Naltrexona (Revia®):

Abas primárias

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Naltrexona: O que é e para quê ?
O revia é a naltrexona, atualmente está sendo usada para diminuir ou mesmo abolir o desejo pelo álcool em paciente dependentes. É uma medicação antiga usada ainda para bloquear o efeito das substâncias derivadas do ópio, como a morfina e a heroína. O uso da revia após administração prolongada desses agentes opióides provoca uma imediata reação de abstinência.

Naltrexona: Como é usado ?
Recomenda-se o uso de 50mg por dia durante 3 meses para o tratamento da abstinência ao álcool, ou sempre que for necessário e indicado pelo médico.

Naltrexona: Principais efeitos colaterais
É importante diferenciar os efeitos colaterais causados pela medicação dos efeitos da abstinência ao álcool quando o remédio é administrado durante a retirada do álcool. A dificuldade reside na coincidência que há nos sintomas de ambas situações, tornando impossível às vezes esta diferenciação. Os mais comuns efeitos são: insônia,nervosismo, dores de cabeça, enjôo, vômitos, falta de apetite, tonteiras.

Naltrexona: Considerações importantes
Não deve ser usado em pacientes com insuficiência do fígado (situação comum nos pacientes alcoólatras de longa data). Apesar de nunca ter se detectado má formações no feto devido a esta medicação é recomendável não usá-la durante o primeiro trimestre da gestação, exceto se o clínico recomendar o uso.

Fonte: http://www.psicosite.com.br/far/out/revia.htm

 


 

 

Revia®  Cloridrato de naltrexona


Comprimidos

Uso adulto


Forma farmacêutica e apresentações - Comprimido com 50 mg: Frasco com 50 comprimidos. Frasco com 30 comprimidos.

Composição - Cada comprimido contém: Cloridrato de naltrexona (DCB 3832.01-5) 50 mg; Excipiente q.s.p. 1 comprimido. Excipientes: Lactose, ácido algínico, ácido esteárico, celulose microcristalina, corante amarelo FD & C no 6.

