptores e bloqueadores da recaptura da serotonina; e os inibidores da monoamino-oxidase, menos comumente prescritos. Os antidepressivos tricíclicos têm um risco de abuso relativamente baixo, mas algumas vezes são usados sem finalidade terapêutica por seus efeitos psíquicos imediatos. Desenvolve-se tolerância aos seus efeitos anticolinérgicos, mas não está esclarecido se ocorre uma síndrome de dependência ou uma síndrome de abstinência. Por estas razões, o uso impróprio de antidepressivos está incluído na categoria F55 da CID-10, abuso de substâncias que não produzem dependência., e , em especial ,os inibidores da recaptaçãao da serotonina, foram propostos como uma arma eficiente contra o monstro alcoolismo. Infelizmente,essas e outras drogasUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. nunca resistiram ao passar dos anos e aos estudos controlados e passaram progressivamente de panacéia para uma ajuda marginal para grupos bastante específicos de pessoas dependentes do álcool.
Recentemente , o naltrexone (ReVia, nome pelo qual é vendido nos EUA) foi aprovado pelo FDA (Food and Drug Administration) como uma droga para o tratamento do alcoolismo. Esse fato reacendeu a chama da esperança dos pacientes e o interesse dos clínicos. A importância deste aval do FDA é ressaltada pelo fato de que o dissulfiram foi a única droga aprovada anteriormente para o tratamento de dependência(F1x.2)Em termos gerais, o estado de necessidade ou dependência de alguma coisa ou alguém para apoio, funcionamento ou sobrevivência. Quando aplicado ao álcool e outras drogas, o termo implica a necessidade de repetidas doses da droga para sentir-se bem ou para evitar sensações ruins. No DSM-IIIR, a dependência é definida como “um conjunto de sintomas cognitivos, comportamentais e psicológicos que indicam que uma pessoa tem o controle do uso da substância psicoativa prejudicado e persiste nesse uso a despeito de conseqüências adversas”. Equivale aproximadamente à síndrome de dependência da CID-10. No contexto da CID-10, o termo dependência refere-se de maneira geral a qualquer dos elementos da síndrome. O termo é freqüentemente usado como equivalente de adicção e de alcoolismo.Em 1964 uma Comissão de Peritos da OMS introduziu “dependência” em substituição a adicção e hábito10. O termo pode ser usado de maneira genérica em relação a todas as drogas psicoativas (dependência de drogas, dependência química, dependência do uso de substância), ou referir-se especificamente a uma droga em particular ou a uma classe de drogas (p.ex., dependência de álcool, dependência de opióide). Embora a CID-10 descreva dependência em termos aplicáveis a todas as classes de drogas, há diferenças entre os sintomas de dependência característicos das diferentes drogas.De forma não qualificada, dependência refere-se a ambos os elementos físicos e psicológicos. A dependência psicológica ou psíquica refere-se à vivência de controle prejudicado sobre o beber ou o uso da droga (veja craving, compulsão), ao passo que a dependência fisiológica ou física refere-se à tolerância e aos sintomas de abstinência (veja também neuro-adaptação). Em discussões de orientação biológica, dependência é freqüentemente usada com referência à dependência física apenas.Ainda no contexto psicofarmacológico, emprega-se também dependência ou dependência física num sentido mais limitado para referir-se exclusivamente ao desenvolvimento de sintomas de abstinência que seguem uma interrupção do uso de droga. Neste sentido restrito, a dependência cruzada é vista como complementar a tolerância cruzada, e ambas definições referem-se somente à sintomatologia física (neuroadaptação). do álcool em 1951.Quais seriam as evidências que teriam contribuído para essa aprovação ?