Informações técnicas - Naltrexona é um congênere sintético da oximorfona, diferindo na estrutura pelo fato de o grupo metila no átomo de nitrogênio ser substituído pelo grupo ciclopropilmetila. O sal cloridrato é um composto cristalino branco, solúvel em água. Naltrexona é um antagonista opióide puro que atenua ou bloqueia completamente, reversivelmente, os efeitos subjetivos dos opióides administrados intravenosamente. É indicada como parte do tratamento do alcoolismo e como antagonista no tratamento da dependência de opióides administrados exogenamente. Naltrexona é indicada para proporcionar efeito terapêutico benéfico no programa de tratamento direcionado a viciados. Quando é co-administrado com a morfina, em situação crônica, o produto bloqueia a dependência física à morfina, heroína e outros opióides. Naltrexona tem poucas ações intrínsecas além de suas propriedades de bloqueio aos opióides. Contudo, pode produzir alguma constrição da pupila, por um mecanismo desconhecido. A administração da naltrexona não está associada com o desenvolvimento de tolerância ou dependência. Em pacientes fisicamente dependentes de opióides, a naltrexona precipita a sintomatologia de abstinência. Os estudos clínicos indicam que 50 mg de naltrexona bloqueiam os efeitos farmacológicos de 25 mg de heroína, administrada intravenosamente, por períodos de até 24 horas. Outros dados sugerem que dobrando a dose de naltrexona, ocorre bloqueio por 48 horas e triplicando a dose, ocorre bloqueio por cerca de 72 horas. Naltrexona bloqueia os efeitos de opióides pela ligação competitiva (análoga à inibição competitiva de enzimas) aos receptores opióides. Isto faz com que o bloqueio produzido seja potencialmente superável, mas ocorrendo bloqueio cheio com naltrexona, com a administração de doses muito altas de opióides, resultou em sintomas excessivos de liberação de histamina em pacientes experimentais. O mecanismo de ação da naltrexona no alcoolismo não é compreendido; contudo, o envolvimento do sistema endógeno opióide é sugerido nos resultados pré-clínicos. Naltrexona, um antagonista opióide receptor, liga-se competitivamente a tais receptores e pode bloquear os efeitos dos opióides endógenos. Os antagonistas dos opióides têm mostrado a redução de consumo de álcool pelos animais e a naltrexona tem mostrado a redução de consumo de álcool nos estudos clínicos. A terapia com naltrexona não é adversa e não causa reação do tipo dissulfiram, mesmo como resultado do uso de opióide ou com a ingestão de álcool. Farmacocinética: Naltrexona é um antagonista receptor opióide puro. Embora bem absorvida oralmente, está sujeita a metabolismo significativo de primeiro passo com biodisponibilidade oral estimada em 5% a 40%. Atribui-se a atividade da naltrexona à droga e seu metabólito 6-b-naltrexol. A droga e seus metabólitos são excretados primariamente pelo rim (53% a 79% da dose); contudo, a excreção urinária de naltrexona não-modificada é de menos de 2% de uma dose oral e a excreção fecal é um meio de eliminação menor. Os valores da meia-vida de eliminação t1/2 para a naltrexona e o 6-b-naltrexol são de 4 horas e 13 horas, respectivamente. A naltrexona e o 6-b-naltrexol são dose-proporcionais em termos de AUC e Cmáx, na faixa de 50 a 200 mg e não-acumuláveis após doses diárias de 100 mg. Absorção: Após absorção oral, naltrexona é rápida e quase completamente absorvida, sendo cerca de 96% da dose absorvidos pelo trato gastrointestinal. Os níveis de pico plasmático da naltrexona e do 6-b-naltrexol ocorrem dentro de uma hora após a ingestão da dose. Distribuição: O volume de distribuição da naltrexona após administração intravenosa é estimado em 1.350 litros. Testes in vitro com plasma humano mostram que a naltrexona é ligada em 21% às proteínas plasmáticas na faixa de dose terapêutica. Metabolismo: O clearance sistêmico, após administração intravenosa de naltrexona é de aproximadamente 3,5 litros/minuto, que excede o fluxo de sangue hepático (1,2 litro/minuto). Isto sugere que a naltrexona é uma droga muito extraível (> 98% metabolizada), e que os sítios extra-hepáticos de metabolismo da droga existem. O maior metabólito da naltrexona é o 6-b-naltrexol. Existem dois metabólitos menores que são o 2-hidroxi-3-metoxi-6-b-naltrexol e o 2-hidroxi-3-metil-naltrexona. Naltrexona e seus metabólitos são também conjugados para formar produtos metabólicos adicionais. Eliminação: O clearance renal da naltrexona varia de 30 a 127 ml/minuto e sugere que a eliminação renal é feita primariamente por filtração glomerular. Em comparação, o clearance renal para o 6-b-naltrexol varia de 230 a 369 ml/minuto, sugerindo um mecanismo adicional secretório renal tubular. A excreção urinária da naltrexona não-modificada é de cerca de 2% da dose oral; a excreção urinária do 6-b-naltrexol não-modificado e conjugado é de 43% da dose oral. O perfil farmacocinético da naltrexona sugere que a mesma e seus metabólitos podem sofrer reciclagem êntero-hepática. Deficiência hepática e renal: Naltrexona parece ter sítios extra-hepáticos para a metabolização da droga e seu metabólito principal sofre secreção tubular ativa. Estudos adequados em paciente com deficiências hepática e renal graves ainda não foram realizados.

Indicações - A naltrexona é indicada como parte do tratamento do alcoolismo e como antagonista no tratamento da dependência de opióides administrados exogenamente. É indicada para proporcionar efeito terapêutico benéfico no programa direcionado a viciados.

Contra-indicações - A naltrexona é contra-indicada em: pacientes que estejam recebendo analgésicos opióides; pacientes que sejam atualmente dependentes de opióides; pacientes com síndrome de abstinência aguda de opióides; pacientes nos quais o teste com naloxona tenha falhado ou com urina positiva para o teste de opióides; hipersensibilidade ao cloridrato de naltrexona ou a qualquer um dos componentes da fórmula. Não se conhece a existência de sensibilidade cruzada com naloxona ou opióides contendo fenantreno; pacientes com hepatite aguda ou deficiência hepática.