Em primeiro lugar, deve-se conhecer o mecanismo de ação do naltrexone que é um antagonistaUma substância que neutraliza os efeitos de outra. Do ponto de vista farmacológico, um antagonista interage com um receptor para inibir a ação de agentes (agonistas) que produzem efeitos específicos, fisiológicos ou comportamentais, mediados por aquele receptor. opiáceoUm dos grupos de alcalóides derivados da papoula (Papaver somniferum) que produz analgesia, euforia e, em doses mais altas, estupor, coma e depressão respiratória. O termo opiáceo não abrange os opióides sintéticos.Veja também:opióide.. Sabe-se, há mais de duas décadas, que o álcool altera a atividade dos receptores opiáceos. Aparentemente, o álcool aumenta a atividade desses receptores indiretamente, talvez pelo estímulo dos opióides endógenos. O efeito desta estimulação aguda estaria envolvida na sensação de euforia produzida pelo álcool, que é um dos efeitos mais reforçadores desta droga. Sabe-se que ratos criados para ter uma preferência por álcool mostram um aumento na liberação das beta-endorfinas quando comparados com ratos sem preferência por álcool (deWAELE et al, 1992 ). Mesmo em humanos, Gianoulakis (1990) mostrou que homens bebedores sociais ,que tinham um risco aumentado para abusoabuso (de drogas, de álcool, de substâncias, de produtos químicos ou de substâncias psicoativas)Um grupo de termos muito utilizado embora com significados variáveis. Na 3a. edição revista do Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Psiquiátrica Norte-Americana (DSM-III-R), “abuso de substância psicoativa” é definido como “padrão desajustado de uso indicado pela continuação desse uso apesar do reconhecimento da existência de um problema social, ocupacional, psicológico ou físico, persistente ou recorrente, que é causado ou exacerbado pelo uso recorrente em situações nas quais ele é fisicamente arriscado”. Trata-se de uma categoria residual, ao qual é preferível o diagnóstico de dependência, quando for o caso. O termo “abuso” é algumas vezes utilizado de forma desaprovativa para designar qualquer tipo de uso, particularmente o de drogas ilícitas. Devido à sua ambigüidade, o termo não é usado na 10a. revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) (exceto no caso de substâncias que não produzem dependência; veja mais adiante); uso nocivo e uso arriscado são os termos equivalentes na terminologia da OMS, embora eles geralmente digam respeito apenas aos efeitos físicos e não às conseqüências sociais. O emprego de “abuso” também é desestimulado pelo Escritório de Prevenção do Abuso de Substâncias dos EUA, embora expressões como “abuso de substâncias” sigam sendo amplamente utilizadas na América do Norte, para se referir, de modo geral, aos problemas do uso de substâncias psicoativas.Em outros contextos, o abuso já indicou padrões de uso não-médico ou não aprovado, independentemente das conseqüências. Assim, a definição publicada em l969 pela Comissão de Peritos da OMS em Dependência de Drogas foi “uso excessivo de droga, persistente ou esporádico, inconsistente ou sem relação com a prática médica aceitável” (veja uso indevido de álcool ou droga). de álcool porque tinham pais com problemas relacionados com o álcool, apresentavam um aumento de 170% nos níveis de beta-endorfinas periféricas após consumirem uma dose moderada de álcool quando comparados com controles. Uma série muito grande de estudos tem mostrado que os antagonistas opiáceos reduzem o consumo de álcool em animais. Marfaing-Jallat et al (1983 ) viram que o naloxone, um antagonista opióide de curta duração, diminuiu a preferência por álcool em ratos. Esses resultados foram repetidos inúmeras vezes e em várias espécies. Altshuler et al (1980) mostraram que o naltrexone diminuiu o consumo de álcool entre macacos rhesus treinados para pressionar uma barra e obter álcool endovenoso. Esses estudos pré-clínicos motivaram os pesquisadores a testar a hipótese da importância do bloqueio opiáceo em pacientes dependentes de álcool. Volpicelli et al (1992) organizaram um estudo para avaliar a eficácia do naltrexone em reduzir as taxas de recaídaO retorno ao uso de bebida ou de outra droga após um período de abstinência, freqüentemente acompanhado pela reinstalação de sintomas de dependência. Alguns autores fazem distinção entre recaída e deslize, este último denotando uma ocasião isolada do uso de álcool ou droga. nesses pacientes. Por 12 semanas, em um estudo duplo-cego, administraram ou 50mg de naltrexone ou placebo em 70 pacientes. Além da medicação, esses pacientes recebiam aconselhamento em relação ao alcoolismo, terapia de prevenção de recaídas e encaminhamento para Alcoólicos Anônimos. Houve uma redução substancial no desejo para beber ao longo das 12 semanas no grupo que recebeu naltrexone.Consequentemente, houve também uma diminuição no consumo de álcool do grupo experimental. Quando os pacientes do grupo placebo bebiam, eles o faziam em quantidades quatro vezes superiores ao grupo experimental. Volpiceli et al definiram recaída como aqueles pacientes que bebiam mais do que cinco "drinks" em uma ocasião.Metade do grupo controle apresentou pelo menos uma recaída quando comparado com um quarto do grupo experimental. O'Malley et al ( 1992 ) também administraram 50mg de naltrexone ou placebo por 12 semanas para 97 pacientes e da mesma forma e encontraram no grupo experimental uma redução do consumo de álcool e menor número de episódios de recaídas. Entretanto, esse estudo também avaliou a interação do naltrexone com dois tipos de psicoterapia, "coping skills therapy" e "supportive therapy". A melhor combinação foi entre naltrexone e " coping skills therapy" , que mostrou resultados melhores em termos de recaídas, desejo para beber e consumo de álcool. Após Volpiceli e O'Malley, onze outros estudos também demostraram algum efeito do naltrexone em pacientes dependentes do álcool.
No entanto, várias questões permanecem por ser respondidas. Em primeiro lugar, quais seriam os critérios para indicarmos o uso de naltrexone. Sabemos que a população de dependentes caracteriza-se mais pela diversidade do que pela homogeneidade. Faltam informações sobre quais os pacientes que mais se beneficiariam desta medicação. É extremamente improvável que todos os pacientes possam beneficiar-se de uma única medicação. Não podemos mais esperar benefícios quase milagrosos de novas drogasDrogas.
Em segundo lugar, a interação do naltrexone com as diferentes formas de psicoterapia apenas começaram a ser exploradas. Por exemplo, existem evidências que as terapias farmacológicas nas dependências mostram um efeito mais precoce do que as psicoterapias que demorariam vários meses para o seu efeito aparecer. Esta questão está íntimamente associada ao tempo em que deveríamos administrar o naltrexone. A maioria dos estudos usou 12 semanas, mas, sem um racional muito claro para justificar este período. A área de dependência de drogas tem evoluído muito nos últimos quinze anos e muito desse avanço foi contribuição da neurociência.
O uso do naltrexone foi uma feliz combinação das ciências básicas com estudos clínicos. Pode-se falar com uma certa segurança que o bloqueio dos receptores opiáceo é responsavel pela diminuição do efeito excitatório do álcool e que isto diminuiria o apelo das pessoas dependentes em usar o álcool. Além disso, de uma forma ainda não muito bem entendida, o naltrexone também diminui o desejo do beber nessas pessoas. É ainda muito cedo para sabermos o quanto esta medicaçãao mudará o tratamento da dependência do álcool, mas, a consistência do caminho experimental adotado abre possibilidades bastante promissoras no entendimento dos mecanismos envolvidos na dependência do álcool e de seu tratamento
A DROGA QUE MATA A SEDE DE ÁLCOOL
Ronaldo Laranjeira
Coordenador da UNIAD (Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas) UNIFESP/ EPM
REFERÊNCIAS
deWAELE, J.P. et al. (1992 ) - The alcohol-preferring C57BL/6 mice present an enhanced sensitivity of the hypothalamic B-endorphin system to ethanol than the alcohol-avoiding DBA/2 mice. Journal of Pharmacology and Experimental Therapeutic., 261:788-794.
GIANOULAKIS, C. (1993 ) - Endogenous opioids and excessive alcohol consumption. Journal of Psychiatric Neuroscience., 18:4:148-156.
MARFAINH-JALLAT, P. et al (1983 ) - Decrease in ethanol consumption by naloxone in naiveand dependet rats. Pharmacology, Biochemistry and Behaviour., 18:537-539.
O'MALLEY, S.S. et al ( 1992 ) - Naltrexone and coping skills therapy for alcohol dependence.A controlled study. Archives of General Psychiatry., 49:11:881-887.