Posologia - Tratamento do alcoolismo: Para a maioria dos pacientes recomenda-se uma dose diária de 50 mg. Os relatos de estudos placebo-controlados demonstraram eficácia da naltrexona, como parte do tratamento do alcoolismo, com doses diárias de 50 mg, por até 12 semanas. Tratamento da dependência de narcóticos: Diretrizes gerais para o tratamento: O tratamento não deve ser iniciado até que o paciente esteja detoxificado e tenha abstinência de opióides por no mínimo 7 a 10 dias. Relatos pessoais de viciados em narcóticos informando sobre a abstinência de opióides devem ser confirmados através da análise da urina do paciente para detectar a ausência de opióides. O paciente deve estar manifestando sinais de abstinência ou mostrando sinais de abstinência. Se existir algum fato de dependência oculta de opióide, deverá ser realizado um teste com naloxona. Se persistirem sinais de abstinência de opióides após o teste, o tratamento com naltrexona não poderá ser iniciado. O teste com naloxona poderá ser repetido em 24 horas. O tratamento deve ser iniciado com cuidado, com uma dose inicial de 25 mg de naltrexona, observando-se o paciente por 1 hora. Se não houver sinal de abstinência, administra-se o restante dos 25 mg. O tratamento pode ser iniciado depois disso com 50 mg diários do produto. Teste com naloxona: O teste não deverá ser realizado em pacientes mostrando sinais ou sintomas de abstinência de opióides, ou em pacientes cuja urina contenha opióides. O teste com naloxona poderá ser feito pela via intravenosa ou subcutânea. Via intravenosa: Deve-se injetar inicialmente 0,2 mg de naloxona e enquanto a agulha ainda estiver na veia do paciente, o mesmo deve ser observado por 30 segundos para evidenciar sinais ou sintomas de abstinência. Se não houver evidência de abstinência, aplicar mais 0,6 mg de naloxona e o paciente deverá ser observado por um período adicional de 20 minutos para detectar sinais e sintomas de abstinência. Via subcutânea: Se esta via de administração for selecionada, devem ser aplicados 0,8 mg de naloxona e o paciente deve ser observado por 20 minutos para verificar se existem sinais e sintomas de abstinência. Condições e técnicas de observação do paciente: Durante o período apropriado de observação, devem ser monitorados os sinais vitais dos pacientes e também os sinais de abstinência. É importante também questionar o paciente com cuidado. Os sinais e sintomas de abstinência incluem, não se limitando porém, o seguinte: Sinais de abstinência: Congestão nasal ou rinorréia, lacrimejamento, bocejo, sudorese, tremor, vômito ou piloereção. Sintomas de abstinência: Sensação de mudança de temperatura, dores nas juntas ou ossos e musculares, cãibra abdominal. Interpretação do teste com naloxona: A presença dos sinais e sintomas descritos indicam um potencial risco do paciente e nesses casos a naltrexona não poderá ser administrada. Se não houver nenhum sinal ou sintoma de abstinência observado, deduzido ou relatado, a naltrexona poderá ser administrada. Se houver alguma dúvida do observador em relação ao estado do paciente que deve estar livre de opióide, ou no caso de o mesmo estar em estado contínuo de abstinência, deve-se suspender a naltrexona por 24 horas e depois repetir o teste. Dosagens alternativas: Uma vez iniciado o tratamento com 50 mg de naltrexona a cada 24 horas, esta dose produzirá bloqueio clínico adequado das ações dos opióides administrados parenteralmente (esta dose bloqueia os efeitos de 25 mg de heroína intravenosa). Uma dosagem alternativa pode ser necessária em casos de administração supervisionada. Dessa forma, pacientes podem receber 50 mg de naltrexona em cada dia da semana com uma dose de 100 mg no sábado, 100 mg em dias alternados, ou 150 mg a cada terceiro dia. O grau de bloqueio produzido pela naltrexona pode ser reduzido por esses intervalos de dosagem estendidos. Pode haver um risco maior de dano hepático com doses simples acima de 50 mg e o uso de doses maiores e intervalos de dosagem estendidos devem equilibrar os possíveis riscos contra os possíveis benefícios.

Venda Sob Prescrição Médica.

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CRISTÁLIA - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.

 


 

Drogas: 

Comentários

tambem sou um ex toxoindependente acabei um trtamenta a dois dias e agora bola para a frente

gostaria de saber si esse remedio naltrexone  tem algum risco gostaria de comprar para meu primo q e dependente do alcool,quero que m responde no meu e-mail ok obrigd

QUERO SABER SE POSSO DAR ESSE MEDICAMENTO PARA UMA PESSOA Q BEBE E É DIABETICO.