VOLPICELLIi, J.R. et al ( 1992 ) - Naltrexone in the treatment of alcohol dependence. Archives of General Psychiatry., 49:11:876-880.
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Comentários
alcoolismo
REACÕES DO REMEDIO
absurdo
Alcoolismo um Dragão Terrível
mãe alcoolatra
alcoolismo - motaserra00@yahoo.com.br
quero saber como encontrar ajuda pra meu marido que cheira coca
Quem foi alcoolatra sempre sera, eu sou e não bebo.
busquei ajuda e estou gostando
pai bebado
REVIA????
meu namorado e alcoolotra e
meu namorado e alcoolotra e nao assume qdo conheci nao sabia boa aparencia bem parceido estava em abstinencia nao percebi nada eu nao tinha conhecimento sobre alcolismo com alguns meses depois ele começou a tomar porres de cinco seis e ate sete dias e eu nao conseguia entender o porque daquilo acostumada com quem bebe socialmente ficava sem enteder e ele dizia que era porque estava passando por problemas estava sem trabalho mais que ia passar e o tempo foi passando e fui me apegando a ele e ele mentia de todas as formas pois via que nao tinha conhecimento sobre alcolismo vai fazer dois anos que estou com ele ja fiz de tudo para ajuda lo ja incentivei ele a ir ao medico o medico passaou antietanol foi em vao bebeu em cima do remedio quase morreu nao aconselho ninguem a tomar antietanol a menos que a pessoa q mesmo parar estou a ponto de disisperar vou tomar uma atitude e sair fora nao faço outra coisa na vida a nao ser pesquisar sobre alcolismo e cheguei a uma conclusao e batalha perdida genta querer que um alcoolotra para de beberIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica. a decisao quem tem que tomar e eles e com cereza 100 em um quer fazer isso ines
ajuda dos céus
se vç ja bateu em varias portas,procurou ajuda da medicina,tomou remedios,fez terapia em grupo e fez abstinencia e nada resolveu,resta uma unica porta,vç usar a fe em jesus,vç ja ouviu falar que ele é o medico dos medicos.é verdade .não foi em vão que ele deixou escrito: VINDE A MIM ,TODOS OS QUE ESTÃO CANSADOS E SOBRECARREGADOS QUE EU VOS ALIVIAREI. se voçe se sente cansado dessa vida de viciado e acha que não tem saida pra vç , busque a dose mais forte que é JESUS, ele esta lhe chamando VINDE A MIM,TE ALIVIAREI.saiba mais em . www.iurdtv.com
alcoolismo
alcoolismo
alguem me ajude
Sou uma ex viciada em cocaina, meu atual marido, esta tendo alumas crise de abstinencia, nao tenho tido recaida com ele,mas tenho visto que ele tem sofrido muito com isso,e a familia dele nao ajuda ele, só cretica, mais ele entra em crise, ele esta tomando algum antidepressivo, tem ficado muito drogado de remedio, da dó, pois quando ele tem essas recaidas, é para se matar, a ultima ele tomou 4 rivotril, ficou super agitado, no outro dia tomou mais 1 logo cedo, e tomou 4 copo de conhaque disse que é para se matar, oh meu jesus o que fazer.No local de serviço dele piora pois a maioria usa, a merda da cocaina, afff entro em desespero, ja disse a ele que ele precisa se enternar, ele ate aceita, mas estou sem saber como agir, onde tenho que procurar, começamos a frequentar o capis, temos oficina dia 22 agora, o que eu faço...
alcoolismo
Olá! Alguém poderia me informar o telefone da clínica em são josé do rio preto que faz tratamento pata alcoolismo com injeções? Preciso com urgência, para ajudar alguém que amo muito. Agradeço
mandar no e-mail : mlsousa@uol.com.br
Realmente este tratamento é um dos melhores
Namorado Alcóolico
Fiquei impressionada ao ler todos estes relatos! Como já sabemos os efeitos do álcool são devastadores, em todos os sentidos. Conheci um rapaz, através de um site de relacionamentos. Ele é alcóolico. Já nos falamos, por telefone, há mais de 2 meses. Já falei , por várias vezes com a mãe dele, por telefone sobre o alcoolismo. No caso dele, atualmente, ocorrem mais recaídas; pois ele não tem grana para beberIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica.. Eu desobri sobre o problema dele, quando ele me pegou a primeira mentira. Acabei confirmando com a própria mãe o motivo da mentira: bebida!
Daí, comecei a peljar, com calma, com ele. Dando conselhos, etc. Quando ele bebe, na grande maioria das vezes, por telefone, ele nega que bebeu. Mas eu sei. Eu Sinto! No outro dia ele acaba confessando e se diz triste e tal.
Numa conversa, após um porre, eu disse que estava me mandando daquela relação louca e que já estava me fazendo mal. Ele, desesperado, disse que para não me perder, se trataria. Começou, então o tramento num lugar, lá na cidade dele. Porém, sem nenhuma medicação para ajudar a controlar a vontade de beber . Só receitaram um anti-depressivo e vitamina B. Ele se cuidou bem por 13 dias. Voltou a trabalhar! Comer melhor! Eu acompanhando tudo , daqui de onde moro, por telefone(eu moro em outro estado, mas fica a menos de 400km). Mas a tristeza foi quando pegou o dinheiro que recebeu do trabalho; alegou que viu um rapaz que o deve dinheiro, foi atrás do rapaz para receber(segundo ele) e acabou bebendo, de novo. Mentiu, de novo! Eu implorei para ele me dizer toda a verdade que eu o ajudaria, mas não disse! Eu chorei muito! Falei para ele que íamos acabar, por ali, então, uma vez que ele não coonfiava em mim.No outro dia, só falei com ele, na parte da tarde. Ele estava desesperado de arrependimento. Chorava muito de vergonha, segundo ele. Que não podia me perder e etc. eu ouvi tudo, calmamente e disse que ele deveria tomar uma posição de quem tem, realmente, vontade de deixar o álcool. Vamos tentar, na clínica que ele seja atendido por um pisiquiatra e este passe o remédio para ajudar. Ele me disse qu não conta a verdade, na hora, por sentir muita vergonha da fraqueza dele.
Eu estou confusa. Visitá-los, nesta semana. vou conhecê-lo e a alguns membros de sua família. A mãe dele faz questão de que eu me hospede . lá, com eles. Vou me certificar da realidade dele.Vou tentar me situar melhor. Se der, ir até esta bendita clínica! Estou alternando, agora, sentimentos de esperança com outros de desânimo. Estou muito triste! Quero refazer a minha vida, ao lado de uma pessoa comprometida com a vida e com quem ama! Deixei isso claro para ele. Do contrário, vou me mandar! Eu apoio quem quer se ajudar! Esses homens e mulheres que agem feito criança e não tomam nenhuma atitde precisam tomar um prumo! Se dificuldades da vida, tristezas, desilisões; tudo isto fosse causa para beber: eu não estaria de pé, aqui! Enfrento a vida e o mundo, sozinha, desde os 17 anos! Já sofri quase de tudo que puderem imaginar. Mas tive muitas vitórias também! Minha Fé em Deus me mantém de pé! Se alguém puder me ajudar comaComa (ou comatose) é o estado no qual uma pessoa perde completa ou parcialmente a consciência, não tem reações nervosas, ou reage pouco ou nada a estímulos externos. lgum comentário construtivo, eu agradeceria muito!
Fiquem com Deus e um bom dia a todos!
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Namorado alcoólico
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onde ela ficou 4 meses e não adiantou. Em menos de 1 mês voltou a beber. Cuide da sua vida moça. Deixe ele resolver a dele.Sinceramente, não suporto uma
Sinceramente, não suporto uma pessoa que não consigo nem chamar de pai...
E esse rapaz não tem o seu sangue, então melhore sua auto estima e arrume outro namorado.
Não queira ter um filho pra sofrer com esse pai.
Eu amo muito minha mãe e digo que ela não erra. Só errou uma vez e está pagando por isso há muitos anos. Errou na hora de escolher marido.