Por doze anos eu bebi um a garrafa de vodca por dia, exceto nos meus dois plantões semanais de 24 horas. Com o Revia (+ Litium + Seroquel) eu consegui parar de beber por completo. Já se vão sessenta dias... Gostei do remédio, embora sinta uma tonteira danada. Substituí a bebida por saladas de frutas, sucos e sorvetes... Tá legal.  

A regra é: Chega de alcool, E BOLA PRA FRENTE !!!!! RSRSRSRSRSRSRSRSR 

Gostaria de saber se posso ministrar esse remedio sem a pessoa em si, esteja ciente, pois meu pai e um alcoolatra e gostaria de eliminar esse problema, me responda no email se possivel

 

Há mais ou menos 7 meses não consigo parar de beber todo dia.Uso só cerveja.Posso tomar a neltraxona?

gostaria de saber c o efeito do remedio naltrexona faz efeito em pessoas que bebem a muito tempo,e se posso dar o medicamento em algum alimento sem q a pessoa saiba aguardo uma resposta.obrigada

Quero saber se esse remédio é taxa preta e se posso comprar em qualquer farmácia? a pessoa só bebe nos fins de semana mais quando começa ñ quer mais parar de beber.

Quero saber se esse remédio é taxa preta e se posso comprar em qualquer farmácia? a pessoa só bebe nos fins de semana mais quando começa ñ quer mais parar de beber.

Gostari de saber se esse remédio tem em qualquer farmacia, qual o valor,se precisa de prescrição médica e se uma pessoa diabetica pode usar.

 

tenho uma conhecida que precisa para de beber, e precisava saber o valor deste medicamento

o preço deste medicamento custa em media 170,00 reais caixa com 30 capsulas mas tem um hospital em sao paulo que fornece de graça.

meu namorado e alcoolotra e vai começar tratamento com revia mas tenho medo que ele ingira bebida alcoolica com o medicamento pois fez isso com dissulfiram e quase morreu me responda urgente.

Tenho algumas duvidas com relação ao naltrexona: - diabéticos podem tomar? - posso dar esse remédio sem a pessoa saber? Ela não quer saber de tratamento, mas precisa muito parar de beber. - Se enquanto está fazendo uso do medicamento a pessoa beber pode dar algum problema tipo infarto ou até causar morte? Meu esposo é diabético e já sofreu infarto, mas não deixou sequelas no coração, pois era só uma veia com obstrução bem pequena. Por favor me responda pelo e-mail. Preciso muito fazer alguma coisa pelo meu esposo. Por conta própria ele não quer fazer nada. Meu e-mail é: soniafms@hotmail.com

tenho uma pessoa proxima de mim que consome alccol e quer deixar de beber, e que eu queria de saber se poço comprar online naltrexona, ou na farmacia sem receita medica, sou de portugal nos açores sera que poço comprar ca^??? fico a espera de uma resposta obrigada

Onde posso encontrar esse medicamento gratuito aqui no Rio de Janeiro? Pesquisei nas farmácias e está MUITO caro, entorno de 230,00.

quero  saber se  posso comprar esse  medicamento  na  farmacia  sem receita


Bebo cerveja ou vinho de 3 a 4 vezes por semana,  a cerveja por exemplo tomo de 4 a 5 latinhas e se for vinho meia garrafa e as vezes até 1 inteira. Faço isto nos finais de tarde quando volto do trabalho para minha casa e tenho grande prazer em fazer isto.  faço apenas em casa, se eu estiver na casa dos meus pais ou outros familiares não o faço e nem sinto abstinência , ou seja, não sinto nada que me faça eu ir beber, fico super na boa. Não acordo com ressaca e no dia seguinte stou ótima para trabalhar, bem humorada e etc. Passo o meu dia bem , bebo muita agua (isto eu sempre fiz), trabalho, cumpro meus horários e compromissos. Sou considerada alcoolatra? É recomendado o uso  do Revia, não sou acostumada a tomar remédios, não tenho pressão alta, meus exames são super normais , faço exames regularmente, tenho 40 anos. Por favor gostaria de uma orientação,