O uso de Naltrexona
Eu gostaria de saber, se uma pessoa começar a fazer o tratamento com esse medicamento e tiver uma "recaída" quais os efeitos que isso traria para o paciente?
o melhor remédio para o
o melhor remédio para o aalcolatra é deixar ele beberIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica. a vontade e sequir a vida que ele escolheu, pois quanto mais lhe ajudar mais provalecido ele vai ficar para o bebado ele só é o certo se é uma doença pq não aceita em se tratar eles dizem que não é facil parar de beber mas não se ajudam ,perdem a vergonha a dignidade não se importam com filho, mulher para eles o vicio é seu companheiro,mentem que vão para que aquele é o ultimo dia que vai beber,mas no outro dia é a mesma coisa é assim e sempre será enquanto viver no vicio eles estão se matando, e matando quem convive com eles e pouco se importam que sofra que vive a seu lado ,porisso o unico remédio e largar e viver a vida longe de um viciado trabalhar e ter dignidade lutar pela felicidade que com um bebado nunca vai ter,poq morre quem sofre junto do bebado e ele permaneçe feliz bebendo, tentou de tudo nada deu certo o melhor caminho é lutar pele
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- Rash cutâneo
sua felicidade e dos filhos,bebado é pior que cançeralcoolismo
boa tarde, lendo todos esses e- mail percebi que meu caso também infelizmente não é o único. estou muito, muito magoada com meu marido, depois de 34 anos de casamento e 30 de bebedeira essa semana ele deu o 1º soco no meu rosto por causa deste maldito vício. cheguei na seguinte conclusão: o alcoolatra não tem cura, não tem milagre nenhum, eles gostam de beberIngestão de bebida; especificamente, neste contexto, uso de bebida alcoólica., nenhum alcoolatra quer parar de beber, só falam que vão parar, que vai mudar, que estão arrependido... é tudo mentira, eles vivem nos bares bebendo, jogando, cantando, com as biscates de bares, e em casa, são uns montros, porcos e nojentos, não tem respeito, nem amor próprio, sem carater e covardes, e nos mulheres que damos duro para criar os filhos, trabalhar fora, cuidar da casa e quando você chegar em casa depois de trabalhar por mais de nove horas ainda toma um soco na cara ficando com um enorme ematona no olho! ninguém merece essa vida. só peço a Deus para que ele morra logo, assim fico com a pensão, seguro, casa, e principalmente livre dele! não seria bom? mas nem o inferno quer uma criatura tão ruim quanto ele...
Você nao esta sozinha
Bebida
Amanhã começo meu tratamento com
Naltrexona:Espero que me salve...já perdi muita coisa na vida, Deus que nos ajude...
Naltrexona
ALCOOLISMO
OLÁ! LI TODOS OS DEPOIMENTOS E PEGANDO UM POUCO DE CADA, FORMA A HISTORIA QUE PASSO A 19 ANOS! TENHO UMA MAE ALCOOLOTRA, NAO SEI MAIS O QUE FAZER, ELA NAO ADMITE EM SER INTERNADA. TUDO PIORO DEPOIS QUE MEUS PAIS SE SEPARARAM. ELA HOJE ESCONDE BEBIDA, MAS LOGICO QUE DEPOIS DE TANTOS ANOS EU PERCEBO DE LONGE. NAO MORO COM ELA, SO MEU IRMAO ( SO QUE INFELIZMENTE ELE TEM UM PROBLEMA) E HOJE A NOITE FOI UM INFERNO E PENSEI BUSCAR AJUDA AQUI. LI SOBRE OS REMEDIOS, E QUERIA ALGUMA INDICAÇAO DE ALGUM! MUITO OBRIGADA! E REALMENTE SO SABE O INFERNO QUE É, SO QUEM PASSA! BEIJOS