 

muito obrigada

Desculpe, mas não é meu nome verdadeiro, não posso me expor.
Sou alcoólatra, passo por fases de não beber, pois sei dos riscos que corro e volto a beber de novo. Sofro muito e minha família também. Sou formado e pós-graduado, mas tenho acumulado prejuizos com este vício. Se eu pudesse voltar atrás, nunca poria alcool na boca.
Nem todas as pessoas tem pré-disposição para se tornarem alcoolatras. Dizem que uma em cada dez pessoas têm. Eu sou uma delas.
Conselho: cuidado, pois é uma doença traiçoeira. Leva cerca de 20 a 25 anos para te levar para o fundo do poço. Você pensa que está na boa, que nunca vai cair na rua e de repente acontece.
Cuidado, pelo seu depoimento você é potencialmente uma alcoólatra. Pense bem, não se torne uma porcaria como eu.
Cuide-se enquanto há tempo. Por favor, não caia como eu caí.

gostaria de saber tambem como faço pra comprar  e quanto custa 

gostaria de saber se posso dar sem a pessoa saber? e quantos comprimidos por dia tem que tomar ? quanto custa ? e onde consigo sem receita medica esse medicamento? obrigado.

Posso dar essa medicação sem que a pessoa saiba, e onde comprar sem receita.
Obrigada.

tenho bebido e fumado muito e tento compensar a ansiedade e tremores do dia seguinte com alprazolam.acabei de comprar o revia e bupropiona e gostaria de saber se espero alguns dias sem beber para iniciar o tratamento.já fiz fiz um tratamento a algum tempo devido alteração de humor/euforia/explosoes/nervosismo.na época fiz uso de mirtazapina.atualmente nao tenho mais explosoes mas exagero no vinho e cigarro.estou precisando de ajuda/informaçoes.obrigado

tenho um irmao que precisa de ajuda gostaria de saber se posso dar revia pra ele sem ele saber e se elebeber enquanto toma o remedio faz algum mal e como posso comprar sem receita ou se tem algum hospital que forneça
preciso urgente .Fico no aguardo..muito agradecida

'se posso dar revia pra ele sem ele saber'
Não pode [ou pode?],
são duas infrações: uma por exercer função de médico (a menos que seja formado) e outra por usar substância psicoativa em paciente sem o consentimento do mesmo.

'se elebeber enquanto toma o remedio faz algum mal'
Como leigo, acredito que nenhum medicamento psicotrópico deve ser associado ao alcool. Mas, digamos que você esteja disposto a correr esse risco...

A próxima situação seria essa:  Quando você retira a droga /alcool de um dependente, o organismo dependente reage com sintomas fisicos e emocionais.

Dependendo do organismo /droga os sintomas fisicos podem ser dolorosos (câimbra, dores no estômago, etc.). Supondo que seu 'paciente' suporte os sintomas fisicos, sem desconfiar que está sendo drogado...
Restam os sintomas e alterações mentais: Alucinações, delirium tremens, mania persecutoria [estão me seguindo /observando], explosões de fúria (contra você, vizinhos),  auto agressão  e até mesmo tentativas de suicidio. 

É como se você retirasse a insulina de um diabético, substituindo-a por agua destilada, sem que seu diabético saiba de nada.

É algo desumano.






ola td bem...espero ajudar....quanto a sua pergunta...NÃO PODE USAR ESSE REMEDIO E TOMAR ALCOOL EM ESPÉCIE ALGUMA...sem o alcool ele ja tem alguns efeitos colaterais ABÇS

MEU MARIDO ESTA DEFINHANDO COM O ALCOOL, NÃO CONSEGUE TER CONTROLE, SAI DE MANHA SÓ VOLTA A NOITE, MUITO MAL. NÃO TENHO CONDIÇOES DE ADQUIRIR ESSE REMEDIO, . PERGUNTO SE HA POSSIBILIDADE DE RECEBER UMA AMOSTRA GRATUITA. JA QUE POSTOS DE SAUDE NÃO FORNECEM TRATAMENTO AQUI NA MINHA CIDADE. AGUARDO.