O ÁLCOOL COMO A 1ª DROGA
BOA NOITE:
ME IDENTIFIQUEI COM ALGUNS RELATOS VISTOS AQUI E GOSTARIA DE PASSAR MINHA HISTÓRIA DE VIDA, SE PUDER AJUDAR: SOU ALCCÓLATRA E DEPENDENTE QUÍMICO HÁ 30 ANOS, E JÁ USEI QUASE TODO TIPO DE DROGAUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos., MAS FOI O VÍCIO PELO ÁLCCOL RESPONSÁVEL PELA MINHA DROGADIÇÃO, POIS BASTAVA TOMAR A PRIMEIRA DOSE, PARA DESENCADEAR UMA COMPULSÃO INCONTROLÁVEL E PARTIR EM BUSCA DE OUTRAS DROGASUm termo de uso variado. Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar doenças ou aumentar o bem estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa farmacopéia. Na linguagem comum, o termo se refere especificamente a drogas psicoativas e em geral ainda mais especificamente às drogas ilícitas, as quais têm um uso não médico além de qualquer uso médico. As classificações profissionais (por exemplo: “álcool e outras drogas”) normalmente procuram indicar que a cafeína, o tabaco, o álcool e outras substâncias de uso habitual não médico sejam também enquadradas como drogas, na medida em que elas são consumidas, pelo menos em parte, por seus efeitos psicoativos. ILÍCITAS. DEVE-SE RESSALTAR QUE A COMPULSÃO É PROGRESSIVA E DE DETERMINAÇÃO FATAL CASO O DEPENDENTE NÃO PROCURE AUXÍLIO. SÓ POR HOJE, FAZ SETE (7) ANOS QUE ESTOU LIMPO E SUGIRO A TODOS QUE PASSEM POR ESTE PROBLEMA PESSOAL OU NA FAMÍLIA QUE PROCUREM TRATAMENTO EM GRUPOS DE AUTO AJUDA COMO OS ALCOÓLICOS ANONIMOS E NARCÓTICOS ANÔNIMOS, ALÉM DE CLÍNICAS DE RECUPERAÇÃO.....NÃO É FÁCIL, MAS DÁ RESULTADO, COM BOA VONTADE, CORAGEM, AJUDA COMPETENTE E DETERMINAÇÃO.....LEMBREM-SE QUE TUDO É POSSÍVEL AQUELE QUE CRÊ...... DIGO ISTO PORQUE ACHAVA QUE EU MESMO NÃO TINHA MAIS JEITO, JÁ QUE MINHA COMPULSÃO AUMENTAVA MUITO A CADA DIA , BASTAVA TER DINHEIRO PARA RECAIR NA BEBIDA E NA DROGA. E QUANDO NÃO TINHA, PEGAVA EMPRESTADO, OU ME ENDIVIDAVA.....EU E MINHA FAMÍLIA SOFREMOS MUITO, MUITO MESMO, MAS HOJE, GRAÇAS A DEUS, UM POUCO DE MINHA BOA VONTADE E DETERMINAÇÃO, ACREDITEI QUE TINHA QUE MUDAR O RUMO DE MINHA VIDA. PROCUREI AJUDA , INTERNAÇÃO, E FOI LUTANDO ASSIM QUE MINHA VIDA MELHOROU VERTIGINOSAMENTE, POIS ENTRANDO EM RECUPERAÇÃO, ESTACIONEI MINHA DOENÇA, E RETORNEI À VIDA, E HOJE ESTOU MUITO FELIZ.... BASTA DIZER QUE MINHA SAÚDE VOLTOU, VOLTEI A ESTUDAR, ME FORMEI EM DIREITO E HOJE TRABALHO EM UM ÓRGÃO MINISTERIAL DO GOVERNO FEDERAL . A HARMONIA VOLTOU À MINHA FAMÍLIA E TENHO PAZ DE ESPÍRITO. PORTANTO, SÓ HÁ UM CAMINHO A SEGUIR: "TRATAMENTO PARA RECUPERAÇÃO E ABSTINÊNCIA"....SÓZINHO NÃO SE CONSEGUE VENCER A DEPENDÊNCIA!!!! "EVITE SEMPRE A PRIMEIRA DOSE E LUTE PELA SUA VIDA E BEM ESTAR DE SUA FAMÍLIA, BASTA QUERER " !
FIQUEM COM DEUS!
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