O Naltrexona é fornecido gratuitamente pelo SUS.

meu marido faz 8 meses que nao usa drogas mais todos os dia ele toma pelos menos umas 6 cerveja e depois que acaba ele fica estupido se tranca no quarto  espera mais o menos 1 hora e toma a medicaçao dele que e clonazepam eamplicitil para controlar a ansiedade .por favor me de uma luz o que devo fazer gostaria que ele tomasse essa medicaçao para ele parar de beber pois nao daria mais vontade nele dele querer usar drogas porque o alcool puxa e da vontade por favor me ajude.obrigado

Boa noite. Tenho um ente querido que infelizmente tem o vicio da macanha, mas esta vontade louca vem logo após dele ingerir uns 3 destilados e umas 4 latinhas de cerveja. Conhecendo como o conheço (ele tem TDA) imperatividade e já se medica com psiquiatra(TDA), menos com alcoolismo. Se eu comprar se dar a ele sei que ele irá tomar, digo a ele que é "medicamento" para TDA, mas meu maior medo é dele logo após ingerir alcool. E ai...tem reações adversas caso isso aconteça???? Grata

Uma pessoa com hepatite C cronica  e leve pode tomar o naltrexona(revia), ela toma o dissulfram, mas gostaria de tentar mudar para o naltraxona. Aguardo resposta, Grata. Ana

Uma pessoa com hepatite C cronica  e leve pode tomar o naltrexona(revia), ela toma o dissulfram, mas gostaria de tentar mudar para o naltraxona. Aguardo resposta, Grata. Ana

Consumo diariamente mais de uma garrafa de vinho, Quando chego do trabalha esse é o meu tipo de relaxamento, chego extremamente cansada ,estressada e infeliz, daí começo daí começo minha rotina beber e fumar quase um maço de cigarros. Tenho 46 anos e a pelo menos 5 anos estou nessa vida, perdi totalmente a vontade de sair, bebo sozinha e em casa. Apesar de tudo nuca deixei de ir ao trabalho e cumprir com minhas obrigações com profissional, dona de casa e mãe, mas o fato é que eu quero minha vida de volta tenho medo do que possa ocorrer com o tempo, já que não vou a um médico ao mesmo tempo de alcoolismo. Não precisa ser nenhum profissional do ramo para saber que sou deprimida (sou, não estou) Mas cansei e sei que alguns irão dizer que preciso de ajuda profissional mas o fato é que não tenho a menor inclinação para terapia. Sei que migre não existe mas quero tentar pelo menos sair dessa sozinha, pode parecer contraditório mas conto com a ajuda de vcs pelo menos para trocar idéias.

SOU ALCOOLATRA... VIVO MAL... MINHA ESPOSA ME LARGOU POR CAUSA DO ALCOOL, SEM CHANCE DE RETORNO.... MORO SÓ.... BEBO TODO DIA... E QUERO PARAR... MEU CORPO DOI... MINHA ALMA DOI... ME SINTO PÉSSIMO... PENSO MUITO EM MORRER E ACABAR LOGO COM ISSO... MAS ATÉ MESMO PARA MORRER EXITEM FORMALIDADES... TENHO QUE MORRER POR ACIDENTE ISSO É FATO ALGO QUE NAO OCORRE NUNCA.... ME SINTO DESMOTIVADO E INFELIZ.... BEBO APENAS PARA CONTRIBUIR O MEU ESTADO DE MERDA.... NAO SEI O QUE FAZER... NAO SEI MESMO.

quero saber se possodar esse medicamento para alcoolotra mais de 20 anos de dempendencia....

Se uma pessoa que bebe aos finais de semana e em seguida usa cocaina, ela pode usar naltrexona ? E se é tarja preta ?

Gostaria de saber onde encontrar este remédio pois gostaria de dar para meu marido,não aguento mais sua bebedeira todos os dias.Me responda por favor...Se posso dar para ele esse remedio.

gostaria de saber se posso dar naltrexone escondido em pessoas que ainda consome bebida alcoolica

O remédio pode ser dado para uma pessoa que bebe moderadamente? Posso dar esse remédio escondido para a pessoa ? Quais os efeitos colaterais?

Então temho minha filha q bebe quando começa não para, ela nao admite de forma alguma q e viciada, sera q eu posso comprar este remedio, e colocarei escondido para ela tomar .

Estou tomando Revia há uns 8 meses, gostaria de saber se existe algo que vá contra o uso por tempo indeterminado do medicamento.